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A REDE GLOBO É MACHISTA E NEFASTA PARA O POVO BRASILEIRO


A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO é nefasta, com suas novelas, tenta fazer a vida brasileira ser uma novela.

Pode ser melhor ou pior, todos nós sabemos.

Mas, o caso da Su Tonani e José Mayer, é sintomático e mostrou o que a DESASTROSA DEFENDE.

Ficou calada durante a circulação da denúncia.

Ficou calada quando o personagem machista se desculpou.

Mesmo depois que, o movimento das mulheres e atrizes apoiando a Su Tonani ganhou visibilidade, ainda assim, continuou calada e  sem se posicionar,  apenas informou que puniu o agressor.

Esta é a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO que sempre defende e atua apenas com o que aumenta suas finanças, e, é sempre contra o que o Brasil valoriza.

A REDE GLOBO é NEFASTA para todos os brasileiros.

FORA A REDE GLOBO.

 

O TSE caminha para manter o USURPADOR!

http://g1.globo.com/politica/noticia/dilma-temer-ministros-concordam-em-adiar-julgamento-e-dar-mais-prazo-a-defesa.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

TSE
TSE

O Estado do Rio de Janeiro desgovernado.

De forma absurda a PM-RJ matou uma estudante no pátio da escola.

Prefeito Marcelo Crivella município do Rio de Janeiro
Prefeito Marcelo Crivella município do Rio de Janeiro

O Prefeito falou que iria blindar as escolas, uma fala rídícula.

O Secretário de Educação, propõe uma estratégia para tentar resolver no futuro um problema que está vinculado a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro.

O Estado do Rio de Janeiro, está desgovernado é um caos, vide a prisão do Presidente da ALERJ e de juizes do TCU.

Talvez não reste nada além da intervenção no Estado, mas que tem condições de intervir?

Não existe ninguém, nem nenhum orgão público capaz.

É o Rio de Janeiro desgovernado.

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UOL Notícia – https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2017/04/01/crivella-critica-policia-anuncia-reuniao-de-seguranca-e-defende-blindar-escolas.htm

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Crivella critica polícia, anuncia reunião de segurança e defende blindar escolas

Fábio Grellet

Rio 01/04/2017 – 14h53

Luciano Belford/AGIF/Folhapress

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, durante o enterro da adolescente Maria Eduarda,

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), esteve neste sábado (1º) no cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita (Região Metropolitana do Rio), onde foi enterrada a adolescente Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, morta por uma bala perdida enquanto estudava na Escola Municipal Daniel Piza, em Acari (zona norte do Rio), na última quinta-feira (30). Crivella chegou ao final da cerimônia e conversou com a família da adolescente, após o sepultamento.

Ele criticou a ação da polícia, defendeu a blindagem das escolas e anunciou uma reunião para lançar um gabinete institucional de segurança na próxima quarta-feira (05).

“Essa reunião já estava marcada, e vão participar o secretário de Segurança, a Polícia Militar, a Guarda Municipal, também pedi a presença do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, da Força Nacional de Segurança, da Polícia Rodoviária Federal, e nós todos juntos precisamos ter um plano para a segurança do Rio de Janeiro. Embora a competência (sobre segurança pública) seja do Estado, a prefeitura também pode colaborar”, afirmou.

Crivella criticou a ação da Polícia Militar, que provocou um tiroteio perto da escola onde Maria Eduarda estava. “É preciso conversar com a tropa, não é possível haver disparos próximos de escola, não é possível que isso ocorra de novo. Quando há inocentes perto de operações, não se pode haver tiroteio com fuzis, é um risco muito grande”.

O prefeito também defendeu a blindagem das escolas situadas em lugares conflagrados. “Em 2007 eu já falava que era necessário, nas áreas onde existe tráfico, uma alvenaria que não permita passar os projéteis. Tiro de fuzil é uma tragédia. Se pudesse, já teria feito (a blindagem) desde 2007. As paredes das escolas precisam ter essa argamassa, que não é uma coisa cara, são três ou quatro centímetros”, afirmou.

Crivella disse ainda que a família da adolescente terá apoio de psicólogos da prefeitura. “Nesse momento o mais importante é a solidariedade, o apoio psicológico. A mãe deve estar com o coração estraçalhado”.

Enterro

A estudante Maria Eduarda Alves da Conceição foi enterrada às 13h10 deste sábado.

Em meio a grande comoção, familiares acusaram a polícia de ter dado os tiros e cobraram providências do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Mais de 200 pessoas, em sua maioria familiares, professores e colegas de Maria Eduarda, foram ao velório. Os colegas de escola vestiam camisetas em homenagem à adolescente. Em vários momentos, familiares e amigos foram retirados do ambiente do velório para conter a desolação. Duda, como a adolescente era chamada, foi sepultada aos gritos de “justiça”.

Maria Eduarda Conceição, vítima de bala perdida no Rio

Embora a autoria dos disparos ainda não tenha sido esclarecida – só a perícia poderá indicar de qual arma partiram os tiros -, a revolta com a polícia era comum. “O que a polícia fez com meu bebê

Um dos irmãos de Maria Eduarda, o instrutor de luta Uidson Alves, de 32 anos, leu uma carta pedindo mudanças na política: “Maria Eduarda estava dentro de uma escola buscando um futuro melhor. Este é o futuro melhor para nossas crianças? Serem mortas covardemente, enquanto estudam? De onde partiram os tiros? Os tiros partem quando ignoramos os mais humildes. Os tiros partem quando o Estado não prepara a polícia. Os tiros partem quando o Estado é corrupto e desvia o dinheiro que seria empregado para melhor a segurança e a educação. Governantes, tenham mais vergonha na cara. Inocentes estão clamando por paz”, afirmavam trechos da mensagem.

O advogado João Tancredo anunciou que vai ingressar com ações judiciais contra o Estado e o município cobrando indenização à família pela morte de Maria Eduarda e oferecimento de apoio psicológico aos familiares. Segundo ele, não importa se os tiros partiram de policiais ou criminosos. “O Estado tem o dever de orientar seus policiais, e a Prefeitura precisa garantir a segurança das pessoas dentro de seus imóveis”, afirmou.

Fundador da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa também compareceu ao enterro e lamentou o episódio. “Já são três crianças mortas por bala perdida neste ano na região metropolitana do Rio. Foram 20 nos últimos dois anos, e 33 em 10 anos”, afirmou. “É pobre matando pobre, policial pobre matando traficante pobre, bandido pobre matando policial pobre, isso precisa mudar”, continuou.

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Cesar Benjamin

Secretário de Educação do Município do Rio de Janeiro

PALAVRAS DO SECRETARIO DE EDUCAÇÃO. LEIAM ATÉ O FINAL. ELE SINALIZA AÇÃO NA QUINTA CONTRA A VIOLÊNCIA!

AOS PROFISSIONAIS DO ENSINO PÚBLICO

1. Na quinta-feira, 30 de março, nossa aluna Maria Eduarda Alves da Conceição, de treze anos, foi baleada e morta nas dependências da escola Jornalista Daniel Piza, em Acari. Não resta dúvida de que os assassinos foram policiais militares que, de uma distância de cerca de 250 metros, decidiram alvejar com tiros de fuzil dois homens que transitavam armados. Atrás desses homens, dentro da escola, nossos alunos praticavam voleibol. Ficaram, pois, na linha de fogo. Maria Eduarda recebeu quatro tiros fatais.

Seguiu-se um intenso confronto, que se prolongou por algumas horas e se estendeu até a avenida Brasil. Nossos professores, o diretor da escola e a coordenadora da 6ª CRE, professora Rejane Pereira Faria da Costa, comportaram-se heroicamente, protegendo os demais alunos e impedindo que houvesse mais vítimas.

Não é possível exagerar a boçalidade da ação policial.

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2. Até hoje, sábado, dia 1 de abril, nossa preocupação concentrou-se no amparo à família, que prossegue. Pai, mãe, irmão e amigos vivem uma situação dolorosíssima, que se estende a todos nós.

Com nossa assistência direta, Maria Eduarda teve velório e sepultamento dignos, em local escolhido pela família.

Um grupo de assistentes sociais e psicólogos está mobilizado para ajudar os colegas, professores e funcionários que foram diretamente afetados.

Eu me reunirei com o corpo docente na segunda ou na terça-feira – aguardo o chamado dos professores – para debatermos como será a reorganização das atividades escolares.

* * *

3. Infelizmente, essa tragédia não foi um fato isolado. Somente ontem, sexta-feira, 31 de março, a violência provocou o fechamento de 25 escolas em diversos bairros e comunidades, deixando 6.227 alunos sem aulas. Três outras escolas abriram, mas nenhum aluno compareceu, por falta de segurança nas imediações de cada uma delas. Essa situação tem se repetido todos os dias.

* * *

4. Por isso, diversas ações já estavam em curso no âmbito da nossa secretaria.

A experiência positiva do grupo de trabalho sobre o Complexo da Maré, com a participação dos diretores, está sendo estendida a outros territórios conflagrados.

No dia 10 de março emiti um memorando interno, dirigido às subsecretarias de gestão e de ensino, nos seguintes termos: “A resolução em vigor, que define escolas de difícil acesso, está defasada. Tenho recebido sucessivos pedidos de professores e diretores sobre as dificuldades de acesso e permanência em escolas que estão em áreas de violência endêmica e não recebem nenhum tratamento especial. Peço que vocês preparem a primeira versão de uma resolução que mantenha os critérios de difícil acesso, em vigor, e acrescente outros critérios, para que possamos tratar, de maneira abrangente, de escolas de difícil lotação.”

Poucos dias depois emiti outro memorando interno (não tenho cópia dele aqui em casa), constituindo um grupo de trabalho específico sobre violência. Estabeleci prazo até meados de abril para receber uma proposta completa e coerente sobre as possibilidades de ação da secretaria em tema tão difícil e delicado.

Estávamos esperando o encerramento da campanha contra o Aedes Aegypti, previsto para o final de abril, para iniciar uma campanha sistemática contra a violência nas escolas e no entorno delas. “Escola como lugar de paz” é o nome provisório com que trabalhamos.

* * *

5. Na próxima segunda-feira, depois de amanhã, terei mais uma reunião com o secretário de Administração Penitenciária e sua equipe. As duas secretarias – uma municipal, outra estadual – já vinham preparando uma ação conjunta nos presídios do Rio de Janeiro, onde estão 51 mil pessoas, tendo em vista propiciar estudo e trabalho aos detentos, em uma tentativa de diminuir a percentagem de reincidência no crime.

Com a mediação da Unesco, já estabelecida, iniciaremos ação semelhante nos estabelecimentos do Degase, que cuida de menores infratores.

* * *

6. Já atuávamos no limite das nossas possibilidades, sem divulgar prematuramente ações que ainda estavam em fase preparatória.

A morte de Maria Eduarda altera a situação. Ela nos impele a levar nossas ações a um novo patamar. Todo o nosso cronograma deve ser compactado, e novas ações precisam ser pensadas. É enorme o número de cidadãos e cidadãs que, com razão, mostram sinais de impaciência e desespero com a situação atual da cidade, do estado e do país, sentimentos que se associam ao descrédito nos partidos políticos e na ação do poder público.

Creio que a comunidade escolar da nossa cidade – que não é pequena – deve tomar a frente de uma mobilização cidadã. Convocarei uma reunião na segunda-feira para debatermos isso. Não desejo tomar uma posição pessoal. Quero ouvir nossos colegas e compreender qual é o sentimento da rede.

Neste momento, inclino-me a sugerir que todas as nossas 1.537 escolas dediquem a próxima quarta-feira a realizar debates, reflexões, ações de mobilização e preparação de materiais em torno do tema da violência e da necessidade da paz, para que na quinta-feira, quando se completará uma semana da morte da nossa aluna, saiamos juntos às ruas, pacificamente e sem conotações partidárias, para dizer ao povo do Rio de Janeiro que é hora de começar a reconstruir as condições da convivência em nossa cidade.

Os profissionais da educação têm autoridade moral para assumir um papel ativo nessa mobilização, cada vez mais necessária, da sociedade carioca.

É o que penso agora, às 3:30 horas da manhã, nesta madrugada insone de sábado para domingo.

Cesar Benjamin

Secretário

Definição da OPINIÃO PÚBLICA(OP)

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - definição
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A Inauguração Popular da Transposição do Rio São Francisco: A CELEBRAÇÃO DAS ÁGUAS.

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A verdade tem que aparecer.

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Retornar o BRASIL ao MAPA DA FOME MUNDIAL!

O objetivo dos GOLPISTAS e do GOVERNO DO USURPADOR é:

RETORNAR O BRASIL AO MAPA DA FOME MUNDIAL!

Voltar o Brasil ao MAPA DA FOME.
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USURPADOR e ASSECLAS SÃO CÍNICOS!

‪Cinismo é o forte do USURPADOR e seus ASSECLAS!‬

USURPADOR E ASSECLAS são CÍNICOS!
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