Todos os posts de admin

LULA CONDENADO POR NÃO SER DONO DO TRIPLEX.

  1. LULA condenado por não ser ono do TRIPLEX

LULA condenado por não ser dono do TRIPLEX

https://www.cartacapital.com.br/politica/moro-condena-lula-a-9-anos-e-meio-de-prisao

CARTA CAPITAL

Moro condena Lula a 9 anos e meio de prisão

Lula é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por tríplex no Guarujá, mas é absolvido em relação a armazenamento de acervo presidencial

by Redação — published 12/07/2017 14h12, last modified 12/07/2017 14h48

O juiz Sergio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. A sentença, anunciada nesta quarta-feira 13, é a última decisão de Moro no processo em que o petista foi acusado pela força-tarefa da Lava-Jato de receber propina da OAS.

Lula foi condenado por supostamente se beneficiar de recursos desviados da Petrobras para a a compra e reforma do imóvel. É a primeira vez que um ex-presidente do Brasil é condenado por corrupção. O petista foi absolvido, porém, da acusação de ter sido beneficiado irregularmente pelo transporte e armazenamento de seu acervo presidencial.

Em sua decisão, Moro afirmou que Lula e sua defesa tem adotado práticas “bastante questionáveis” contra o juízo, e que, aliado aos relatos de Léo Pinheiro segundo os quais o petista orientou o empreiteiro a destruir provas, até “caberia cogitar a decretação da prisão preventiva do ex-presidente”.

Em seguida, Moro reconhece, porém, que a prisão de Lula não deixaria “de envolver certos traumas”. “A prudência recomenda que se aguarde o julgamento da Corte de Apelação antes de extrair as consequências próprias da condenação”, afirma o juiz. Em tese, Lula poderá começar cumprir a pena caso o tribunal de segunda instância confirme a sentença de Moro.

Moro afirmou ainda que a condenação “não traz a este julgador qualquer satisfação pessoal”. É de todo lamentável que um ex-presidente da República seja condenado criminalmente, mas a causa disso são os crimes por ele praticados e a culpa não é da regular aplicação da lei.”

Com a condenação, Lula poderá recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Recentemente, Vaccari Neto foi inocentado em segunda instância pelo mesmo tribunal após ser condenado por Moro a 15 anos e quatro meses de prisão por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção.

Se uma eventual condenação por Moro for confirmada no segundo grau, Lula se tornará inelegível para as eleições de 2018, mas ainda poderá recorrer às instâncias superiores.

OAS usou o imóvel como garantia de operação de crédito

Nas alegações finais, a defesa de Lula enfatiza que o tríplex no Guarujá não apenas pertence à OAS, como jamais poderia ser vendido ou repassado à família de Lula, pois o Edifício Solaris foi usado como garantia de uma operação de crédito feita pela empreiteira.

O negócio remonta a novembro de 2009, quando a OAS Empreendimentos S.A. lavrou uma escritura de emissão de debêntures, tendo a Planner Trustee DTVM Ltda como agente fiduciário e Caixa Econômica Federal como banco depositário. Em outubro de 2010, no segundo aditamento do contrato, a OAS apresentou o empreendimento Mar Cantábrico, como se chamava anteriormente o Solaris, como garantia para o pagamento da dívida.

Nesse instrumento, foi indicada uma conta centralizadora da Caixa Econômica Federal para arrecadar os valores de eventuais unidades do empreendimento vendidas. Em fevereiro de 2011, a Planner comunicou a OAS que o Solaris tornou-se “elegível”, ou seja, foi aceito como garantia para a operação de crédito.

Em outras palavras, o imóvel só poderia ser repassado à família de Lula se a Caixa tomasse parte nas negociações. O depósito de valores em uma conta do banco seria uma condição para qualquer transação relacionada ao apartamento. “Para o apartamento ser vendido ou alienado a alguém, seria necessário a OAS comunicar à Caixa Econômica Federal formalmente. E o banco deveria receber 100% do valor de venda do imóvel. Sem esse procedimento, o triplex jamais seria alienado”, afirmou, em recente entrevista a CartaCapital, o advogado Cristiano Zanin, defensor de Lula.

Não é tudo. A empreiteira está em processo de recuperação judicial e, na avaliação de bens e ativos da empresa, o Solaris figura com o valor zerado. Motivo: o condomínio e outros empreendimentos da empresa estavam alienados desde a operação de debêntures com a Caixa. “Os recursos dos mesmos serão utilizados para a amortização da dívida, devido ao ônus para o qual os projetos estão atrelados”, diz um laudo assinado pela Apsis, responsável na “avaliação de bens e ativos” da empreiteira, em junho de 2015.

A defesa havia solicitado uma série de diligências ao juiz Sergio Moro para comprovar a existência de tal operação de crédito, mas os pedidos foram recusados. Os advogados do ex-presidente só encontraram a papelada após uma busca ostensiva em cartórios, por conta e risco dos defensores.

A tese de ocultação de patrimônio, levantada pela acusação, também é contestada por Zanin Martins. “Não se pode cogitar uma ocultação de patrimônio quando não há sinais de que o acusado de alguma forma usufruiu daquele bem”, diz o advogado do ex-presidente. “O Ministério Público levantou um castelo de hipóteses não comprovadas. Em vez de indicar provas, amparam-se em teses do procurador Deltan Dallagnol, algumas defendidas em livro, no qual ele diz textualmente que ‘provar é argumentar’ e ‘julgar é um ato de fé’”.

As múltiplas versões de Léo Pinheiro

Para amparar a condenação, Moro cita as declarações de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS. Embora ainda não tenha formalizado um acordo de colaboração premiada com a Justiça, o executivo está em tratativas com os investigadores há algum tempo. Em junho de 2016, as negociações travaram, segundo informou o jornal “Folha de S.Paulo”, por causa do modo como o empreiteiro narrou episódios envolvendo Lula.

À época, Pinheiro afirmou que as obras da OAS no tríplex eram uma forma de agradar Lula, e não contrapartidas a algum benefício. Os procuradores, segundo a reportagem, consideraram a versão pouco crível e viram na postura de Pinheiro uma tentativa de preservar Lula.

Em meio ao processo conduzido por Sérgio Moro, Léo Pinheiro alterou sua primeira versão dos fatos, ao afirmar que imóvel era de Lula. A doação do apartamento seria, segundo a nova versão do empreiteiro, descontado de valores de propina em contratos da OAS com a Petrobras, negócio supostamente acertado diretamente com Vaccari Neto.

Em seus memoriais finais entregues a Moro, Léo Pinheiro reforça a nova versão com sua narrativa. Em 2009, quando a OAS iniciou as negociações para assumir as obras do Bancoop no edifício Solaris, diz Pinheiro, Vaccari Neto informou ao empreiteiro da existência de um empreendimento da família de Lula no local. De fato, os familiares de Lula tinham direito a uma unidade no local, mas não era o tríplex em questão.

Em 2010, o jornal “O Globo”, lembra Pinheiro, publicou uma matéria sobre o atraso nas obras do tríplex e afirmou que Lula não negou a propriedade do imóvel à época. Pinheiro relatou seu desconforto com a matéria jornalística e disse ter sido orientado “a manter o imóvel em nome da OAS e seguir encobrindo a identidade do real proprietário”.

A orientação teria partido de Okamotto, segundo o relato do empreiteiro. “O apartamento continua em nome da OAS e depois a gente vê como é que nós vamos fazer para transferir ou o que for”, teria dito o presidente do Instituto Lula.

Outro argumento de Pinheiro é que o imóvel nunca foi colocado à venda por existir ali uma cobertura do ex-presidente. “Desde 2009, eu tinha orientação para não colocar à venda, porque pertenceria à família do presidente”, afirmou o dono da OAS.

Em 2014, narra Pinheiro, Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia visitaram o tríplex acompanhados do empreiteiro e de uma equipe da OAS. Nesse encontro, o ex-presidente e sua esposa teriam feito “inúmeras solicitações de mudanças” na unidade.

Em seguida, Lula e Pinheiro teriam conversado no caminho de volta à São Paulo, quando, narra o empreiteiro, combinaram que algumas reformas teriam início imediato. Lula confirma a viagem de volta, mas nega ter falado sobre o tríplex. No mesmo ano, Pinheiro teria comparecido à residência de Lula em São Bernardo do Campo, para “obter a aprovação do projeto de reforma do tríplex”.

A defesa de Lula contesta a narrativa. Sobre a suposta conversa entre Pinheiro e João Vaccari Neto a respeito do imóvel em 2009, os advogados sustentam que não há evidência nos autos referente a esse diálogo. Em relação a uma aludida conversa em 2010 com Paulo Okamotto sobre a transferência do tríplex para Lula, os defensores negam não haver provas e afirmam que Okamotto negou o diálogo.

“Léo Pinheiro apresentou apenas recibos de pedágio e e-mails sem qualquer potencial de servir como prova”, emenda Zanin. “Repare: ele tem como provar a veracidade de seu depoimento, basta mostrar o comprovante do depósito do valor do triplex naquela conta indicada pela Caixa Econômica Federal, e isso ele não fez”.

Felicidade Fechada – Miruna Genoino

Lançamento do livro:
Felicidade Fechada de Miruna Genoino
no Sindicato do Engenheiros do Rio de Janeiro
06/julho/2017

Miruna Genoino e Luciano Menezes lançamento no Rio de Janeiro do livro Felicidade Fechada.
Miruna Genoino e Luciano Menezes lançamento no Rio de Janeiro do livro Felicidade Fechada.

Garoto Podres

Letras de músicas – Letras.mus.br
menu

A Internacional
Hinos

De pé, ó vitimas da fome!
De pé, famélicos da terra!
Da idéia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra.
Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé, não mais senhores!
Se nada somos neste mundo,
Sejamos tudo, oh produtores!

Bem unido façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional

Senhores, patrões, chefes supremos,
Nada esperamos de nenhum!
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe livre e comum!
Para não ter protestos vãos,
Para sair desse antro estreito,
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós diz respeito!

Bem unido façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional

Crime de rico a lei cobre,
O Estado esmaga o oprimido.
Não há direitos para o pobre,
Ao rico tudo é permitido.
À opressão não mais sujeitos!
Somos iguais todos os seres.
Não mais deveres sem direitos,
Não mais direitos sem deveres!

Bem unido façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional

Abomináveis na grandeza,
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha!
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu.
Querendo que ela o restitua,
O povo só quer o que é seu!

Bem unido façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional

Nós fomos de fumo embriagados,
Paz entre nós, guerra aos senhores!
Façamos greve de soldados!
Somos irmãos, trabalhadores!
Se a raça vil, cheia de galas,
Nos quer à força canibais,
Logo verrá que as nossas balas
São para os nossos generais!

Bem unido façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional

Pois somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo.
Pertence a Terra aos produtivos;
Ó parasitas deixai o mundo
Ó parasitas que te nutres
Do nosso sangue a gotejar,
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar!

Bem unido façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional

Partido Supera Dignamente Bandalheira – LIVRE Superou Tudo Fortemente

LIVRE - Superou Tudo Fortemente
LIVRE – Superou Tudo Fortemente

Partido Supera Dignamente Bandalheira.

Finalmente tira a máscara.

Míriam Leitão assume e adere aos corruptos
Míriam Leitão assume e adere aos corruptos

Domingo 18 de junho de 2017

A loucura que se estabeleceu no Brasil quando tiraram a Presidenta Dilma Rousseff e colocaram na direção do pais um grupo de corruptos.

FLORA DAEMON

18 DE JUNHO DE 2017

Hoje eu tomei um soco no rosto. O primeiro em 35 anos. Assim, no meio da rua, num domingo ensolarado, na frente de duas ou três dezenas de pessoas. Apanhei porque não permiti que alguém fosse linchado por ter roubado um celular de uma mulher que, por sua vez, não queria prestar queixa na delegacia. Fui machucada, ofendida, empurrada e ameaçada por vários, incluindo um sujeito armado, porque defendi em alto e bom som que o homem fosse encaminhado para a polícia para que, nessa instância, as medidas fossem tomadas. Não ousei, sendo minoria absoluta na cena bizarra, entoar qualquer frase que rimasse com direitos humanos. Eu só tentava fazer com que aquele corpo negro estendido no chão não fosse chutado, esmurrado, humilhado. Apanhei, fui cercada e xingada por vários sendo mulher, branca e desarmada num bairro da zona sul carioca. E assim agi porque (já) sabia que se tratavam dessa maneira minha dignidade e meu corpo, a pisada no pescoço para “imobilizar” o homem negro não arrefeceria a sede de sangue dessa classe média pavorosa. O fascismo está vencendo. E a responsabilidade é nossa que assistimos, consternados, essa “gente de bem” fazendo “justiça” com suas próprias mãos. Estou farta de tudo. Inclusive desses olhos que desviam da dor alheia.

A foto, lamentável, não me constrange. E se você acha “desnecessária” essa publicação, talvez deva andar mais pelo Rio de Janeiro.

Flora Daemon
Flora Daemon

13 episódios sobre os trabalhadores brasileiros.

Assista 13 episódios sôbre os trabalhadores brasileiros.

O que será do Brasil?

Hoje

O próximo dirigente principal do Brasil
O próximo dirigente principal do Brasil

Viva o povo do Brasil!

Em Porto Alegre, senegalês devolve R$ 100,00 dado por engano como R$ 2,00
Em Porto Alegre, senegalês devolve R$ 100,00 dado por engano como R$ 2,00

Roberto Schotkis: Comprei um cardaço de sapato deste imigrante hoje na rua Dr Flores. Ele custou 6 reais. Dei 3 notas de 2 reais. Quando estava a 20 metros do local, eis que o mesmo foi atrás de mim e falou: Dr, o senhor deu uma nota de 100 reais ao invés de 2 reais. O nome dele é Rarin. Gente honesta neste país de pilantras. Emocionante.

http://m.zerohora.com.br/286/porto-alegre/9810728/vendedor-senegales-devolve-dinheiro-recebido-por-engano-e-historia-viraliza-nas-redes-sociais
http://m.zerohora.com.br/286/porto-alegre/9810728/vendedor-senegales-devolve-dinheiro-recebido-por-engano-e-historia-viraliza-nas-redes-sociais

“Após pagar com três notas de R$ 2 o par de cadarços recém comprado no centro de Porto Alegre, o empresário Roberto Schotkis, 51 anos, foi surpreendido com um cutucão no ombro enquanto caminhava pela Rua Doutor Flores. Era um vendedor senegalês lhe avisando de um engano.”

Leia a matéria: Zero Hora (http://m.zerohora.com.br/286/porto-alegre/9810728/vendedor-senegales-devolve-dinheiro-recebido-por-engano-e-historia-viraliza-nas-redes-sociais)

Esse relato é que nos faz ter certeza que os canalhas são minoria no Brasil.

VIVA O POVO!