Arquivo da categoria: Partidos políticos

Viva o povo do Brasil!

Em Porto Alegre, senegalês devolve R$ 100,00 dado por engano como R$ 2,00
Em Porto Alegre, senegalês devolve R$ 100,00 dado por engano como R$ 2,00

Roberto Schotkis: Comprei um cardaço de sapato deste imigrante hoje na rua Dr Flores. Ele custou 6 reais. Dei 3 notas de 2 reais. Quando estava a 20 metros do local, eis que o mesmo foi atrás de mim e falou: Dr, o senhor deu uma nota de 100 reais ao invés de 2 reais. O nome dele é Rarin. Gente honesta neste país de pilantras. Emocionante.

http://m.zerohora.com.br/286/porto-alegre/9810728/vendedor-senegales-devolve-dinheiro-recebido-por-engano-e-historia-viraliza-nas-redes-sociais
http://m.zerohora.com.br/286/porto-alegre/9810728/vendedor-senegales-devolve-dinheiro-recebido-por-engano-e-historia-viraliza-nas-redes-sociais

“Após pagar com três notas de R$ 2 o par de cadarços recém comprado no centro de Porto Alegre, o empresário Roberto Schotkis, 51 anos, foi surpreendido com um cutucão no ombro enquanto caminhava pela Rua Doutor Flores. Era um vendedor senegalês lhe avisando de um engano.”

Leia a matéria: Zero Hora (http://m.zerohora.com.br/286/porto-alegre/9810728/vendedor-senegales-devolve-dinheiro-recebido-por-engano-e-historia-viraliza-nas-redes-sociais)

Esse relato é que nos faz ter certeza que os canalhas são minoria no Brasil.

VIVA O POVO!

A finalização do julgamento da chapa Dilma x Temer

08 de junho de 2017

Manchetes da OPINIÃO PÚBLICA(OP) em 08/06/2017
Manchetes da OPINIÃO PÚBLICA(OP) em 08/06/2017

Ontem teve início o julgamento final do processo da Chapa Dilma x Temer, primeiro dia do julgamento, assista:

 

A FRITURA do PT

A luta contra o IMPEACHEMANT da Dilma Rousseff foi menosprezada, na minha visão pessoal, pelo PT.

Enquanto os adversários a partir do dia seguinte à derrota, se imbuíram de vontade coletiva, o PT calou.

Hoje os adversários assistirão mais uma etapa da luta em busca de cassar o PARTIDO dos TRABALHADORES, e o partido acredita na justiça dos caçadores petistas.

O lider judiciário do PSDB, já tem organizado hoje no TSE um pedido de vistas, pois na atual visão política não é um bom momento para torrar o USURPADOR.

Ainda tem gordura para ser frito em fogo brando.

E o PT quando reagirá?

A luta política, da mesma forma que sedeu na re-eleição da DILMA ROUSSEFF se dá na militância que busca impedir nova derrota com o grito:

STF ANULA O IMPEACHEMANT!
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SOBRE O PROCESSO DE CASSAÇÃO DA CHAPA DILMA-TEMER QUE PODERÁ SER JULGADO AMANHÃ (06/06) PELO TSE

Para cassar o Temer o TSE terá que REPROVAR as contas do PT, as mesmíssimas que já foram aprovadas em 2014, sentenciando agora que parte desses recursos de campanha teriam sido oriundos da CORRUPÇÃO DA PETROBRÁS e que a vitória de Dilma nessa eleição (fruto da luta incansável da militância petista contra todos os setores da burguesia e do oligopólio da mídia) teria sido ilegal! Trocando em miúdos: se o petista deseja que o TSE casse Temer terá que aceitar ser chamado de CORRUPTO e que a linda vitória que tivemos em 2014 não ocorreu da força e da garra coletiva da militância de toda uma nação contra os retrocessos, mas sim que foi fruto de uma fraude!!!

Será que não é um preço muito alto pelo imediatismo do “Fora Temer”? Não seria mais sensato apostarmos no processo da “Anulação do Impeatchment” que corre no STF ou mesmo na ação criminal que Temer responde também no STF, do que nos jogarmos ao precipício junto com ele? Alguém faz idéia das consequências imprevisíveis nefastas que isso poderá acarretar ao PT? E a condenação de uma inocente à perda dos direitos políticos por 8 anos, o que o PT teria a dizer sobre isso? Irá mesmo “lavar as mãos” como fez Pilatos?

Contrária a essa posição de suposta “neutralidade” do PT diante de um julgamento seríssimo que poderá ocorrer amanhã, o qual irá sentenciar se o partido fraudou ou não uma eleição, a chapa inscrita no 6o Congresso “Anular o Impeachment para Eleger Lula”, composta por membros de comitês pela Anulação de vários estados e mais o Núcleo de Ação Pela Democracia Popular/SP, apresentou a seguinte proposta de emenda para ser vinculada ao texto oficial ou para que saísse (ao menos) como moção do Congresso:

“Proposta – ABSOLVIÇÃO DILMA TSE

“O Partido dos Trabalhadores, reunido neste 6o. Congresso, se manifesta pela improcedência do processo de cassação da chapa encabeçada pela presidenta eleita Dilma Rousseff, por considerar que a campanha seguiu todas as exigências impostas pela legislação eleitoral no pleito em questão, tal como foi constatado no primeiro julgamento das contas de campanha, aprovadas por unanimidade por esse mesmo tribunal em 10/12/14.”

Essa proposta foi recusada em uma dos grupos de trabalho. Isso mesmo, RECUSADA!!! Os delegados ali presentes simplesmente não quiseram atestar que as eleições de 2014 foram vencidas honestamente pelo PT! Felizmente, em outra mesa, a mesma proposta foi encaminhada para a comissão de sistematização do Congresso, a qual aguardará por tempo indeterminado a definição do Diretório Nacional para ser ou não incluída entre os textos finais do Congresso.

Visto que o Julgamento poderá ocorrer amanhã, ainda há tempo para que a CEN tome alguma providência e tire alguma nota oficial a este respeito. Enquanto há tempo há esperança. Caso contrário, essa pode ser uma daquelas decisões que o PT passará anos e anos arrependendo-se. Isso sendo otimista, de que o PT terá essa oportunidade de arrepender-se e corrigir mais essa posição desastrosa. Certamente que não é essa a opção que os golpistas desejam para nós.

Maurílio Araújo
Membro do DMSP – PT
Coordenador do NADP-PT
Este texto analisa o significado do julgamento no TCE da chapa Dilma/Temer. As propostas de emendas ao texto do congresso do PT que apresentamos, tratavam dos julgamentos no TCE e no STF.
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MANIFESTO POR DIÁLOGO COM A SOCIEDADE PELA ANULAÇÃO DO IMPEACHMENT
Manifestamos, neste documento, nossa proposta de diálogo com a sociedade no sentido de resgatar nossa identidade como cidadãs e cidadãos de um Estado de Direito tão arduamente conquistado durante décadas de luta contra a Ditadura Militar e os governos neoliberais.
Considerando inclusive o caráter misógino e machista do Golpe de Estado travestido de impeachment, do qual foi objeto nossa presidenta eleita Dilma Vana Rousseff , queremos erigir um movimento de repúdio ao governo golpista que recoloque a soberania popular no centro da reconstrução nacional. Liderados por Dilma, que representa a soberania do povo, poderemos iniciar um grande diálogo fraterno e de busca de nossa identidade nacional popular.
Esse diálogo parte de alguns pontos que consideramos fundamentais para iniciar e agregar diversas visões que contemplem nossa necessidade de garantia de direitos estruturais à classe trabalhadora e à sociedade civil organizada.
Lutamos pela Anulação pelo STF do Golpe de Estado travestido de impeachment e a imediata volta de Dilma Rousseff ao cargo máximo do Executivo Brasileiro por:
1) RESISTÊNCIA CONSTITUCIONAL: hoje, lutar pela volta da Presidenta eleita representa garantir a Lei Maior e sua acolhida à expressão da cidadania como presunção de inocência até prova em contrário.
2) RESPEITO A DEMOCRACIA: os 54 milhões e meio de votos de Dilma balizam o entendimento de que só essa representatividade expressa da consciência nacional quanto aos rumos escolhidos e definidos por meio das urnas é que pode refundar um novo pacto que respeite os anseios do conjunto da sociedade brasileira.
3) GARANTIA DE ELEIÇÕES EM 2018: somente a volta de Dilma Rousseff, como a expressão da manifestação da legitimidade daquilo que as urnas apresentaram em 2014, garantirá, no nosso entender, que ocorram eleições em 2018 e que seus resultados, desta vez, sejam respeitados.
4) ANULAR OS ATOS E REFORMAS DO GOVERNO GOLPISTA: a volta de Dilma Rousseff inaugurará um resgate da democracia e, portanto, das bases sociais que hoje lutam para se opor às reformas antipopulares de Temer. E isso nos dará força para a anulação de todos os atos feitos por Temer. Acreditamos que o foco principal da luta popular contra o maremoto neoliberal que aflige a todos é a afirmação da luta democrática, republicana e constitucionalista por um projeto de Nação que nos inclua, defina e liberte nossos horizontes como cidadãos protagonistas de um presente e um futuro melhores para todos.

#VoltaDilma

Comitê Anula o Golpe Volta Dilma – Porto Alegre

Festa Protesto

Domingo 28 de maio de 2017, Praia de Copacabana, Rio de Janeiro-RJ, Brasil

Um caminhão ocupando meia pista, o transito fluindo lento, depois fechou. Assim começou o ato FORA_TEMER e DIRETAS_JÁ.

Tímido, lento e enevoado, essa parte era a favor. A REDE ESGOTO(Globo) não colocou nenhum helicóptero, porque para ela interessa manter o USURPADOR até definir quem vai pro seu lugar.

Enquanto isso a aventura política continua e o Osmar Serraglio não caiu, escorregou e parou na transparencia, tão transparente ele está que ninguém lembra que era Ministro da Justiça e o USURPADOR o trocou para Ministro da Transparencia. Essa alteração não chega nem a ser troca de 6 por meia dúzia.

Também fica claro, que a troca não foi porque a PF indiciou o Presidente do PSDB que esse sim caiu. Nem nada teve a ver com as denúncias vazias contra o USURPADOR.

Apenas o povo está atônito, quando é pra os opositores do USURPADOR, a DELAÇÃO é premiada se for para o USURPADOR e seus ASSECLAS a denúncia é VAZIA.

ESCLAREÇO:

DELAÇÃO PREMIADA: se falar contra o PT e o LULA não precisa de provas, tem pena reduzida, devolve parte da grana que estava em seu poder e vai viver em livre arbítrio.

DENÚNCIA VAZIA: se a fala envolver denúncia com provas de GOLPISTAS, a REDE ESGOTO não divulga, a OPINIÃO PÚBLICA(OP) não pública, o BOECHAT lê uma nota vestindo um terno claro e um abaixo explicado tenta uma campanha para divulgar que leu forçado.

Esse é o momento político do Brasil.

Declaração-Presidente da Câmara Federal Deputado Rodrigo Maia (DEM)

Declaração do Presidente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017
https://www.facebook.com/164188247072662/videos/895717630586383

 

Declaração do Presdente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017
Declaração do Presdente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017

Declaração do Presdente da Câmara Federal no dia 24 de maio de 2017 – NÃO SOLICITEI MEDIDA DE EMERGÊNCIA, ESPERO QUE SEJA DESMENTIDO PELO GOVERNO.

Editorial da BAND apoia o USURPADOR 23 de maio de 2017

Ricardo Boechat lê o Editorial da REDE BAND.

Surpreendentemente apoiam a corrupção e dizem que o Brasil está no rumo certo.

FHC nada fala… CÚMPLICE ou foi ENGANADO ?

FHC nada fala... CÚMPLICE ou foi ENGANADO ?
FHC nada fala… CÚMPLICE ou foi ENGANADO ?

Maluf condenado na Primeira Turma do STF.

Primeira Turma do STF condena deputado Paulo Maluf a 7 anos e 9 meses por lavagem de dinheiro. O crime segundo o Ministro Marco Aurélio de Mello votou contrariamente por essa razão.

Paulo Maluf
Paulo Maluf

Abaixo a matéria do UOL.

Felipe Amorim

Do UOL, em Brasília 23/05/2017 – 15h39  Atualizada 23/05/2017 – 16h58

Flávio Florido/UOL

Deputado federal Paulo Maluf (PP-SP)

A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (23) condenar o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), 85 anos, pelo crime de lavagem de dinheiro.

Os ministros condenaram o deputado a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão, com início da pena em regime fechado, e ao pagamento de multa.

Maluf também foi condenado à perda do mandato, mas o ato, segundo decisão da 1ª Turma do Supremo, depende de ato da Câmara dos Deputados.

Além do relator, ministro Edson Fachin, votaram pela condenação os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

O presidente da 1ª Turma, Marco Aurélio Mello, votou pela absolvição de Maluf, com o argumento de que o crime que deu origem à lavagem de dinheiro já estava prescrito, o que impediria a punição do deputado.

Maluf é réu por lavagem de dinheiro, num processo aberto a partir das investigações de corrupção e desvio de dinheiro das obras da avenida Água Espraiada (atual avenida Roberto Marinho), construída por um consórcio das empreiteiras  OAS e Mendes Júnior na gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993 a 1997).

A denúncia julgada nesta terça-feira, no entanto, não analisou a suspeita sobre o crime de corrupção, que já está prescrito.

A prescrição é o prazo máximo para que uma pessoa possa ser punida por um crime. O prazo pode variar a depender de fatores como o tipo do crime, a fase do processo na Justiça e a idade do investigado.

A maioria dos ministros da 1ª Turma, que votou pela condenação de Maluf, também julgou que a lavagem de dinheiro é um crime permanente. Isso quer dizer que o ato de ocultar bens e valores fruto de atividades ilegais tem o tempo de prescrição contado a partir do momento em que os valores são descobertos, e não a partir do ato que gerou a ocultação dos bens.

A denúncia da Procuradoria-Geral da República aponta que as obras foram superfaturadas e o dinheiro da prefeitura foi desviado por meio da subcontratação de outras empresas que emitiam notas fiscais falsas para simular a realização de serviços e justificar a transferência do dinheiro desviado.

Na sessão que determinou a abertura do processo no Supremo, em 2011, o então relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ver indícios de que o dinheiro desviado foi movimentado por contas da família Maluf em Nova York (EUA), Suíça, Inglaterra e na Ilha de Jersey, paraíso fiscal próximo do Reino Unido.

Com a condenação, Maluf poderá perder o mandato e ser proibido de disputar novas eleições por ficar enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

A defesa de Maluf afirma que não há comprovação da ligação do deputado com essas transações financeiras. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa Maluf nesse processo, afirmou que a defesa vai recorrer da decisão e pode pedir para o caso ser julgado pelo plenário do STF.

Segundo Kakay, a prisão do deputado só deve ser executada após o julgamento dos recursos. O advogado também disse que não ficou claro se a 1ª Turma decidiu pela perda imediata do mandato ou se apenas após os recursos serem julgados.

A operação de lavagem teria sido praticada por meio da transferência de valores pela construtora Mendes Júnior, a partir de uma conta em Nova York, para uma conta em Jersey, de onde foi utilizado para a compra de títulos de dívida da Eucatex, empresa da família Maluf.

São estas transações bancárias, segundo a acusação feitas com o objetivo de reinserir os recursos no Brasil, que configurariam o crime de lavagem de dinheiro.

Em 2014, Lewandowski autorizou, no curso desta mesma ação, que a Procuradoria-Geral da República iniciasse os procedimentos para a repatriação de US$ 53 milhões em contas na Suíça, Luxemburgo, França e Jersey. Os valores teriam ligação com o esquema de desvio de dinheiro das obras em São Paulo.

A investigação por lavagem de dinheiro contra Maluf já se arrasta há mais de 10 anos no STF. O processo passou a tramitar no Supremo em fevereiro de 2007, com a abertura de um inquérito contra o deputado, sua mulher, Sylvia Maluf, e outras dez pessoas, entre elas empresários.

A denúncia contra Maluf foi oferecida à Justiça Federal de São Paulo em dezembro de 2006, mas o caso foi remetido ao Supremo com a posse de Maluf na Câmara dos Deputados, em janeiro de 2007. Deputados federais só são julgados pelo STF, por possuírem foro privilegiado.

Defesa nega crime

Ao prestar depoimento ao STF, Maluf negou ter cometido irregularidades e afirmou não possuir contas no exterior, à exceção de uma conta aberta na França por exigência das leis daquele país após ele ganhar um valor num cassino.

Segundo o relatório do processo, lido pelo ministro Edson Fachin, Maluf afirmou no depoimento estar sendo processado por ser “um bom marido”, já que teria transferido o dinheiro ganho no cassino para sua mulher.

Segundo Fachin, ao ser perguntado sobre a suposta corrupção nas obras da Água Espraiada, Maluf se ateve ao direito de permanecer em silêncio.

A defesa do deputado também tem afirmado que ele não poderia ser condenado pelo crime de lavagem de dinheiro, pois os fatos nos quais se baseia a denúncia ocorreram antes da vigência da lei que define o crime de lavagem de dinheiro, que é de 1998. É um princípio do direito criminal que não pode haver punição por ato praticado antes de lei que o defina como crime.

O ministro Edson Fachin afirmou que houve movimentações financeiras realizadas após o advento da lei de lavagem.

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da OAS, mas ainda não obteve resposta. A reportagem não conseguiu localizar representantes da empresa Mendes Júnior, que passa por um processo de recuperação judicial.

Maluf também foi condenado à perda do mandato, mas o ato, segundo decisão da 1ª Turma do Supremo, depende de ato da Câmara dos Deputados.

Além do relator, ministro Edson Fachin, votaram pela condenação os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

O presidente da 1ª Turma, Marco Aurélio Mello, votou pela absolvição de Maluf, com o argumento de que o crime que deu origem à lavagem de dinheiro já estava prescrito, o que impediria a punição do deputado.

Maluf é réu por lavagem de dinheiro, num processo aberto a partir das investigações de corrupção e desvio de dinheiro das obras da avenida Água Espraiada (atual avenida Roberto Marinho), construída por um consórcio das empreiteiras  OAS e Mendes Júnior na gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993 a 1997).

A denúncia julgada nesta terça-feira, no entanto, não analisou a suspeita sobre o crime de corrupção, que já está prescrito.

A prescrição é o prazo máximo para que uma pessoa possa ser punida por um crime. O prazo pode variar a depender de fatores como o tipo do crime, a fase do processo na Justiça e a idade do investigado.

A maioria dos ministros da 1ª Turma, que votou pela condenação de Maluf, também julgou que a lavagem de dinheiro é um crime permanente. Isso quer dizer que o ato de ocultar bens e valores fruto de atividades ilegais tem o tempo de prescrição contado a partir do momento em que os valores são descobertos, e não a partir do ato que gerou a ocultação dos bens.

A denúncia da Procuradoria-Geral da República aponta que as obras foram superfaturadas e o dinheiro da prefeitura foi desviado por meio da subcontratação de outras empresas que emitiam notas fiscais falsas para simular a realização de serviços e justificar a transferência do dinheiro desviado.

Na sessão que determinou a abertura do processo no Supremo, em 2011, o então relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ver indícios de que o dinheiro desviado foi movimentado por contas da família Maluf em Nova York (EUA), Suíça, Inglaterra e na Ilha de Jersey, paraíso fiscal próximo do Reino Unido.

Com a condenação, Maluf poderá perder o mandato e ser proibido de disputar novas eleições por ficar enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

A defesa de Maluf afirma que não há comprovação da ligação do deputado com essas transações financeiras. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa Maluf nesse processo, afirmou que a defesa vai recorrer da decisão e pode pedir para o caso ser julgado pelo plenário do STF.

Segundo Kakay, a prisão do deputado só deve ser executada após o julgamento dos recursos. O advogado também disse que não ficou claro se a 1ª Turma decidiu pela perda imediata do mandato ou se apenas após os recursos serem julgados.

A operação de lavagem teria sido praticada por meio da transferência de valores pela construtora Mendes Júnior, a partir de uma conta em Nova York, para uma conta em Jersey, de onde foi utilizado para a compra de títulos de dívida da Eucatex, empresa da família Maluf.

São estas transações bancárias, segundo a acusação feitas com o objetivo de reinserir os recursos no Brasil, que configurariam o crime de lavagem de dinheiro.

Em 2014, Lewandowski autorizou, no curso desta mesma ação, que a Procuradoria-Geral da República iniciasse os procedimentos para a repatriação de US$ 53 milhões em contas na Suíça, Luxemburgo, França e Jersey. Os valores teriam ligação com o esquema de desvio de dinheiro das obras em São Paulo.

A investigação por lavagem de dinheiro contra Maluf já se arrasta há mais de 10 anos no STF. O processo passou a tramitar no Supremo em fevereiro de 2007, com a abertura de um inquérito contra o deputado, sua mulher, Sylvia Maluf, e outras dez pessoas, entre elas empresários.

A denúncia contra Maluf foi oferecida à Justiça Federal de São Paulo em dezembro de 2006, mas o caso foi remetido ao Supremo com a posse de Maluf na Câmara dos Deputados, em janeiro de 2007. Deputados federais só são julgados pelo STF, por possuírem foro privilegiado.

Defesa nega crime

Ao prestar depoimento ao STF, Maluf negou ter cometido irregularidades e afirmou não possuir contas no exterior, à exceção de uma conta aberta na França por exigência das leis daquele país após ele ganhar um valor num cassino.

Segundo o relatório do processo, lido pelo ministro Edson Fachin, Maluf afirmou no depoimento estar sendo processado por ser “um bom marido”, já que teria transferido o dinheiro ganho no cassino para sua mulher.

Segundo Fachin, ao ser perguntado sobre a suposta corrupção nas obras da Água Espraiada, Maluf se ateve ao direito de permanecer em silêncio.

A defesa do deputado também tem afirmado que ele não poderia ser condenado pelo crime de lavagem de dinheiro, pois os fatos nos quais se baseia a denúncia ocorreram antes da vigência da lei que define o crime de lavagem de dinheiro, que é de 1998. É um princípio do direito criminal que não pode haver punição por ato praticado antes de lei que o defina como crime.

O ministro Edson Fachin afirmou que houve movimentações financeiras realizadas após o advento da lei de lavagem.

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da OAS, mas ainda não obteve resposta. A reportagem não conseguiu localizar representantes da empresa Mendes Júnior, que passa por um processo de recuperação judicial.

Leia a notícia no original:

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/05/23/stf-condena-deputado-paulo-maluf-por-lavagem-de-dinheiro.htm

BBC Brasil – entrevista o Presidente da FRIBOI

Bom dia

Dono da Friboi comentou na BBC que nunca teve relação com Lula só o viu uma vez

BBC Brasil – Como é sua relação com Lula?

Batista – Lula foi presidente por oito anos. Só o encontrei uma vez nesse período, em uma reunião setorial no palácio, com 30 pessoas na sala, ministros, CEOs, etc. Não tenho certeza sobre meu irmão (Joesley Batista), mas acho que ele nunca encontrou o Lula quando ele era presidente. Fomos conhecê-lo depois, porque nos chamaram no Instituto Lula justamente para explicar isso (os rumores). Eles perguntaram: “Que diabos é isso? São vocês que estão falando isso?” Respondemos: “De jeito nenhum, presidente Lula, achamos isso um negócio sem pé nem cabeça.”

No total, encontrei o Lula três vezes depois que ele deixou a Presidência. Teve um evento de uma revista em um hotel. Sentei na mesa, ele estava almoçando. E teve outra vez em uma inauguração de alguma coisa. Essa é a relação. É muito distante.

BBC Brasil – E com o Lulinha?

Batista – Nunca vi o Lulinha na minha vida. Sei quem ele é por foto na internet. Um amigo um dia falou: “Wesley, ele é parecido com você”. Eu respondi: “Tá louco!” Aí fui olhar. Mas nunca apertei a mão do Lulinha. Meu irmão encontrou ele uma vez em um evento social, uma festa. Uma pessoa que estava lá ainda brincou: “Vem cá que eu vou te apresentar teu sócio. O sócio que você não conhece…”. Aí meu irmão disse: “Rapaz… o povo fala que somos sócios e nunca nem tinha te visto”.