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OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO inicia nova perspectiva política.

Domingo 21:30 h OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO, começa nova ação política.

-Juiz crítica o STF e ensina como os políticos devem agir políticamente.
– Juiz declara que processo e julgamento deve agir conforme a lei.
– Juiz declara que problema é políticos não agirem em defesa do processo jurídico.
– Juiz declara que é vergonhoso tentar impedir o combate da corrupção.
– Juiz assume que é um ente político, sua fala não é de um juiz
– Repórter incentiva o ataque pelo juiz ao Congresso Nacional.
– Juiz declara que pode haver “equívocos” na colaboração premiada.
– Repórter diz que há críticas nas prisões prolongadas para forçar a delação premiada.
– Juiz diz que a absoluta maioria das delações foram realizadas com pessoas em liberdade.
– Juiz compara corrupção com casos de Serial Killer, que é necessário o julgamento drástico para punir corrupção.
– Repórter: Como é avaliado pelo juiz as críticas às prisões em Segunda Instancia, que no STF é criticado.
– Juiz declara que o julgamento final como definitivo para prisão ele declara que não mude a prisão em segunda instância. E declara que é importante ter provas. E é importante os acordos das delações premiadas.
– O ex-presidente Lula se diz perseguido.
– O juiz diz que é complicado.
– O Repórter pergunta se condenou Lula sem provas que os advogados declaram isso.
– Juiz diz que condenou de acordo com o que entendeu.
– Juiz não tenho nenhum processo à julgar com o ex-presidente de partido, que sentou ocasionalmente ao meu lado. Resposta à pergunta de foto divulgada nas redes.
– Juiz declara que a competência é Curitiba pelas cortes superiores.
– A lava jato começou com um caso de parlamentar paranaense e se vinculou à questões de corrupção na estatal do petróleo, por isso está em Curitiba.
– o relativo sucesso da lava jato é um triunfo coletivo e do apoio da opinião pública e da sociedade civil e não de uma pessoa.
– Repórter: a lava jato está perto do fim? ( propaganda interrompe entrevista)
– Entrevista volta com a pergunta novamente.
– é uma pergunta complicada e a justiça está hoje espalhada com processos de corrupção por vários outros locais. Me parece que o trabalho em Curitiba já percorreu bom caminho.
– Juiz declara que vai a até o fim.
– Repórter: sofreu ameaças?
– Juiz vou pular a resposta.
– Repórter: como se sente quando aparece nas pesquisas eleitorais.
– Juiz: não vejo sentido em pedir para retirar meu nome das pesquisas e não serei candidato.
– Repórter: o que espera pós lava jato?
-Juiz: a lava jato não vai acabar com a corrupção e espero que ela acabe bem. A justiça começou o combate à corrupção com a ação 470.
Juiz passa a falar politicamente sobre loteamento de cargos públicos, passou a falar exclusivamente de política, não mais é, o que disse ser opção pessoal: JUIZ.
Assim encerrou a entrevista exclusiva.

Sem máscaras -13/outubro/2017

Sem máscaras
Sem máscaras

BRASIL o USURPADOR DESTRÓI 2017

Brasil 2017 - o USURPADOR DESTRÓI

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O QUE ME DIZ A CARTA DO palocci

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A íntegra do Texto:

O QUE ME DIZ A CARTA DO palocci

Com que, então, Palocci, o Alheio, acorda de uma longa hibernação hipnótica. Depois de mais de uma década, tem a, ao que parece, iluminação.

Palocci, o Acusador, não é muito preciso em suas acusações. Não há detalhes e nem afirmações frontais, nada é imperativo. Há muitas lacunas, palavras e frases soltas, frases de efeito. Mas ele se vale disso para criar um jogo, no qual o alvo é Lula (percebam, não é o PT). Sutil, reticente, jogo de morde-e-sopra, xadrez. Mas o vilão é um só.

Palocci, o Domado, proclama que jamais esquecerá o dia (não precisou quando) em que Lula determinou encomendas de sondas e propinas. Não diz quais sondas, não diz quais propinas, não entra em detalhes, mas insinua que foi aí, naquele momento impreciso, que o PT teria sucumbido ao pior das práticas políticas. Não diz quais. Solta palavras e insinuações – corrupção, “tudo pode”, “terreno pantanoso” -, sem fazer acusações pontuais. Tudo no vago terreno do imaginário, do imaginário de quem lê ou que se deixa influenciar.

Palocci, o Demente, atribui à sua saída do governo, em 2006, o debacle do PT. Talvez Palocci, o Desmemoriado, esqueça que voltou ao governo em 2011. Viu, esqueceu, voltou, esqueceu, lembrou?

Palocci, o Ausente, lança palavras ao vento – enumera “presentes, sítios (quais?) e apartamentos” talvez recebidos por quem sabe Lula, mas sem dizer quando e nem como e nem porquê.

Mas Palocci, o Adestrado, vai mais longe na manipulação das emoções. Ele cutuca e fere no terreno dos sentimentos mais íntimos, talvez os mais piegas – os sentimentos e referências do afeto, da lealdade, do amor. Diz Palocci, o Copiador, em sua carta: “Até quando vamos fingir acreditar na autoproclamação do homem mais honesto do país enquanto os presentes, os sítios, os apartamentos e até o prédio do Instituto (!!) são atribuídos a Dona Marisa?”

D. Marisa, companheira de Lula por décadas, cujo nome nenhum deles jamais defendeu enquanto viva, virou recurso de marketing dos canalhas.

Li a íntegra da carta do Palocci em sua ensaiada saída do PT. Roteiro novelesco, com todos os ingredientes que vem sendo milimetricamente ofertados nos roteiros da Lava Jato e da Globo.

Nenhum desses ingredientes é mais cruel e mais farsesco (e, por isso, mais revelador) do que asquerosa e repetida acusação de que Lula usa o nome de d. Marisa para encobrir seus atos. Desde a morte de d. Marisa, esse é o recurso mais vil dos ataques a Lula.

Está lá, desde o interrogatório de Lula por moro, quando o juiz de primeira instância citou repetidamente e deliberadamente d. Marisa, induzindo o presidente a também falar sobre a esposa. Era o mote de que precisavam os canalhas para acusar Lula de jogar sobre a esposa as suas responsabilidades; a crônica de Ricardo Noblat foi a mais memorável dessas canalhices.

Pois é o que repete Palocci, em sua carta. E, ao fazer isso, Palocci, o Marionete, expõe toda a farsa do texto e do roteiro a que se presta.

Felicidade Fechada – Miruna Genoino

Lançamento do livro:
Felicidade Fechada de Miruna Genoino
no Sindicato do Engenheiros do Rio de Janeiro
06/julho/2017

Miruna Genoino e Luciano Menezes lançamento no Rio de Janeiro do livro Felicidade Fechada.
Miruna Genoino e Luciano Menezes lançamento no Rio de Janeiro do livro Felicidade Fechada.

Partido Supera Dignamente Bandalheira – LIVRE Superou Tudo Fortemente

LIVRE - Superou Tudo Fortemente
LIVRE – Superou Tudo Fortemente

Partido Supera Dignamente Bandalheira.

Finalmente tira a máscara.

Míriam Leitão assume e adere aos corruptos
Míriam Leitão assume e adere aos corruptos

Domingo 18 de junho de 2017

A loucura que se estabeleceu no Brasil quando tiraram a Presidenta Dilma Rousseff e colocaram na direção do pais um grupo de corruptos.

FLORA DAEMON

18 DE JUNHO DE 2017

Hoje eu tomei um soco no rosto. O primeiro em 35 anos. Assim, no meio da rua, num domingo ensolarado, na frente de duas ou três dezenas de pessoas. Apanhei porque não permiti que alguém fosse linchado por ter roubado um celular de uma mulher que, por sua vez, não queria prestar queixa na delegacia. Fui machucada, ofendida, empurrada e ameaçada por vários, incluindo um sujeito armado, porque defendi em alto e bom som que o homem fosse encaminhado para a polícia para que, nessa instância, as medidas fossem tomadas. Não ousei, sendo minoria absoluta na cena bizarra, entoar qualquer frase que rimasse com direitos humanos. Eu só tentava fazer com que aquele corpo negro estendido no chão não fosse chutado, esmurrado, humilhado. Apanhei, fui cercada e xingada por vários sendo mulher, branca e desarmada num bairro da zona sul carioca. E assim agi porque (já) sabia que se tratavam dessa maneira minha dignidade e meu corpo, a pisada no pescoço para “imobilizar” o homem negro não arrefeceria a sede de sangue dessa classe média pavorosa. O fascismo está vencendo. E a responsabilidade é nossa que assistimos, consternados, essa “gente de bem” fazendo “justiça” com suas próprias mãos. Estou farta de tudo. Inclusive desses olhos que desviam da dor alheia.

A foto, lamentável, não me constrange. E se você acha “desnecessária” essa publicação, talvez deva andar mais pelo Rio de Janeiro.

Flora Daemon
Flora Daemon

13 episódios sobre os trabalhadores brasileiros.

Assista 13 episódios sôbre os trabalhadores brasileiros.

O que será do Brasil?

Hoje

O próximo dirigente principal do Brasil
O próximo dirigente principal do Brasil