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Festa Protesto

Domingo 28 de maio de 2017, Praia de Copacabana, Rio de Janeiro-RJ, Brasil

Um caminhão ocupando meia pista, o transito fluindo lento, depois fechou. Assim começou o ato FORA_TEMER e DIRETAS_JÁ.

Tímido, lento e enevoado, essa parte era a favor. A REDE ESGOTO(Globo) não colocou nenhum helicóptero, porque para ela interessa manter o USURPADOR até definir quem vai pro seu lugar.

Enquanto isso a aventura política continua e o Osmar Serraglio não caiu, escorregou e parou na transparencia, tão transparente ele está que ninguém lembra que era Ministro da Justiça e o USURPADOR o trocou para Ministro da Transparencia. Essa alteração não chega nem a ser troca de 6 por meia dúzia.

Também fica claro, que a troca não foi porque a PF indiciou o Presidente do PSDB que esse sim caiu. Nem nada teve a ver com as denúncias vazias contra o USURPADOR.

Apenas o povo está atônito, quando é pra os opositores do USURPADOR, a DELAÇÃO é premiada se for para o USURPADOR e seus ASSECLAS a denúncia é VAZIA.

ESCLAREÇO:

DELAÇÃO PREMIADA: se falar contra o PT e o LULA não precisa de provas, tem pena reduzida, devolve parte da grana que estava em seu poder e vai viver em livre arbítrio.

DENÚNCIA VAZIA: se a fala envolver denúncia com provas de GOLPISTAS, a REDE ESGOTO não divulga, a OPINIÃO PÚBLICA(OP) não pública, o BOECHAT lê uma nota vestindo um terno claro e um abaixo explicado tenta uma campanha para divulgar que leu forçado.

Esse é o momento político do Brasil.

Declaração-Presidente da Câmara Federal Deputado Rodrigo Maia (DEM)

Declaração do Presidente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017
https://www.facebook.com/164188247072662/videos/895717630586383

 

Declaração do Presdente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017
Declaração do Presdente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017

Declaração do Presdente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017 – NÃO SOLICITEI MEDIDA DE EMERGÊNCIA, ESPERO QUE SEJA DESMENTIDO PELO GOVERNO.

Editorial da BAND apoia o USURPADOR 23 de maio de 2017

Ricardo Boechat lê o Editorial da REDE BAND.

Surpreendentemente apoiam a corrupção e dizem que o Brasil está no rumo certo.

FHC nada fala… CÚMPLICE ou foi ENGANADO ?

FHC nada fala... CÚMPLICE ou foi ENGANADO ?
FHC nada fala… CÚMPLICE ou foi ENGANADO ?

Maluf condenado na Primeira Turma do STF.

Primeira Turma do STF condena deputado Paulo Maluf a 7 anos e 9 meses por lavagem de dinheiro. O crime segundo o Ministro Marco Aurélio de Mello votou contrariamente por essa razão.

Paulo Maluf
Paulo Maluf

Abaixo a matéria do UOL.

Felipe Amorim

Do UOL, em Brasília 23/05/2017 – 15h39  Atualizada 23/05/2017 – 16h58

Flávio Florido/UOL

Deputado federal Paulo Maluf (PP-SP)

A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (23) condenar o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), 85 anos, pelo crime de lavagem de dinheiro.

Os ministros condenaram o deputado a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão, com início da pena em regime fechado, e ao pagamento de multa.

Maluf também foi condenado à perda do mandato, mas o ato, segundo decisão da 1ª Turma do Supremo, depende de ato da Câmara dos Deputados.

Além do relator, ministro Edson Fachin, votaram pela condenação os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

O presidente da 1ª Turma, Marco Aurélio Mello, votou pela absolvição de Maluf, com o argumento de que o crime que deu origem à lavagem de dinheiro já estava prescrito, o que impediria a punição do deputado.

Maluf é réu por lavagem de dinheiro, num processo aberto a partir das investigações de corrupção e desvio de dinheiro das obras da avenida Água Espraiada (atual avenida Roberto Marinho), construída por um consórcio das empreiteiras  OAS e Mendes Júnior na gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993 a 1997).

A denúncia julgada nesta terça-feira, no entanto, não analisou a suspeita sobre o crime de corrupção, que já está prescrito.

A prescrição é o prazo máximo para que uma pessoa possa ser punida por um crime. O prazo pode variar a depender de fatores como o tipo do crime, a fase do processo na Justiça e a idade do investigado.

A maioria dos ministros da 1ª Turma, que votou pela condenação de Maluf, também julgou que a lavagem de dinheiro é um crime permanente. Isso quer dizer que o ato de ocultar bens e valores fruto de atividades ilegais tem o tempo de prescrição contado a partir do momento em que os valores são descobertos, e não a partir do ato que gerou a ocultação dos bens.

A denúncia da Procuradoria-Geral da República aponta que as obras foram superfaturadas e o dinheiro da prefeitura foi desviado por meio da subcontratação de outras empresas que emitiam notas fiscais falsas para simular a realização de serviços e justificar a transferência do dinheiro desviado.

Na sessão que determinou a abertura do processo no Supremo, em 2011, o então relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ver indícios de que o dinheiro desviado foi movimentado por contas da família Maluf em Nova York (EUA), Suíça, Inglaterra e na Ilha de Jersey, paraíso fiscal próximo do Reino Unido.

Com a condenação, Maluf poderá perder o mandato e ser proibido de disputar novas eleições por ficar enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

A defesa de Maluf afirma que não há comprovação da ligação do deputado com essas transações financeiras. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa Maluf nesse processo, afirmou que a defesa vai recorrer da decisão e pode pedir para o caso ser julgado pelo plenário do STF.

Segundo Kakay, a prisão do deputado só deve ser executada após o julgamento dos recursos. O advogado também disse que não ficou claro se a 1ª Turma decidiu pela perda imediata do mandato ou se apenas após os recursos serem julgados.

A operação de lavagem teria sido praticada por meio da transferência de valores pela construtora Mendes Júnior, a partir de uma conta em Nova York, para uma conta em Jersey, de onde foi utilizado para a compra de títulos de dívida da Eucatex, empresa da família Maluf.

São estas transações bancárias, segundo a acusação feitas com o objetivo de reinserir os recursos no Brasil, que configurariam o crime de lavagem de dinheiro.

Em 2014, Lewandowski autorizou, no curso desta mesma ação, que a Procuradoria-Geral da República iniciasse os procedimentos para a repatriação de US$ 53 milhões em contas na Suíça, Luxemburgo, França e Jersey. Os valores teriam ligação com o esquema de desvio de dinheiro das obras em São Paulo.

A investigação por lavagem de dinheiro contra Maluf já se arrasta há mais de 10 anos no STF. O processo passou a tramitar no Supremo em fevereiro de 2007, com a abertura de um inquérito contra o deputado, sua mulher, Sylvia Maluf, e outras dez pessoas, entre elas empresários.

A denúncia contra Maluf foi oferecida à Justiça Federal de São Paulo em dezembro de 2006, mas o caso foi remetido ao Supremo com a posse de Maluf na Câmara dos Deputados, em janeiro de 2007. Deputados federais só são julgados pelo STF, por possuírem foro privilegiado.

Defesa nega crime

Ao prestar depoimento ao STF, Maluf negou ter cometido irregularidades e afirmou não possuir contas no exterior, à exceção de uma conta aberta na França por exigência das leis daquele país após ele ganhar um valor num cassino.

Segundo o relatório do processo, lido pelo ministro Edson Fachin, Maluf afirmou no depoimento estar sendo processado por ser “um bom marido”, já que teria transferido o dinheiro ganho no cassino para sua mulher.

Segundo Fachin, ao ser perguntado sobre a suposta corrupção nas obras da Água Espraiada, Maluf se ateve ao direito de permanecer em silêncio.

A defesa do deputado também tem afirmado que ele não poderia ser condenado pelo crime de lavagem de dinheiro, pois os fatos nos quais se baseia a denúncia ocorreram antes da vigência da lei que define o crime de lavagem de dinheiro, que é de 1998. É um princípio do direito criminal que não pode haver punição por ato praticado antes de lei que o defina como crime.

O ministro Edson Fachin afirmou que houve movimentações financeiras realizadas após o advento da lei de lavagem.

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da OAS, mas ainda não obteve resposta. A reportagem não conseguiu localizar representantes da empresa Mendes Júnior, que passa por um processo de recuperação judicial.

Maluf também foi condenado à perda do mandato, mas o ato, segundo decisão da 1ª Turma do Supremo, depende de ato da Câmara dos Deputados.

Além do relator, ministro Edson Fachin, votaram pela condenação os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

O presidente da 1ª Turma, Marco Aurélio Mello, votou pela absolvição de Maluf, com o argumento de que o crime que deu origem à lavagem de dinheiro já estava prescrito, o que impediria a punição do deputado.

Maluf é réu por lavagem de dinheiro, num processo aberto a partir das investigações de corrupção e desvio de dinheiro das obras da avenida Água Espraiada (atual avenida Roberto Marinho), construída por um consórcio das empreiteiras  OAS e Mendes Júnior na gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993 a 1997).

A denúncia julgada nesta terça-feira, no entanto, não analisou a suspeita sobre o crime de corrupção, que já está prescrito.

A prescrição é o prazo máximo para que uma pessoa possa ser punida por um crime. O prazo pode variar a depender de fatores como o tipo do crime, a fase do processo na Justiça e a idade do investigado.

A maioria dos ministros da 1ª Turma, que votou pela condenação de Maluf, também julgou que a lavagem de dinheiro é um crime permanente. Isso quer dizer que o ato de ocultar bens e valores fruto de atividades ilegais tem o tempo de prescrição contado a partir do momento em que os valores são descobertos, e não a partir do ato que gerou a ocultação dos bens.

A denúncia da Procuradoria-Geral da República aponta que as obras foram superfaturadas e o dinheiro da prefeitura foi desviado por meio da subcontratação de outras empresas que emitiam notas fiscais falsas para simular a realização de serviços e justificar a transferência do dinheiro desviado.

Na sessão que determinou a abertura do processo no Supremo, em 2011, o então relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ver indícios de que o dinheiro desviado foi movimentado por contas da família Maluf em Nova York (EUA), Suíça, Inglaterra e na Ilha de Jersey, paraíso fiscal próximo do Reino Unido.

Com a condenação, Maluf poderá perder o mandato e ser proibido de disputar novas eleições por ficar enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

A defesa de Maluf afirma que não há comprovação da ligação do deputado com essas transações financeiras. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa Maluf nesse processo, afirmou que a defesa vai recorrer da decisão e pode pedir para o caso ser julgado pelo plenário do STF.

Segundo Kakay, a prisão do deputado só deve ser executada após o julgamento dos recursos. O advogado também disse que não ficou claro se a 1ª Turma decidiu pela perda imediata do mandato ou se apenas após os recursos serem julgados.

A operação de lavagem teria sido praticada por meio da transferência de valores pela construtora Mendes Júnior, a partir de uma conta em Nova York, para uma conta em Jersey, de onde foi utilizado para a compra de títulos de dívida da Eucatex, empresa da família Maluf.

São estas transações bancárias, segundo a acusação feitas com o objetivo de reinserir os recursos no Brasil, que configurariam o crime de lavagem de dinheiro.

Em 2014, Lewandowski autorizou, no curso desta mesma ação, que a Procuradoria-Geral da República iniciasse os procedimentos para a repatriação de US$ 53 milhões em contas na Suíça, Luxemburgo, França e Jersey. Os valores teriam ligação com o esquema de desvio de dinheiro das obras em São Paulo.

A investigação por lavagem de dinheiro contra Maluf já se arrasta há mais de 10 anos no STF. O processo passou a tramitar no Supremo em fevereiro de 2007, com a abertura de um inquérito contra o deputado, sua mulher, Sylvia Maluf, e outras dez pessoas, entre elas empresários.

A denúncia contra Maluf foi oferecida à Justiça Federal de São Paulo em dezembro de 2006, mas o caso foi remetido ao Supremo com a posse de Maluf na Câmara dos Deputados, em janeiro de 2007. Deputados federais só são julgados pelo STF, por possuírem foro privilegiado.

Defesa nega crime

Ao prestar depoimento ao STF, Maluf negou ter cometido irregularidades e afirmou não possuir contas no exterior, à exceção de uma conta aberta na França por exigência das leis daquele país após ele ganhar um valor num cassino.

Segundo o relatório do processo, lido pelo ministro Edson Fachin, Maluf afirmou no depoimento estar sendo processado por ser “um bom marido”, já que teria transferido o dinheiro ganho no cassino para sua mulher.

Segundo Fachin, ao ser perguntado sobre a suposta corrupção nas obras da Água Espraiada, Maluf se ateve ao direito de permanecer em silêncio.

A defesa do deputado também tem afirmado que ele não poderia ser condenado pelo crime de lavagem de dinheiro, pois os fatos nos quais se baseia a denúncia ocorreram antes da vigência da lei que define o crime de lavagem de dinheiro, que é de 1998. É um princípio do direito criminal que não pode haver punição por ato praticado antes de lei que o defina como crime.

O ministro Edson Fachin afirmou que houve movimentações financeiras realizadas após o advento da lei de lavagem.

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da OAS, mas ainda não obteve resposta. A reportagem não conseguiu localizar representantes da empresa Mendes Júnior, que passa por um processo de recuperação judicial.

Leia a notícia no original:

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/05/23/stf-condena-deputado-paulo-maluf-por-lavagem-de-dinheiro.htm

O dia das Mães

Pra minha MÃE

Domingo é Dia das Mães, quero dizer é dia do comércio vender a mãe.

E como a minha não mais está aqui, me lembro que ela dizia: não precisa presente, basta almoçar junto.

E aí era uma comida boa, conversa de chorar de rir, em função da situação atual, lembrei que ela, getulista, dizia: se Lula for eleito, eles, não o deixarão governar.

Lula foi eleito, governou, e mostrou que o Brasil tem jeito e dá certo, para isso basta governar pra todos. Mas, a trapilha não suportou ver o Brasil nos trilhos. Descarrilharam ELE, domingo é dia das mães.

Mas, eles não têm mãe, se tivesse ela já tinha dito pra eles: sai daí, devolve o governo pro PT e faz de conta que não governou. Na realidade não governam, só roubam. Mas isso é outra história.

E como presente de dia das mães, eu quero que governem até 2018, porque assim poderemos corrigir o rumo com a nova eleição.
Mãe voce não viu, mas vai voltar, é esse seu presente.

Benção.

Bj e saudade…

Simples assim: Depoimento do Lula 10-maio-2017

Luís Inácio Lula da Silva
Luís Inácio Lula da Silva

É nisso que dá aceitar denúncia sem provas, apenas com convicções:

MORO: Sr. ex-presidente, preciso lhe advertir que talvez sejam feitas perguntas difíceis para você.

LULA: Não existe pergunta difícil pra quem fala a verdade.

__________

MORO: Saíram denúncias na Folha de S.Paulo e no jornal O Globo de que…

LULA: Dr., não me julgue por notícias, mas por provas.

__________

MORO: Tem um documento aqui que fala do triplex…

LULA: Tá assinado por quem?

MORO: Hmm… a assinatura tá em branco…

LULA: Então o senhor pode guardar, por gentileza!

__________

MORO: Esse documento em que a perícia da Polícia Federal constatou ter sido feita uma rasura, o senhor sabe quem o rasurou?

LULA: A Polícia Federal não descobriu quem foi?

MORO: Não!

LULA: Então, quando descobrir, o senhor me fala. Eu também quero saber.

__________

MORO: O senhor não sabia dos desvios da Petrobras?

LULA: Ninguém sabia dos desvios da Petrobras. Nem eu, nem a imprensa, nem o senhor, nem o Ministério Público e nem a Polícia Federal. Só ficamos sabendo quando grampearam o Youssef.

MORO: Mas eu não tinha que saber. Não tenho nada com isso.

LULA: Tem, sim. Foi o senhor quem soltou o Youssef.

__________

MORO: O senhor tem essas reclamações contra a imprensa, eu compreendo. Mas esse realmente não é o foro próprio para o senhor reclamar contra o tratamento da imprensa. O juízo não tem nenhuma relação com o que a imprensa publica ou não publica…

LULA: Doutor, o senhor, sem querer talvez, entrou nesse processo. Sabe por quê?

MORO: Hum?

LULA: Porque o vazamento de conversas com a minha mulher e dela com meus filhos foi o senhor quem autorizou.

Depoimento na íntegra de Lula em 2017 -Curitiba

Assistam o depoimento de Lula em Curitiba em 10 de maio de 2017

Depoimento de Lula em Curitiba 10/maio/2017
Depoimento de Lula em Curitiba 10/maio/2017

 

Luís Inácio Lula da Silva

Luís Inácio Lula da Silva
Luís Inácio Lula da Silva

Fala final de Lula em 10/maio/2017

Lula se pronuncia ao final do depoimento, ASSISTA!