EU, não entendi bem!

19 de dezembro de 2016

Deixa ver se entendi (parte 1):

Lula não era réu e não pôde ser nomeado ministro. Já Renan é réu e pode ser presidente do Senado. 🤔 Acho que tão nos chamando de otários, né?!

Renan Presidente do Senado
Renan Presidente do Senado

Deixa ver se eu entendi (parte 2): Dilma não cometeu crime algum, não enriqueceu, não recebeu propina e foi, em nome do “conjunto da obra”, afastada.

Os que a afastaram e assumiram o poder estão, a cada semana, mais complicados (pelo conjunto da obra) e denunciados por receber propina entre outras coisas.

Entendi mal ou estão mesmo nos chamando a todos de otários?

Michel Temer
Michel Temer

Deixa ver se entendi (parte 3):

O desgoverno golpista que não teve nenhum voto (o Temeroso nunca venceu nenhuma eleição!) quer, em caráter de urgência aprovar uma PEC que irá congelar os investimentos sociais pelos próximos 5 mandatos presidenciais. Me pergunto “Com que representatividade ele interfere nos planos dos próximos 5 presidentes a serem eleitos se ele NUNCA foi eleito?

Entendi mal ou estão nos chamando de otários?

E…. qual a urgência de uma decisão que pretende durar por 20 anos? Meio estranho né? 🤔🤔

Deixa ver se entendi (parte 4):

Aposentado nunca mais
Aposentado nunca mais

O Temerário, que se aposentou aos 55 anos, propõe uma reforma previdenciária que, na prática, vai fazer com que as pessoas busquem a previdencia privada. Me pergunto: para quê a população assalariada deve continuar a ter descontado de seu salário o valor de sua contribuição se não vai poder contar com esse recurso ao se aposentar, se é que vai se aposentar? E… o que o governo fará com esse dinheiro?

Entendi mal ou estão, mais uma vez, nos chamando de otários? 🤔

———————————–

Autor desconhecido. Conteúdo conhecido.

*Vamos repassar para uma mobilização maior sobre o assunto*

Eu não entendi bem!

Deixa ver se entendi (parte 1):

Lula não era réu e não pôde ser nomeado ministro. Já Renan é réu e pode ser presidente do Senado. 🤔 Acho que tão nos chamando de otários, né?!

Deixa ver se eu entendi (parte 2): Dilma não cometeu crime algum, não enriqueceu, não recebeu propina e foi, em nome do “conjunto da obra”, afastada.

Os que a afastaram e assumiram o poder estão, a cada semana, mais complicados (pelo conjunto da obra) e denunciados por receber propina entre outras coisas.

Entendi mal ou estão mesmo nos chamando a todos de otários?

Deixa ver se entendi (parte 3):

O desgoverno golpista que não teve nenhum voto (o Temeroso nunca venceu nenhuma eleição!) quer, em caráter de urgência aprovar uma PEC que irá congelar os investimentos sociais pelos próximos 5 mandatos presidenciais. Me pergunto “Com que representatividade ele interfere nos planos dos próximos 5 presidentes a serem eleitos se ele NUNCA foi eleito?

Entendi mal ou estão nos chamando de otários?

E…. qual a urgência de uma decisão que pretende durar por 20 anos? Meio estranho né? 🤔🤔

Deixa ver se entendi (parte 4):

O Temerário, que se  aposentou aos 55 anos, propõe uma reforma previdenciária que, na prática, vai fazer com que as pessoas busquem a previdencia privada. Me pergunto: para quê a população assalariada deve continuar a ter descontado de seu salário o valor de sua contribuição se não vai poder contar com esse recurso ao se aposentar, se é que vai se aposentar? E… o que o governo fará com esse dinheiro?

Entendi mal ou estão, mais uma vez, nos chamando de otários? 🤔

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Autor desconhecido. Conteúdo conhecido.

*Vamos repassar para uma mobilização maior sobre o assunto*

Como as condições do nascimento, nos regra a vida.

 

Li o texto abaixo e é tão claro que o reproduzo aqui.

Leiam,  é longo mas muito elucidativo.

“Muito se fala em diferenças de classes sociais. Quando abordamos o tema pensamos sempre em quantidade de dinheiro envolvido, na casa onde mora, nos carros que possuem (ou não), nos vinhos caros degustados e por aí vai.O ponto é que não se trata só disso. A diferença de classes ultrapassa a ideia de bens materiais. Ela invade o campo do comportamento.

Há quatro anos, o CEFET está com metade de suas vagas reservadas para cotistas. Eu demorei a entender muita coisa, tipo essas que só assimilamos quando vivemos e convivemos. Há espaços como bibliotecas, salas de monitoria e coisas afins para todos os alunos mas, surpreendentemente, ela não é frequentada por aqueles de baixa renda. Comecei a pensar sobre a causa disso…

Percebam que há várias atividades gratuitas espalhadas pelo Brasil como museus, exposições, shows, bibliotecas e por aí vai. Até mesmo uma aula de Ioga pode entrar como exemplo. Muitos desses locais não são frequentados e usufruídos por pessoas pobres. Se perguntarem para eles, ouviremos, de uma forma geral, que eles não se sentem pertencedores e merecedores desses espaços ainda que não exista nada aparentemente que os proíba de usá-los.

Não é difícil entender. Eu, classe média, quando me vejo no meio de pessoas endinheiradas que conversam sobre vinhos caros e queijos mofados e fedorentos exaltando suas qualidades fico me perguntando o que estou fazendo ali. Não é o meu lugar. Não pertenço àquela cultura e acho difícil manter contato, amizade, namoro ou casamento com alguém dessa tribo.

Não estou, no entanto, na base da pirâmide. Sou dessas que tira férias. Não fui à Disney e nem passeei pela Europa, muito menos meus filhos, mas viajamos do nosso jeito pelo Brasil. Quando partimos, sentimos que merecemos o descanso. Eu por trabalhar e eles por estudar. Coisa tão simples e natural, não? Pois é. Não. A grande maioria do povo brasileiro incluindo muitos adolescentes não sabem o que é usufruir das férias.

Há uma herança invisível que é passada de pais para filhos que é um dos verdadeiros privilégios e da qual não nos damos conta que a recebemos. Na infância, meus pais sempre me estimularam a ler, levaram-me ao cinema, ao teatro, conversavam comigo, davam-me-me brinquedos que estimulavam a minha inteligência. Sem saber, eu estava a anos-luz de distância da maioria das crianças do Brasil. Os estímulos que recebemos na infância vão sendo incorporados de forma inconsciente. Se não pararmos para refletir, a impressão é que o natural seja assim e que todos nascem com isso.

Ledo engano.

O filho do pedreiro e da empregada doméstica, por exemplo, não recebeu todo esse estímulo porque sua miséria não se dá apenas pelo quanto que se carrega na carteira. Como não damos o que não temos, não se ensina aquilo que não se aprende. Ainda que na família pobre tenhamos um pai e uma mãe presentes, o que se transmite é a inadequação social (muito bem mostrado no filme “Que Horas Ela Volta?”) e uma carência de hábitos que estimulem à cognição.

Não raro, percebo alunos que me olham e me ouvem e que não estão enxergando e escutando nada porque não foram treinados para se concentrar. O pior, muitos desistem se sentindo culpados, burros e sendo causas de sua própria desfortuna. Esses são, de uma forma geral, os que vêm de famílias desestruturadas cuja renda é de um salário mínimo, se tanto. Claro que outros conseguem ascender ainda que de forma tímida e entender que não existe classe condenada. A despeito de um fracasso na socialização familiar, conseguimos ter sucesso na escolar e dar a esse aluno algo que pode ser vendido além de sua força muscular. Mas não é fácil levantar quem sempre se arrastou no limbo.

Só vendo tudo isso de perto entendi que eu não nasci educada, com capacidade de concentração, habituada a ler, preocupada em me alimentar bem e preparada para a concorrência. Tudo isso foi privilégios que recebi por ser filha de quem sou. Por isso, agora quando ouço o discurso de que o capitalismo é justo e que todos possuem chances iguais percebo que esse muro invisível que separa as classes sociais – mas que existe como todos podemos observar – é feito de algo mais resistente do que o aço. A igualdade formal existente nas leis não é suficiente para derrubar essa barreira.

Se muitos espaços públicos gratuitos não são usados por pessoas de baixa renda é porque, em certa medida, a maioria delas sofre o preconceito de ser pobre não somente economicamente falando, mas carente de cognição e, portanto, não se sentem seguros para frequentar determinados locais.

Com a política das cotas, começamos a ver vários desses espaços como universidades, por exemplo, serem frequentados por pessoas que não portavam Iphones e faziam escovas progressivas em seus cabelos. Não foi à toa que aqueles que sequer se davam conta que reproduziam um sistema injusto começaram a se sentir muito incomodados e falar em meritocracia como algo dado no mundo ou criado por Deus para se manifestarem contra qualquer política de inclusão social. A lei, formalmente igualitária, basta para aliviar a consciência de muitos que se acham superiores e que desprezam, ao chegarem em um determinado ambiente público a gratuito, o fato (e sua causa) de não ter crianças negras, por exemplo.

E antes que venham me acusar que estou diminuindo os títulos e o esforço que você fez para consegui-los, saiba que reconheço sua capacidade, mas não exija de mim que eu leve seu mérito  para outros limites que vão além de sua esfera pessoal. A minha grandeza não veio exclusivamente da minha eficiência ou pré-disposição. Muito devo a todo o aparato que me cerca.

Hoje compreendo que se um aluno de baixa renda não consegue tirar uma boa nota isso nada tem a ver, na maioria dos casos, com  preguiça, desatenção ou falta de esforço pessoal. Não posso mais desprezar, depois de tudo o que observei sobre o muro invisível (porém sólido), a importância das demais variáveis como estrutura familiar, incentivo para aquisição de bens imateriais, encorajamento e o amor em suas mais diversas formas.

Esse é o grande mal desse sistema: a reprodução de privilégios com um ar aparente de ser justo e igualitário. E, a meu ver, esse golpe foi, dentre outras coisas, a tentativa de impedir que esse muro invisível fosse derrubado.

Vide a PEC 55. 🙁

Elika Takimoto”

A Invasão do Templo Católico no Rio de Janeiro

ONTEM 06 de dezembro de 2016

Dom Orani Arcebispo do Rio de Janeiro
Dom Orani Arcebispo do Rio de Janeiro

Orani João Tempesta é um cardeal brasileiro, décimo oitavo bispo do Rio de Janeiro, sendo seu sétimo arcebispo e sexto cardeal.

Nem na ditadura os militares ousaram tanto no Rio de Janeiro. Ontem, na porrada a PM-RJ, mandou que a porta da Igreja de São José fosse aberta.

Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ

Lamentavelmente, alguém fraquejou e os “milicianos de farda” invadiram a Igreja, para de lá atirar na população que protestava.

Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ

A Igreja que conduziu uma das maiores perseguições no mundo antigo, voltou a fraquejar e o Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro fraquejou.

Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ

Deveria ter comparecido com a autoridade da qual abriu mão e ter ido à Igreja invadida e expulsado os “bandidos” que a invadiram a Igreja.

Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ
Igreja São José invadida pela PM-RJ

 

O ESTADO BRASILEIRO, O GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO abriu mão do respeito.

Debate sobre liberdades públicas.

Assista ao vivo:

Debate sobre as liberdades públicas.
Debate sobre as liberdades públicas.

Debate sobre liberdades públicas.

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