Arquivo da tag: PSL

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO PERDEU A VERGOMHA DE VEZ

Hoje 19 de dezembro de 2016, um caminhão avançou em Berlim e atingiu uma feira que acontece anualmente na época das festas de fim de ano.

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO anunciou como atentado em Berlim. Ocorre que o Governo Alemão, só anuncia a calamidade como atentado após apurar e encontrar provas, ou se houver provas. Como ainda não tem informaçöes com confirmação do que aconteceu, o motorista foi preso e cerca de 50 feridos, as notícias do Governo Alemão não são dadas como atentado. A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO  passou a transmitir dos USA. e a repórter falou todo o tempo dos atentados anteriores ocorridos em outro países como França, Turquia e etc.

Esse é o modelo de informação que temos no Brasil, a maior empresa de comunicações, criada e fortalecida no período da ditadura militar, prega o terror.

Durante todo o Jornal Nacional a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO deu informações infundadas.

A cada dia está pior os brasileiros serem informados no Brasil

O repórter Rodrigo Alvarez fala ao JN – de Berlim, mas tudo é conjectura sobre atentado.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - REDE GLOBO - da notícias infundadas usando reporter dos USA
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO – repórter Rodrigo Alvarez fala de Berlim e não confirma atentado até o presente momento, pois o Governo Alemão aida não deu a informação.

A repórter que falou em atentados anteriores ao  acidente que aconteceu hoje na Alemanha se encontra na foto abaixo. Na sua fala falou de atentados na França, Turquia e etc.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - REDE GLOBO - da notícias infundadas usando reporter dos USA
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO – da notícias infundadas usando repórter dos USA

Ao final do JN a apresentadora anunciou, que a qualquer momento poderia ser anunciado na TV notícias sobre o acidente na Alemanha.

Hoje também aconteceu um ATENTADO ao Embaixador Russo em Ancara, O EMBAIXADOR FOI ASSASSINADO, se clicar no hipertexto poderá assistir o atentado (https://youtu.be/gHWCNGCeELM). cuja morte foi realizada na frente das câmaras da TV.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO no JN deu pouca atenção a esse assunto – assassinado do embaixador russo. Fixou-se no acidente de Berlim.

 

O Resultado das Eleições Municipais de 2016

Após o término das eleições para Prefeito dos Municípios brasileiros apresentamos a distribuição por partidos políticos dos prefeitos eleitos nos municípios.

Distribuição partidária dos municipios brasileiros.
Distribuição partidária dos municípios brasileiros.

A Esquizofrênica Campanha de 2016 para a Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

Partidos politicos
                                            Partidos políticos

SEGUNDO TURNO 2016 – A Esquizofrênica Campanha Eleitoral para a Cidade do Rio de Janeiro

A campanha eleitoral do segundo turno na capital do Rio de Janeiro, é pura esquizofrenia.

1- a REDE GLOBO se sente ameaçada pela RECORD – por esse motivo opta por atacar um candidato no segundo turno.

—   A REDE GLOBO nunca foi ameaçada por ninguém, foi criada e continua fiel à ditadura de direita que comandou o Brasil.

2 – a capital do Rio de Janeiro irá virar uma cidade RELIGIOSA se um dos candidatos vencer no segundo turno.

—   Os habitantes do Rio de Janeiro fazem e vão às festas de todas as religiões.

3 – na cidade do Rio de Janeiro  não mais haverá aborto se um dos candidatos for vencedor.

—  O aborto é proibido nacionalmente e ninguém ou partido nenhum quer ser o líder de uma campanha que tenha por objetivo a garantia do aborto nos hospitais do ESTADO BRASILEIRO para matar menos mulheres.

4 – o público LGBT será expurgado, perseguido se um dos candidatos for vencedor.

— A perseguição ao público LGBT está na imprensa falada, escrita e televisada que de forma sutil mantém as agressões como cenas policiais, e nunca as apresentam como violência a um direito humano.

5 – as crianças serão obrigadas a fazer sexo nas escolas municipais e creches se um candidato for vencedor.

— Essa campanha é a mais sórdida, todos os pais e mães têm direito a manter e a Prefeitura deveria oferecer o melhor ensino às crianças. Essa campanha é a maior ofensa aos trabalhadores municipais do ensino na cidade do Rio de Janeiro, que dedicam suas vidas a contruir uma população mais consciente e não são subalternos à Prefeitura.

6 – o ensino religioso será obrigatório nas escolas do Rio de Janeiro se um candidato for vencedor.

— o ensino religioso já está definido.no Rio de Janeiro há muito tempo.

7 – a liberação da maconha e outras drogas será permitida na cidade do Rio de Janeiro.

— A liberação das drogas é uma atribuição do CONGRESSO NACIONAL, e como o povo brasileiro é de maioria conservadora, nenhum partido político ousa levar essa questão para ser discutida. As campanhas a favor da liberação é realizada por organizações e brasileiros libertários e que tiveram o apoio do STF aue definiu que todos podem defender o que acreditam.

8 – os black blocs serão os seguranças do Rio de Janeiro se um candidato for vencedor.

— Essa é mais uma campanha da direita brasileira que sob a égide da “ORDEM E PROGRESSO” alimentam ilusões e radicalismos

9 – as mulheres serão consideradas seres de menor importancia se um candidato for vencedor.

O sonho da direita talvez fosse obrigar a burca  mas na cidade de maioria femina e que criou a tanga como vestimenta tradicional, mostra como é ridícula essa FANTASIA proibir e cercear a mulher.

10 – a esquerda será maioria no Rio de Janeiro se um candidato for eleito.

— O Rio de Janeiro é um estado brasileiro conservador desde há muito tempo: LACERDA, CHAGAS FREITAS, CESAR MAIA e atualmente os BOLSONAROS nadam de braçada e mostram que os candidatos do segundo turno de 2016 nada são, e agora com o apoio da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO será definitiva a posição da cidade do Rio de Janeiro.

Eleições 2016 – O Brasil aparenta diferença, será?

Algumas diferenças entre cidades brasileiras, no caso Rio de Janeiro e São Paulo.

Vereador mais votado no Rio de Janeiro e vereador mais votado em São Paulo
Vereador mais votado no Rio de Janeiro e vereador mais votado em São Paulo

A eleição para Prefeito em São Paulo acabou no primeiro turno
A eleição para Prefeito no Rio de Janeiro terá segundo turno
=============================================

O vereador mais votado no Rio de Janeiro 106.657 3,65 % dos votos O vereador mas votado em São Paulo           263.720 5,59% dos votos

O jornal da OPINIÃO PÚBLICA (OP) – REDE Globo – EXTRA não cita o partido do vereador do Rio de Janeiro mais votado

O jornal da OPINIÃO PÚBLICA (OP) – UOL – Folha de São Paulo cita o partido do vereador mais votado e analisa a votação em 12 anos.

Nada tem muita importancia.

Em São Paulo o PSDB fez a maior bancada de vereadores na Câmara Municipal
No Rio de Janeiro o PMDB continua mandando na Câmara Municipal

Veja os candidatos que disputarão o segundo turno para prefeito nas capitais:

Sudeste
Rio de Janeiro (RJ): Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL)
Belo Horizonte (MG): João Leite (PSDB) e Alexandre Kalil (PHS)
Vitória (ES): Luciano Rezende (PPS) e Amaro Neto (SD)

Sul
Curitiba (PR): Rafael Greca (PMN) e Ney Neto (PSD)
Florianópolis (SC): Gean Loureiro (PMDB) e Angela Amin (PP)
Porto Alegre (RS): Nelson Júnior (PSDB) e Sebastião Melo (PMDB)

Nordeste
Aracaju (SE): Edvaldo Filho (PCdoB) e Antonio Valadares (PSB)
Maceió (AL): Rui Palmeira (PSDB) e Cicero de Almeida (PMDB)
Recife (PE): Geraldo Filho (PSB) e João Lima e Silva (PT)
Fortaleza (CE): Roberto Claudio (PDT) e Capitão Wagner (PR)
São Luís (MA): Edivaldo de Holanda (PDT) e Eduardo Salim (PMN)

Norte
Belém (PA): Zenaldo Júnior (PSDB) e Edmilson Rodrigues (PSOL)
Macapá (AP): Clecio Luís (Rede) e Gilvam Borges (PMDB)
Manaus (MA) Artur Neto (PSDB) e Marcelo Ramos (PR)
Porto Velho (RO): Hildon Chaves (PSDB) e Leonardo de Moraes (PTB)

Centro-Oeste
Goiânia (GO): Iris Machado (PMDB) e Vanderlan Cardoso (PSB)
Cuiabá (MT): Emanuel Pinheiro (PMDB) e Wilson dos Santos (PSDB)
Campo Grande (MS): Marcos Trad (PSD) e Rose (PSDB)

#FORA_TEMER

#FORA_TEMER
#FORA_TEMER

OLIMPÍADA é dominada por FORA TEMER

A tocha OLÍMPICA é a senha para o grito de #FORA_TEMER na cidade do RIO DE JANEIRO.

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) esconde dos seus jornais, revistas, rádio e televisão, mas o mundo divulga a insastisfação da população com a OLÍMPIADA e o GOVERNO do USURPADOR.

 

 

A vitória do Gilmar Mendes

Líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP)
Líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – O Estado de São Paulo

 Leiam em PDF a vitória do Gilmar Mendes ou na internet no líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP) jornal O Estado de São Paulo no hipertexto a seguir: (http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fim-da-satiagraha-libera-r-4-5-bi-aos-fundos-de-dantas,10000060606)
continuação:

continuação da figura anterior
continuação da figura anterior

Fim da Satiagraha libera R$ 4,5 bi aos fundos de Dantas

Josette Goulart – O Estado de S.Paulo

03 Julho 2016 | 05h 00 – Atualizado: 03 Julho 2016 | 05h 00

Recursos estavam há sete anos bloqueados nos EUA, Europa e Brasil para garantir operação que investigava lavagem de dinheiro.

 

 

Um pouco de História do Brasil

Dizem que o brasileiro não tem memória, por isso busquei essas informações e as divulgo.

Claro que se voce nasceu depois do AI 5  nem sabe do que se trata, pois nas escolas não falam da história do século passado.

A foto do Passarinho em destaque, é porque personagens políticos atuais o reverenciaram recentemente quando da sua morte.

Jarbas Passarinho - assinante do AI 5
Jarbas Passarinho – assinante do AI 5

Alguns agradeceram sua existência (Marina Silva – https://www.facebook.com/marinasilva.oficial/posts/1220018398009788), outros disseram que faz parte da história do Brasil (Jorge Vianna – https://www.facebook.com/senadorjorgeviana/photos/a.366650893393016.85961.339953416062764/1101110986613666/?type=3).

Aos que agredeceram sua existência, lamento não a terem vivido com mais proximidade, apoiou a repressão e regime militar nas sua mais profunda existência.

E quanto a fazer parte da história do Brasil talvez, se não tivesse participado, muitos teriam sido bem mais felizes.

A segunda foto mostra quem assinou o AI 5 – Ato Institucional 5 – ditadura brasileira a fogo e porrada.

Assinantes do AI 5
Assinantes do AI 5

O Jarbas Passarinho foi um dos que assinaram com orgulho.

==================================================

 (http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html)

“Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência.” A frase, que foi modificada na ata sem prejuízo de sentido (as “favas” foram trocadas pela conjugação verbal “ignoro”), foi dita pelo então ministro do Trabalho e da Previdência Social Jarbas Passarinho durante a reunião do AI-5, em 1968.

Apesar de afirmar em entrevistas que, no papel de ministro, interferiu nos sindicatos apenas em questões de corrupção, no período de vigência do AI-5, mais de cem dirigentes sindicais foram destituídos dos cargos durante sua gestão.

Passarinho nasceu em Xapuri (AC) em 1920, participou da articulação do golpe de 64 e, no mesmo ano, assumiu o governo do Pará, indicado pelo presidente Castello Branco.

Com a posse de Emilio Garrastazú Medici, assumiu a pasta de Educação em 69. Passarinho, que entrou na Escola Militar do Realengo 30 anos antes, implantou sistema de créditos, ciclos básicos de disciplina e um novo regime de cátedras, na reforma universitária brasileira conhecida como MEC-Usaid, por causa do apoio do governo norte-americano.

Em 77, três anos após ter voltado ao Senado, defendeu na tribuna a substituição do AI-5 por um instrumento que garantisse ao Estado sua defesa contra minorias subversivas e a atribuição ao STM (Superior Tribunal Militar) de julgamentos políticos.

Em 80, Passarinho foi eleito presidente do Senado, casa que deixou três anos depois após perder a eleição no Pará para o candidato do MDB. No mesmo ano, assumiu o Ministério da Previdência e Assistência Social no governo de João Batista Figueiredo.

Foi senador constituinte, ministro da Justiça do governo de Fernando Collor de Mello (de 1990-1992) e presidente da CPI que investigou a “máfia do orçamento”. Passarinho, que já havia sido cronista e redator em jornais na década de 40, deixou o Senado em 1995.

Tornou-se articulista do Estado de S. Paulo, onde criticava abertamente as ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

Continuou com as críticas mesmo depois de ter sido nomeado pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso em 96 como consultor do Programa Nacional de Direitos Humanos.

Em manifestações recentes sobre o pagamento de indenizações relativas ao período militar, Passarinho, que hoje tem 88 anos, se posicionou publicamente contra o pagamento a perseguidos pelo regime.

Para ele, se fosse o feito o pagamento, que houvesse o mesmo tratamento com as famílias de militares mortos pelo movimento armado da esquerda.

================================================

O voto de Jarbas Passarinho quando da discussão e aprovação do AI5
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html)

Senhor presidente, não, não entendi propriamente nas, nas sábias e judiciosas palavras do ilustre senhor vice-presidente da República uma discordância irremovível com a decisão a tomar de uma retomada da revolução. Parece-me até que sua excelência se referiu à institucionalização da revolução de março de 64, que não poderia agora abrigar um ato que na verdade representasse um retrocesso e a desfigurasse.

Mas Sua Excelência falou claramente também, na sua bela oração, na possibilidade da retomada da revolução. Ou, para desgraça do paralelo, para Regis Debray, que usou o título “A Revolução Dentro da Revolução”. Parece que Sua Excelência sente igualmente, porque enfatizou esse fato, que nós estamos diante de uma contingência, de uma contingência imperativa. Necessidade, portanto, da retomada da revolução como contingência do momento histórico nacional. Por isso, suponho de muito… minha parte, senhor presidente, muito interessante que o conselho considere a possibilidade de compatibilizar as restrições, que ouvi e que me pareceram mais de forma de fazer, que oferece o senhor vice-presidente com seu pensamento, quando admite uma nova revolução para ir direto às origens da primeira.

Não se trata de vestir, talvez, uma roupa usada e sim de fazer um novo figurino. De minha parte, senhor presidente, quero, já que estamos em uma sessão histórica, quero me referir às vezes que ouvi de Vossa Excelência, não só coletivamente, como individualmente em despacho, palavras remarcadas de absoluta sinceridade, pois Vossa Excelência não estava, em nenhum momento, sendo menos sincero do que é agora, neste instante, quando Vossa Excelência, inclusive, aqui mesmo neste palácio, no dia do seu aniversário, chamou a atenção para o peso da responsabilidade da ditadura sobre os ombros dos homens, mesmo que fosse um triun… um triunvirato, que fosse um colegiado.

Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim, e creio que a todos os membros deste conselho, enveredar para o caminho da ditadura pura e simples, mas parece que claramente é esta que está diante de nós. Eu seria menos cauteloso do que o próprio ministro das Relações Exteriores, quando diz que não sabe se o que restou caracterizaria a nossa ordem jurídica como não sendo ditatorial, eu admitiria que ela é ditatorial.

Mas, às favas, senhor presidente, neste momento, todos, todos os escrúpulos de consciência.

E quando nós encontramos a necessidade de tomar uma decisão fundamental, tudo aquilo que fundamental é em condições normais, passa a ser secundário em condições anormais. Eu creio que nós estamos aqui pagando uma penitência, que foi a penitência do auto… da autolimitação, com o açodamento que a revolução de março de 1964 se impôs. O meu caso, no Pará, como governador de um Estado que surgiu com a revolução (e não me parece que aqui houvesse um caso similar, pois que eu saí do quartel direto para o cumprimento dessas obrigações) é muito ilustrativo, mas não vou me demorar na sua análise.

Claro que, num determinado aspecto do que aqui se contém neste ato, esta questão me feriria mais de perto como, por exemplo, o do enriquecimento ilícito e o ônus de prova que coube a um governador revolucionário de provar que um governador que utilizava dinheiro do jogo do bicho e utilizava negócios escusos de marcações mentirosas, do… de movimento de terras do Departamento de Estradas de Rodagem, repito, coube a mim o ônus de provar isso, que não tinha mais capacidade de provar.

Vejo, com uma certa alegria, que aqui se fala na possibilidade de confiscar os bens daqueles que enriqueceram ilicitamente. E me parece que se deveria, neste ponto, repetir a revolução de 1930, quando deu a esses homens o ônus de provar que os bens lhe pertenciam de direito. Sei bem, como sabem os homens de artilharia que há dois limites, sobretudo, a que os canhões se submetem: um que eles resistem bem, que é o da elasticidade; e o outro, que não podem mais resistir quando atingem, que é o limite da rutura.

Tenho a impressão, senhor presidente, que Vossa Excelência chegou ao limite de rutura e este governo também. Não me importa que neste instante a democracia seja definida apenas pelo texto de uma Constituição. O que me importa é que tenhamos a coragem histórica de retomar o processo, sabendo o ônus que vamos carregar e que principalmente Vossa Excelência carregará, para que tenhamos a possibilidade de corrigir os erros que nós antes cometemos e que tenhamos a coragem, maior ainda, de tirar lições desses erros, não deixando que, no momento em que vossa excelência tem a nação à sua mercê e deste governo, estes erros sejam confundidos e pretextos menos nobres sejam utilizados.

Com toda a minha vocação libertária e não liberticida, eu acho também, que, cumprindo um dever para comigo, um dever para com meu país eu aceito uma nova revolução.

================================================
O Ato Institucional No. 5 – AI-5
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/ai5/)

O Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, marcou o início do período mais duro da ditadura militar (1964-1985). Editado pelo então presidente Arthur da Costa e Silva, ele deu ao regime uma série de poderes para reprimir seus opositores: fechar o Congresso Nacional e outros legislativos (medida regulamentada pelo Ato Complementar nº 38), cassar mandatos eletivos, suspender por dez anos os direitos políticos de qualquer cidadão, intervir em Estados e municípios, decretar confisco de bens por enriquecimento ilícito e suspender o direito de habeas corpus para crimes políticos. O ministro da Justiça, Gama e Silva, anunciou as novas medidas em pronunciamento na TV à noite.

Os primeiros efeitos do AI-5 foram percebidos naquela mesma noite. O Congresso é fechado. O presidente Juscelino Kubitschek, ao sair do Teatro Municipal do Rio –onde tinha sido paraninfo de uma turma de formandos de engenharia– foi levado para um quartel em Niterói, onde permaneceu preso num pequeno quarto por vários dias, sem roupa para trocar e nada para ler. O governador Carlos Lacerda foi preso no dia seguinte pela PM da Guanabara. Após uma semana em greve de fome, conseguiu ser libertado. Para driblar a censura, o “Jornal do Brasil” tenta dar a dimensão dos acontecimentos na sua seção de meteorologia:

“Previsão do tempo:

Tempo negro.

Temperatura sufocante.

O ar está irrespirável.

O país está sendo varrido por fortes ventos.

Máx.: 38º, em Brasília.Mín.:5º, nas Laranjeiras.

(Publicado no Jornal do Brasil, no dia seguinte à decretação do AI-5)

Em 30 de dezembro saiu a primeira lista de cassações, com 11 deputados federais _dentre eles Márcio Moreira Alves (MDB-RJ), Hermano Alves (MDB-RJ) e Renato Archer (MDB-MA). A segunda lista, de 19 de janeiro de 1969, incluiu dois senadores _Aarão Steinbruck e João Abraão_, 35 deputados federais, três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) –Hermes Lima, Vítor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva– e um ministro do STM (Superior Tribunal Militar) –Peri Constant Bevilacqua, que, segundo escreveu o porta-voz de Costa e Silva, Carlos Chagas, era acusado de “dar habeas corpus demais”.

Três meses desde a edição do AI-5, encarregados dos inquéritos políticos passaram a poder prender quaisquer cidadãos por 60 dias, dez dos quais deveriam permanecer incomunicáveis. “Em termos práticos, esses prazos destinavam-se a favorecer o trabalho dos torturadores”, conta Elio Gaspari no livro “A Ditadura Envergonhada”. Sessenta e seis professores foram expulsos das universidades –dentre eles Fernando Henrique Cardoso, Florestan Fernandes e Caio Prado Júnior. Emissoras de televisão e de rádio e redações de jornais foram ocupadas por censores. Artistas como Marília Pêra, Caetano Veloso e Gilberto Gil foram apenas os primeiros a conhecer as carceragens da polícia política.

Ao todo, 333 políticos têm seus direitos políticos suspensos em 1969 (dos quais 78 deputados federais, cinco senadores, 151 deputados estaduais, 22 prefeitos e 23 vereadores). O Congresso permanece fechado até outubro, quando é reaberto para eleger Medici.

O AI-5 –que foi seguido por mais 12 atos institucionais, 59 atos complementares e oito emendas constitucionais– duraria até 17 de outubro de 1978. Sobre ele disse Costa e Silva, em discurso transmitido por rádio e TV, no último dia de 1968: “Salvamos o nosso programa de governo e salvamos a democracia, voltando às origens do poder revolucionário”. Em 13 de janeiro de 1969, o coronel João Batista Figueiredo, ex-chefe da Agência Central do SNI (Serviço Nacional de Informações) e ex-presidente da República (1979-1985), mandava carta a Heitor Ferreira, secretário de Geisel e Golbery: “Os erros da Revolução foram se acumulando e agora só restou ao governo ‘partir para a ignorância'”.

===================================================

A escalada dos fatos
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/reuniao/index.html)

Ao assumir a Presidência da República em março de 1967, Costa e Silva prometeu “respeitar o Legislativo”. Inicialmente, se inclinava a manter a legalidade, mas enfrentava fortes pressões dos setores da linha dura, que tinham apoiado sua candidatura à Presidência em oposição ao grupo de Castello Branco. Esses setores faziam restrições à nomeação do ministro da Fazenda, Delfim Netto, e exigiam que o Congresso aprovasse medidas que permitissem à Justiça Militar julgar civis por crimes políticos.

Costa e Silva resistiu às pressões para fechar jornais -como a “Tribuna da Imprensa” e o “Correio da Manhã”-, mas concordou em fechar a Frente Ampla, grupo político liderado por Carlos Lacerda.

Enquanto isso, os setores militares mais radicais começavam a praticar atentados. Até o final de agosto de 1968, 29 bombas haviam explodido em São Paulo -14 delas por ação da direita. Soldados e cabos da Força Pública (a Polícia Militar do Estado) foram presos por integrar uma rede terrorista comandada por Aladino Félix, que se autodenominava “o salvador dos afortunados”. Não tinha programa revolucionário ou ideal político. Ao ser detido, disse ter agido por ordem de Jayme Portella, chefe do Gabinete Militar de Costa e Silva.

O caso Para-Sar é emblemático da anarquia crescente nas Forças Armadas: segundo o capitão-aviador Sérgio Miranda de Carvalho, o brigadeiro João Paulo Burnier planejou explodir o gasômetro do Rio de Janeiro, o que causaria a morte de cerca de 10 mil pessoas, para culpar os grupos de esquerda e dar um pretexto para aumentar a repressão. O plano fracassou porque o capitão se opôs às ordens ilegais, denunciou Burnier e criou uma crise institucional. A sindicância sobre o caso deu vitória a Burnier. O caso acabou contado nas páginas do “Correio da Manhã” como a Operação Mata-Estudante.

Nesse período, cresciam as manifestações estudantis em protesto contra a reforma universitária prevista no acordo MEC-Usaid, assinado no governo Castello Branco. A repressão aos estudantes provocou a morte de Édson Luís Souto, no restaurante Calabouço, em março de 68. O fato deflagrou uma reação da sociedade civil que culminou na Passeata dos 100 mil, no Rio, em prol da liberdade dos estudantes detidos pela polícia e do ensino superior gratuito, em junho.

Após a passeata, o movimento estudantil refluiu, mas um discurso do deputado Márcio Moreira Alves na Câmara dos Deputados, em setembro, acusando o Exército de tortura, serviu de pretexto para o endurecimento do regime. O governo pediu licença para processar o deputado, mas a Câmara se negou a concedê-la. O general Jayme Portella, chefe do Gabinete Militar, aproveitou o momento, usando sua influência no oficialato, para construir a crise em torno do caso.

Se antes já se falava em estado de sítio, agora havia um consenso entre os membros do Conselho de Segurança de que algo mais radical poderia se justificar. Na noite de 13 de dezembro, o conselho reuniu-se para votar o texto de quatro páginas, redigido por Gama e Silva, ministro da Justiça. O presidente anunciou a reunião com as palavras “ou a revolução continua, ou se desagrega”, e pediu os pareceres dos presentes.

Apenas seu vice, Pedro Aleixo, votou contra a proposta. Dos outros, a maioria desejava o ato e todos consentiam com ele. Assim, naquela noite, ficaram instituídos o recesso do Congresso por tempo indeterminado, a suspensão do habeas corpus em caso de crimes políticos e o recrudescimento da censura aos meios de comunicação. A oposição legal perdia a voz.

Baixe o audio integral da reunião

http://media.folha.uol.com.br/treinamento/ai5/audioreuniao.zip

Triste de um país em que a JUSTIÇA é subalterna e vendida.

Triste país sem justiça independente
Brasil – Triste país sem justiça independente

O fato de um ex-comunista e poeta se colocar ao lado dos golpistas da direita não valida a destruição da democracia brasileira.

A trajetória e história tem, a cada dia ratificado que, nada é pior que um ex-comunista, não por ter conhecimento dos modos de proceder e conduzir as massas para que no fim seja um dos premiados com as benesses do poder, não por fingir ter objetivos altruístas no seu proceder, mas sim por ter durante todo o tempo escondido os seus mais íntimos desejos: a glória pessoal e o sacrifício dos mais humildes. Assim se faz um crápula.

O novo golpe que tenta se concretizar no Brasil, traz embutido em suas origens o gene dos USA, muitos argumentarão que não é verdade, mas a história recente mostra como em Honduras apoiado pelos militares, no Paraguay em três dias e no Brasil articulado, temos o sinal da oposição mas não de todos que se opuseram. Pois o próprio Partido dos Trabalhadores calou-se, digo no parlamento, após ter vencido as eleições em 2014.

A luta interna do poder, levou a divisão governamental a um nível nunca visto. Não precisa se opor, basta se calar e no devido momento colherá os frutos.

O fato de, num país machista como o Brasil ter eleito uma mulher e além disso combativa e de esquerda para Presidenta do país, jamais seria aceito pelos poderosos de então. A luta não bastaria ser realizada no Parlamento, teria que ganhar as ruas e assim foi feito em 2013. A vitória em 2014 era inadimissível, mas o povo a concedeu, ao comparar os programas de governo dos dois disputantes no primeiro e confirmado no segundo turno.

O segundo turno é sempre uma farsa, pois dá forças a quem teve apenas do segundo lugar em diante na ampla disputa de posições políticas, permite que sejam vendidas ou feitas concessões aos que ficaram para trás e se ocorrerem confluências na entrega de cargos ou posições políticas, os mais derrotados terão força política para intervir no governo dos vencedores. Assim aconteceu e aliou-se a essa conjuntura um machismo e ódio xenófobo que foi explicitado quando da realização da primeira etapa do GOLPE, nenhuma mulher, nenhum negro nos cargos distribuídos pelos GOLPISTAS.

O aparente arrefecimento, depois da explicitação da xenofobia, não muda na essência quem detém a grande parcela de poder nos GOLPISTAS. Não querem dividir o poder do macho em nenhum momento, se superam até nas vestimentas, quando escolhem outras categorias.

A questão parlamentar por trás do GOLPE é evidente, ampliar a corrupção, diminuir a cada dia a influência das mulheres, aumentar o poder dos criacionistas, entregar cargos de concepções que tentavam fazer da laicidade um princípio em um país de maioria conservadora, aos mais obtusos do conservadorismo. Assim conseguirão manter os mais humildes calados e sem reagir ou conquistar novas posições políticas e diferenciadas o poder coletivo.

Esses são os fundamentos que se instalaram com o atual GOLPE no poder central do Brasil.

Ratificados por um Supremo Tribunal Federal (STF), que da mesma forma que entregou Olga Benário para ser morta por Hitler, entrega a democracia brasileira para garantir aumentos dos próprios salários e perpetuar e garantir a volta da exploração no país.

Triste de um país em que a JUSTIÇA é subalterna e vendida.

A Pulha

BATE O DESESPERO EM ELIANE, QUE PEDE TRÉGUA A TEMER

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/235274/Bate-o-desespero-em-Eliane-que-pede-tr%C3%A9gua-a-Temer.htm

Catanhede pede arreglo
Catanhede pede arreglo

O 247 anuncia o que está acontecendo em Brasília, o USURPADOR está desesperado e os seus asseclas nervosos.

www.brasil247.com
www.brasil247.com

“Ciente do risco de reversão de votos no Senado, a colunista Eliane Cantanhêde faz um apelo para que a sociedade brasileira dê uma trégua ao presidente interino Michel Temer, mesmo reconhecendo que seu governo vai mal; “Uma saída é dar uma trégua para Temer governar e a equipe de Henrique Meirelles tentar por a economia em ordem nesses dois anos e meio, para entregar para os eleitores em 2018 um país razoavelmente saneado”, diz ela; “o esforço para derrubar Temer, neste momento, é trabalhar contra o Brasil”