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Bom dia LULA

Bom dia LULA!
Bom dia LULA!

O JB tem lado.

O JB tem lado.

O JB tem lado.
O JB tem lado.

Leia no original:

http://www.jb.com.br/editorial/noticias/2018/03/07/prisao-de-lula/

abaixo o Editorial copiado no endereço da internet acima citado.

JB Editorial

07 de março de 2018

PRISÃO DE LULA

A confirmação da pena de prisão do ex-presidente Lula, que em breve estará chegando ao ápice com o seu recolhimento por agentes da Polícia Federal, encarregados de conduzi-lo em nome da Justiça, é acontecimento que pode e não deve passar por cima de aspectos importantes a serem transferidos ao julgamento da História, notadamente quando se trata de um homem que há pouco definia os destinos do país em dois mandatos, depois de passar por incontestada liderança dos trabalhadores; foi quando viveu uma quadra em que o desempenho desse papel de comando, não raro, exigia que a vida fosse colocada em risco. O metalúrgico Lula passou pela experiência sob o pesado clima de excepcionalidade das instituições, e, galgando degraus, convivendo com não poucas derrotas, chegou à presidência da República, onde, forçoso reconhecer, contribuiu para ampliar o debate de questões internas e projetar o Brasil no Exterior, alguma vezes inspirado apenas no seu jeito de ser, com lances de simplicidade e improvisação peculiar ao seu temperamento. São aspectos que, de tão evidentes, parece, não comportam contestação.

Na ocupação da primeira magistratura, Lula contabilizou acertos e equívocos, tal como ocorreu com todos os que o antecederam e certamente haverá de ocorrer com todos os posteriores. Sempre foi assim, porque errar e acertar é o que rege a vida de todos. No caso dele, admitidos os tropeços em função do cargo que ocupou, é notório que nada o diferenciou dos demais, até porque, cabe considerar, só se governa com a capacidade do governante de fazer concessões. Esta foi a forma também cobrada a ele nos oito anos de mandato, quando ficou patente, para sua infelicidade, que só lhe faltaram competentes antídotos, professores e orientadores hábeis, capazes de o imunizar contra maiores responsabilidades nos favores e nas tolerâncias indevidas. Faltou-lhe, é certo, o mesmo e eficiente jogo de cintura do presidente Michel Temer, que, mais que qualquer outro – muito mais que Lula – cede às imposições de deputados, senadores e outros poderosos, em nome de uma governabilidade que no Brasil deixou de ser essencial para se tornar verdade indispensável. Lula, cedendo muito menos, não foi suficientemente cuidadoso para preservar a própria pele, o que permitiu à Justiça cortá-la e sangrá-la, como exemplo para o futuro e o resgate do passado. Pois bem. Nesta hora em que ele vai ser retirado de cena, confortado por alguns poucos amigos fieis que ainda não bateram em retirada, é preciso dizer que esse ex-presidente é, sobretudo, vítima de uma estrutura político-jurídico-cultural que impõe ao estadista fazer o que muitas vezes não deseja fazer; porque essa mesma estrutura, aparentemente poderosa sob as rédeas de um presidencialismo imperial, fraqueja habitualmente, deixa nu o governante, quando se lhe deparam interesses múltiplos, muitos dos quais capazes de corroer o governo, criar ciladas e produzir crises de consequências imprevisíveis. Ou cede ou não administra; se não administra, capitula ante seus deveres constitucionais.

Tudo isso para dizer que Lula é também vítima, sem bastar a certeza, como se disse, de que aspectos que nesta hora podem passar em branco ficam para a consideração da História, mas machucam quem é a vítima de agora. O que então pode diferenciá-lo de outros, próximos ou de passado distante, é que não teve suficiente sensibilidade para se preservar e se precaver de erros comuns na administração do governo federal. Em vida palaciana o que não falta são gentilezas de oportunismo, como sabem e podem atestar todos os que transitam pelo poder. Um sítio de presente em Atibaia, um apartamento de origem duvidosa podem ser gentilezas suspeitas, mas seria injusto atribuir ao ex-presidente, em função desses regalos, fábulas que inexistem, como a acumulação de fortunas, que não teve e não tem nos bancos suíços ou no paraíso das Bahamas. Mais do que ele, muito mais, foram os enriquecimentos das quadrilhas que não soube conter durante seus dois mandatos. Dessas quadrilhas certamente figurou na lista das vítimas, e talvez a Justiça tivesse pouco ou nada a lhe cobrar, se Lula, engavetando a velha imprudência do torneiro mecânico, tivesse à mão não assessores e grupos de influência famélicos e sedentos, mas colaboradores de sinceras intenções.

Claro ficando que longe está qualquer intenção de abafar irregularidades e admitir como razoáveis falcatruas dos governantes, o que se torna indispensável é tomar em conta que o ex-presidente não pode se tratado como detentor de todos os males que infelicitam o Brasil dos nossos dias. Que seja condenado apenas por ter sido dirigente temporário pouco atento e concessivo de um carcomido modelo de governo centralista, e, por isso mesmo, fraco para reagir às imposições dos poderes que são capazes de estrangulá-lo; os mesmos poderes que sempre levantam tal ameaça.

Antes de prender Lula, desejável seria que se condenasse à morte o modelo político do qual foi vítima, como vítima somos todos nós.

Entrega das assinaturas que pedem ao STF A ANULAÇÃO DO IMPEACHEMANT da DILMA ROUSSEFF

Esse é o Brasil em 2018, tentam impedir a entrega de assinatura dos brasileiros para solicitar a anulação do impeachemant da Presidenta Eleita, no dia da mulher, 8 de março de 2018 e com uma mulher Presidenta do STF.

8 de maio – Dia Internacional da Mulher.

VIVA O DIA DA MULHER – 8 de maio de 2018

8 de maio – Dia Internacional da Mulher

Que a igualdade entre os seres humanos seja verdadeira

8 de maio -Dia Internacional da Mulher.
8 de maio -Dia Internacional da Mulher.

O Novo Ministério e o Candidato à Presidência em 2018.

Raul Jungmann toma posse como ministro da Segurança Pública, demite Fernando Segovia, Rogério Galloro será o novo diretor-geral da Polícia Federal.

O jogo político é feito de riscos calculados com antecendência.

O USURPADOR tem conhecimento que não terá respaldo público para arriscar uma candidatura ao cargo máximo do país, e sendo assim, os planejadores do atual governo (Governo do USURPADOR), mexem suas cartas e preparam o ex- Ministro da Defesa para ser o candidato da situação.

Uma boa bandeira de luta é:
a luta contra a violência.

Um bom respaldo apesar dos riscos é:
o respaldo militar.

O IPEA em 05/06/2017 apresentou o: ATLAS DA VIOLÊNCIA 2017 MAPEIA OS HOMICÍDIOS NO BRASIL, que indica: “os homens jovens continuam sendo as principais vítimas: mais de 92% dos homicídios acometem essa parcela da população. Em Alagoas e Sergipe a taxa de homicídios de homens jovens atingiu, respectivamente, 233 e 230,4 mortes por 100 mil homens jovens em 2015.

A cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negras. De acordo com informações do Atlas, os negros possuem chances 23,5% maiores de serem assassinados em relação a brasileiros de outras raças, já descontado o efeito da idade, escolaridade, do sexo, estado civil e bairro de residência.

Os dados sobre mortes decorrentes de intervenção policial apresentam duas variações: as analisadas por números do SIM na categoria “intervenções legais e operações de guerra” (942) e os números reunidos pelo FBSP (3.320) em todo o país. Os estados que mais registraram homicídios desse tipo pelo SIM em 2015 foram Rio de Janeiro (281), São Paulo (277) e Bahia (225). Pelos dados do FBSP, foram registrados em São Paulo 848 mortes decorrentes de intervenção policial, 645 no Rio de Janeiro 645 e 299 na Bahia.”

Diante desse quadro e com a derrota na reforma da previdência – que nem foi à votação, o Governo USURPADOR, prepara o bote: JUNGMANN PRESIDENTE.

Esse será o novo mote, que após uma segunda INTERVENÇÃO FEDERAL em um Estado do NORDESTE, catapultará essa candidatura oriunda do GOVERNO USURPADOR.

Com um nome respaldado pela luta contra a segurança, com passagem apaziguadora no Ministério da Defesa e oriundo de um pequeno partido o PPS, que ainda traz como origem o PCB.

É uma cartada de mestre.

O problema é que desconhece, e não pensa, nas cartas que estão nas outras mãos, e conta com a  decisão judicial pré-acordada.

O tempo é curto, a desvinculação de cargo para poder se candidatar tem o prazo final em 07 de abril de 2017.

É viver pra ver!

A defesa da INTERVENÇÃO sem proposta concreta de solução para o RJ.

INTERVENÇÃO NO RIO DEhttps://oglobo.globo.com/opiniao/preconceito-contra-intervencao-22423762 JANEIRO
APROVADA NO CONGRESSO NACIONAL.

Após 4 dias, a intervenção o Estado Rio de Janeiro, só atua no fichamento dos moradores das comunidades, nada é feito na zona dos privilegiados(Zona Sul) do Rio de Janeiro.
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Defendendo a INTERVENÇÃO: VLADIMIR PALMEIRA

Publicado na OPINIÃO PÚBLICA(OP) jornal o Globo (23/02/2018 – https://oglobo.globo.com/opiniao/preconceito-contra-intervencao-22423762) e republicado no sítio do Minitério da Defesa – Exército Brasileiro (http://www.eb.mil.br/web/resenha/display/-/asset_publisher/9B8IpAnDp1we/content/preconceito-contra-a-intervencao-artigo-).

Em um artigo que admite que a INTERVENÇÃO não é a solução do problema, Vladimir Palmeira repete que a POLÍCIA é incompetente para dar solução a violência no RJ, confirma o fim do Governo Estadual do PEZÃO e coloca a responsabilidade da solução do problema violência nas eleições de 2018.

A minha discordância é o significado da defesa de um aparato militar, que tem o objetivo de defender o Governo Golpista e prepara um caminho para a não realização das eleições gerais de 2018.

Utiliza-se do Exército Brasileiro, para constranger as populações oprimidas pelo banditismo-policialesco, fazendo um cadastramento humilhante dos moradores das comunidades.

Qual é o objetivo senão, ameaça-los com a chancela do EB, que de agora em diante todos estão sendo investigados e na realidade nenhuma investigação é realizada, mas suas identidades civis e residências estão disponíveis não sabemos pra que nem pra quem.

A imprensa, que também apoia a INTERVENÇÃO e trabalhou para implementa-la, está proibida de informar, assistir e perguntar para que essa identificação dos moradores de comunidades servirá ou a quem servirá.

Esse ato é a ponta do iceberg que poderá ser concluído com a suspensão das eleições em 2018.

Leiam o artigo:

Preconceito contra a intervenção
Vladimir Palmeira

A esquerda reagiu mal à intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro, com a indicação de um general do Exército para cuidar da área. De forma preconceituosa. E partidarista.
Aqueles que tentam elevar um pouco a crítica afirmam, com razão, que a intervenção não resolverá o problema da violência no Rio de Janeiro. De fato, não resolverá.
Sabemos que a solução deste problema, sempre parcial, aliás, só virá com medidas a longo prazo. A mais importante das quais é, sem dúvida nenhuma, uma distribuição de renda mais justa em nosso país. Não me refiro somente à renda no sentido estrito. Mas também à melhoria efetiva nas áreas de transporte, educação e saúde.
Do ponto de vista policial, estamos diante de mais de uma questão. Em primeiro lugar, nossa polícia tem um grau de despreparo muito alto. Em segundo lugar, houve a preferência pela ação repressiva, e não investigativa. Em terceiro lugar, a própria polícia está em parte ligada à corrupção – basta lembrar o caso do batalhão de São Gonçalo. Em quarto lugar, houve um grande descaso depois do fracasso das UPPs – a demagogia desmascarada trouxe não novas propostas, mas uma terrível inação. Como resultado, a guerra entre quadrilhas tornou-se mais radical, e os próprios policiais começaram a ser mortos sistematicamente pelos bandidos.
Finalmente, a ação policial CabralPezão desconsiderou completamente qualquer poder civil e as comunidades interessadas.
Evidentemente, a intervenção federal não vai resolver este tanto de questões. Mas a situação estava ficando insustentável. A morte de inocentes, sobretudo nos bairros pobres, estava saindo dos limites. A polícia não tinha mais rumo. Rumo nenhum.
O Rio precisava de um choque positivo. A intervenção federal pode representar este choque. Um chega pra lá na bandidagem. Dependendo de como for conduzida, em coordenação com a polícia investigativa, pode deter o avanço da violência.
Às entidades da sociedade cabe acompanhar as ações e denunciar caso os direitos individuais dos moradores sejam violados pelos soldados do Exército – assim como deve ser feito quando esses direitos são violados pelos policiais militares.
Soluções a longo prazo serão debatidas no processo eleitoral. E poderão ser implementadas por um governo eleito.
O governo Pezão já acabou. Por isso, inclusive, a intervenção federal deveria ter vindo antes e ter sido feita de forma completa, afastando o governador. O governo Crivella, por sua vez, nunca começou. É importante, que, dado um chega pra lá nos bandidos, os partidos, inclusive, de esquerda, assumam suas culpas e tratem de mudar a política geral de segurança.
Morte de inocentes, sobretudo nos bairros pobres, estava saindo dos limites
Fonte: O GLOBO – RJ
Autor: Vladimir Palmeira

Preconceito contra a INTERVENÇÃO no RJ
Preconceito contra a INTERVENÇÃO no RJ

INTERVENÇÃO no Estado do RIO DE JANEIRO Fevereiro/2018

Publicado em 19 de fevereiro de 2018

Carnaval das campeãs CENSURADO!

Fevereiro 2018 - Rio de JaneiroFevereiro 2018 - Rio de Janeiro
Fevereiro 2018 – Rio de Janeiro

16 de fevereiro de 2018 – INACREDITÁVEL

Inacreditável!

Imagine o GOVERNO FEDERAL intervindo no Rio de Janeiro!

Governo federal fará intervenção na segurança do Rio

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - jornal FOLHA DE SÃO PAULO
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal FOLHA DE SÃO PAULO

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/02/governo-decide-fazer-intervencao-na-seguranca-publica-do-rio.shtml

OPINIÃO PÚBLIC(OP) - jornal O GLOBO
OPINIÃO PÚBLIC(OP) – jornal O GLOBO

https://g1.globo.com/politica/noticia/governo-decide-decretar-intervencao-na-seguranca-publica-do-rio.ghtml

2017 se foi, que venha 2018

2017-2018
2017-2018

2017

O fim do ano se aproxima, e todos os pombos foram pra mesma praça. Todos é uma forma de dizer dos que compareceram, ninguém falou nada sôbre quem não foi.

Disputaram as mesmas taças coloridas usadas em outro ano, beberam claro, uma nova garrafa de espumante, nome novo do champagne, ninguém questiona.

Acabou a garrafa abriram outra, não garanto as duas, mas uma era nacional, e estava ótima, a segunda foi melhor ainda.

Menos abraços, menos saudações e nenhum comentário, alguns viajaram, outros foram beber em outros copos, ocorre que nesses momentos não é quantidade, e cada um guarda para si quem fez falta.

Assim discretos todos ficaram alegres e esperançosos com o início da próxima repetição, que deram o nome de Ano Novo, vai mudar o final, mas continuar na mesma década, no mesmo milênio, que esse nenhum verá o final.

Somos escolhidos, melhor privilegiados, e fomos premiados, mudamos de século, todos viveram o século XX, e agora desfilam pelo XXI, sem comentar, nem citar essa façanha, afinal já estamos quase na segunda década e o passar de década já é uma glória, para quem vem de outro milênio.

Na verdade nada disso tem muita importância, o passar dos dias sim, somos como formiga, cada dia é uma aventura, a contagem antes era de décadas.

Estamos felizes, estamos vivos, ou melhor vivendo, muito embora para alguns seja inadmissível viver esses tempos, não nos preparamos para essa era, a era do atraso, da dissimulação, da perseguição aos mais desvalidos é pior, se glorificando por isso.

Assim seguiremos vivenciando derrota e breves vitórias e melhorias para uma maioria que não luta por nada, pois todos os dias buscam sobreviver e não têm tempo de sonhar e discutir a vida que vivem.

2018 chegou.

Projeto Brasil Nação, Intelectuais, artistas puxam a assinatura

Manifesto ultrapassa 100 mil assinaturas com a adesão de artistas

Do Projeto Brasil Nação

Na virada do ano, o manifesto “Eleição sem Lula é Fraude” ultrapassou as 100 mil assinaturas. O ator Wagner Moura, a atriz Marieta Severo, os diretores de cinema Kleber Mendonça e Sergio Machado, o escritor Mario Prata, o teatrólogo Amir Haddad, a psicanalista e fundadora do Instituto Augusto Boal Cecília Boal aderiram nesta semana ao manifesto, que denuncia a perseguição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defende eleições livres e a democracia no Brasil.

Lançado pelo economista Luiz Carlos Bresser Pereira, o diplomata Celso Amorim, o cantor Chico Buarque, os escritores Raduan Nassar e Milton Hatoum, a socióloga Maria Victoria Benevides, o jurista Fábio Konder Comparato, a jornalista Hildegard Angel e o ativista social João Pedro Stedile, como uma iniciativa do Projeto Brasil Nação, o manifesto já está com 112 mil adesões nesta quarta-feira (3/1).

“A trama de impedir a candidatura do Lula vale tudo: condenação no tribunal de Porto Alegre, instituição do semiparlamentarismo e até adiar as eleições. Nenhuma das ações elencadas está fora de cogitação. Compõem o arsenal de maldades de forças políticas que não prezam a democracia”, diz o texto.

O manifesto ganha adesões em todo o mundo de intelectuais preocupados com o quadro político no país com a perseguição ao ex-presidente Lula, como da presidenta da Confederação Internacional dos Sindicatos de Trabalhadores, a australiana Sharan Biurrow, e do ex-diretor executivo da entidade “The Elders”, que reúne grandes lideranças mundiais e ex-chefes de Estado, Abdrew Whitle, e do professor emérito da Universidade Jawaharlal Nehru New Delhi, o indiano Deepak Nayyar,

Da Europa, aderiram Heidemarie Wieczorek-Zeul, ex-ministra da Cooperação para o Desenvolvimento da Alemanha; Stefan Rinke, professor do Institute of Latin American Studies e do Friedrich-Meinecke-Institut, Freie Universität Berlim (Alemanha), Inês Oliveira, cineasta (Portugal); Maria Luís Rocha Pinto, professora-associada da Universidade de Aveiro (Portugal); Filipe do Carmo, pesquisador, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Portugal); Pedro de Souza, pesquisador e editor (Portugal).

Na França, o manifesto circula nos principais centros de conhecimento, com a adesão de Luc Boltanski, sociólogo, diretor de estudos honorário da EHESS; Francine Muel-Dreyfus, socióloga, diretora de estudos honorária da EHESS; Gisèle Sapiro, socióloga, diretora de pesquisa do CNRS, diretora de estudos da EHESS; Héctor Guillén Romo, professor de economia da Universidade Paris-VIII; Jean-Yves Mollier, professor emérito, Centre d’histoire culturelle des sociétés contemporaines, Université de Versailles; Michel Pialoux, sociólogo, professor aposentado de Paris V, membro do CESSP; Monique de Saint Martin, socióloga, diretora de estudos honorária da EHESS; Paul Pasquali, sociólogo, chargé de recherche CNRS, membro do CURAPP-ESS, Universidade de Amiens; Rose-Marie Lagrave, socióloga, diretora de estudos honorária da EHESS; Pierre Salama, professor emérito da Universidade de Paris 13; Roger Chartier, diretor de estudos da EHESS e professor do Colllège de France.

Na América Latina, estão entre os novos signatários Monika Meirelles, do Instituto de Investigaciones Económicas IIEc-UNAM (México); Juan Arturo Guillén Romo, professor e pesquisador da UAM (México); Pablo Edgardo Martínez Sameck, professor titular de sociologia da Universidad de Buenos Aires.

Um grupo de artistas reconhecidos da cultura uruguaia, formado pelos atores Jorge Bolani, Julio Calcagno, Myriam Gleijer, Héctor Guido (Teatro El Galpón), Solange Tenreiro (Teatro El Galpón), Silvia García (Teatro El Galpón), Pierino Zorzini (Teatro El Galpón), Dante Alfonzo –(Teatro El Galpón), Elizabeth Vignoli, Anael Bazterrica , os produtores Laura Pouso, Gustavo Zidan, o escritor Atilio Perez da Cunha, os diretores de teatro Jorge Denevi e Dervy Vilas e os músicos Eduardo Larbanois e Mario Carrero, aderiu ao manifesto.

Dos Estados Unidos, assinaram o documento Robert DuPlessis. professor emérito de história, Swarthmore College; Ronald H. Chilcote, Political Economist University of California, Riverside; Santiago Barassi, sociólogo da Universidad de Buenos Aires; Sean Mitchell, fundador e presidente da Wojtyla Society, autor de Those Catholic Men; Michael D. Kennedy, Professor de sociologia International and Public Affairs, Brown University e Cyrus Bina, Journal of Critical Studies of Business and Society, editor assistente do Journal of Iranian Research & Analysis.

Repercussão mundial

Lançado em 19 de dezembro, o manifesto ganhou a adesão da ex-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, o historiador inglês Peter Burke, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, a escritora portuguesa e presidenta da Fundação José Saramago Pilar del Rio, do linguista e filósofo norte-americano Noam Chomsky, o prêmio Nobel da Paz Adolfo Esquivel e do ex-ministro das Finanças da Grécia Yánis Varoufákis.

A carta ganhou a assinatura de figuras reconhecidas no Brasil, com a adesão do teólogo Leonardo Boff, do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, da sambista Beth Carvalho, das atrizes Bete Mendes, Silvia Buarque e Soraya Ravenle, do cartunista Renato Aroeira, dos cineastas Silvio Tendler e Walter Lima Júnior, do artista plástico Ernesto Neto.

Da cena política brasileira, Manoela D´Ávila, deputada estadual do PCdoB; Guilherme Boulos, coordenador do MTST e da Frente Povo Sem Medo; Vagner Freitas, presidente da CUT; João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical; Edson Carneiro Índio, Secretário Geral da Intersindical; Raimundo Bonfim, da Central de Movimentos Populares (CMP) e Nalu Faria, da Marcha Mundial das Mulheres, também aderiram ao documento.

O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) marcou para o dia 24 de janeiro o julgamento do Lula na Operação Lava Jato no caso do triplex do Guarujá.

Os signatários do manifesto denunciam que “a tentativa de marcar em tempo recorde para o dia 24 de janeiro a data do julgamento em segunda instância do processo de Lula nada tem de legalidade. Trata-se de um puro ato de perseguição da liderança política mais popular do país”.

Para ler (com tradução em inglês, francês, espanhol e árabe) e assinar o manifesto, acesse o link https://www.change.org/p/sociedade-brasileira-em-defesa-do-direito-de-lula-ser-candidato-a-presidente-do-brasil?recruiter=843995033&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink&utm_campaign=share_petition&utm_term=share_twitter_responsive