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Por que o STF não JULGA o EDUARDO CUNHA?

Presidente da Câmara de Deputados Federais EDUARDO CUNHA
Presidente da Câmara de Deputados Federais DEPUTADO EDUARDO CUNHA

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira, 03 DE MARÇO DE 2016, abrir ação penal contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), PLACAR 10 X 0, pelos crimes de corrupção.

Com a decisão, Cunha passa à condição de primeiro réu nas investigações da Operação Lava Jato que tramitam na Corte.

A prova da armação da prisão coercitiva de Lula

Olha aí gente!!!!Estava tudo armado!Fracassou a tentativa de humilhar Lula levado a cabo pelo Juiz Sergio Moro e seus cúmplices da família Bolsonaro. Não deixem de ver o vídeo.Mais uma pedrinha no otimismo dos golpistas.Então é verdade que o Sr Moro, ou a PF, estavam mesmo, SEQUESTRANDO o Lula para Curitibae deram com os burros nágua; BEM FEITO! Por isso que ele ficou muito sem graça, imagino a caradele quando esbarrou com o Dpt petista Luizinho, que armou um TREMENDO CIRCO e a operação”seqüestrica” foi pra cucuia e o resto do espetáculo já sabemos.Vejam o vídeo e que figuras estavam esperando o lula https://www.facebook.com/bolsonaro.enb/videos/491540887705207/?hc_location=ufi

Publicado por Eduardo Homem da Costa em Segunda, 14 de março de 2016

Lavajato – O depoimento do capoteiro

INCOMPETENCIA MOROLISTA!

Uma prova contundente, nem a OPINIÃO PÚBLICA (OP) conseguiu omitir ou esconder.

Depoimento na lavajato do capoteiro

o capoteiro depondo na lavajato
o capoteiro depondo na lavajato

OPERAÇÃO LAVA JATO‘Uai, será que usaram meu nome nesse trem?’, diz capoteiro intimado por engano na Lava Jato

POR JULIA AFFONSO

07/03/2016, 21h08

Jorge Washington Blanco, que reside em Belo Horizonte, foi confundido com alto executivo ligado ao Banco Schahin arrolado como testemunha de acusação do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula

Capoteiro foi chamado por engano para depor na Lava Jato. Foto: Reprodução

Na última sexta-feira, o capoteiro Jorge Washington Blanco, de 55 anos, ficou frente a frente com o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato. Por engano.

O homônimo Jorge Blanco foi intimado para depor como testemunha de acusaçãocontra o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A força-tarefa da Lava Jato procurava um executivo que seria ligado ao Banco Schahin. Segundo um dos defensores presentes na audiência, ‘um uruguaio ou argentino’.

“Uai, eu fiquei meio assim, falei: será que usaram meu nome nesse trem? Eu nunca me envolvi com nada errado. De uma hora pra outra aparece negócio de Lava Jato, coisa que eu vejo falar na televisão”, disse.

Diariamente, entre 11h30 até 18h30, o capoteiro trabalha em uma loja em Belo Horizonte com capota e estofamento. Casado, com dois filhos, Jorge Blanco disse que um deles pensou que a intimação para comparecer à Justiça Federal, em Minas, se tratasse de uma brincadeira. “Um deles falou: isso é negócio que põe na internet, o pessoal fica brincando. Eu falei: comigo não foi brincadeira, não. O rapaz trouxe a intimação, olha aqui.”

Em videoconferência, Jorge Blanco respondeu a todas as perguntas. Nesta entrevista, também. À reportagem, Jorge Blanco explicou, com muito bom humor, o depoimento à maior investigação contra a corrupção do País.

“Fui sozinho (para a audiência). Pensei: pode ser um nome parecido. Moro em Belo Horizonte, nunca viajei para Curitiba, nunca saí daqui”, afirmou o capoteiro, se referindo a cidade base da Operação Lava Jato. “Esse juiz… Como é mesmo que ele se chama? É Sérgio… Eu falei que eu era capoteiro, ele ficou rindo.”

A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM O CAPOTEIRO JORGE BLANCO

ESTADÃO: Chamaram o sr para depor por engano?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Me chamou lá, fez um ‘cado’ de pergunta de uns negócios que eu nunca tinha ouvido falar, de banco, um cara que eu nunca ouvi falar nele. Me perguntaram a profissão, aí falou que podia acabar as perguntas. Falou que eu estava liberado. Ficaram foi rindo porque viram que a minha profissão era totalmente diferente da que eles estavam querendo.

ESTADÃO: O que o sr pensou quando recebeu a intimação?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Uai, eu fiquei meio assim, falei: será que usaram meu nome nesse trem? Eu nunca me envolvi com nada errado. De uma hora pra outra aparece negócio de Lava Jato, coisa que eu vejo falar na televisão.

ESTADÃO: O sr trabalha como capoteiro há quantos anos?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Ah, desde menino, desde criança.

ESTADÃO: Quando recebeu o papel?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Semana retrasada. Inclusive, foi até um amigo meu, ele é oficial de Justiça. Ele entregou, eu achei que ele estava brincando. Falou: isso aqui é aquele negócio da Lava Jato, daquele Cerveró, da Petrobrás. Eu falei: ‘que que é isso?’. Eu achei que era brincadeira. Mas depois vi que era um negócio mais sério. Falei: Não vou deixar de ir lá, não, porque eu tenho nada de errado. Tenho que ir lá ver o que é isso.

ESTADÃO: O sr estava chegando em casa?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Ele chegou, eu estava guardando o carro na garagem. Inclusive, o irmão desse cara, eu conheço há muito tempo. Eu tinha passado em um supermercado em BH e encontrei o irmão dele lá. Perguntei por ele (o oficial de Justiça) e. por coincidência, ele mesmo é que foi levar a intimação para mim. Falei com ele: encontrei seu irmão agora, perguntei por você. Ele falou: eu vim trazer a intimação para você. Eu vi que saiu na internet a videoconferência. Para você ver que não é brincadeira. Tem alguém com esse mesmo nome meu?

ESTADÃO: Acho que tem.

JORGE WASHINGTON BLANCO: Agora que eu estou lembrando. Eu vi na internet que tem um Jorge Washington Blanco Boccoli. Esse juiz… Como é mesmo que ele se chama? É Sérgio…

ESTADÃO: Moro.

JORGE WASHINGTON BLANCO: Eu falei que eu era capoteiro, ele ficou rindo.

OPERAÇÃO LAVA JATO

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/uai-sera-que-usaram-meu-nome-nesse-trem-diz-capoteiro-chamado-para-depor-por-engano-na-lava-jato/

Merval Pereira e Ricardo Noblat – generais sem pijama

Os generais sem pijama Merval Pereira e Ricardo Noblat. e A LIÇÃO DE HILDEGAR ANGEL.

Antes do golpe de 1964 era Carlos Lacerda que era general sem pijama. Após o GOLPE MILITAR de 1964, ele foi execrado pelos militares.

Apesar da história ainda não são todos que aprendem.

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“Em busca da saída”, por MERVAL PEREIRA (em O GLOBO)

Merval Pereira - general sem pijama
Merval Pereira – general sem pijama

Publicado em 06/03/2016 09:43 e atualizado em 07/03/2016 10:09
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Tropas do Exército entraram em prontidão

Se a política não resolver a crise, a crise vai resolver a política. Mais que um jogo de palavras que o deputado Raul Jungman gosta de usar, esta é uma constatação que fica mais evidente ainda diante da iniciativa de militares de contatarem na sexta-feira autoridades civis – governadores de Estados estratégicos como Rio e São Paulo, ministros, líderes partidários – para colocarem à disposição tropas em caso de necessidade de garantir a ordem pública, conforme Ricardo Noblat noticiou em seu blog.

Os confrontos entre petistas e seus adversários políticos nas ruas de diversas capitais do país, enquanto Lula depunha na Polícia Federal, insuflados por uma convocação do presidente do PT Rui Falcão, acendeu a luz amarela nas instituições militares, que pelo artigo 142 da Constituição têm a missão de garantir a ordem pública.

O fato de terem oferecido apoio às autoridades civis mostra que, ao contrário de outras ocasiões, os militares não estão dispostos a uma intervenção, que seria rejeitada pelas forças democráticas, mas se preocupam com a crise e se dispõem a auxiliar as autoridades civis em caso de necessidade.

Já há algum tempo, diante do agravamento da crise político-econômica, militares de alta patente estão conversando com lideranças civis de diversos setores da sociedade, e agora consideram que está na hora de o mundo político encontrar saídas constitucionais para o impasse em que estamos metidos, com o Congresso, que é o único caminho para uma solução em moldes democráticos, paralisado diante de sua própria crise: um presidente da Câmara tornado réu pelo Supremo Tribunal Federal, um presidente do Senado alcançado por nada menos que seis processos, cerca uma centena de deputados e senadores envolvidos de alguma maneira em problemas com a Justiça e tantos outros sujeitos ao imponderável das delações premiadas da Operação Lava-Jato.

Mesmo soluções constitucionais como o impeachment ficam contaminadas pela presença de Eduardo Cunha na presidência da Câmara, e a perspectiva de que ele possa assumir a presidência da República, por poucos meses que seja, para convocar novas eleições – no caso de uma impugnação da chapa PT-PMDB até o fim desse ano, o que é improvável – é no mínimo desanimador.

Nos bastidores do Congresso negocia-se de tudo, desde a implantação de um semipresidencialismo de ocasião, até a sugestão mais recente da Rede de Marina Silva de aprovar uma emenda constitucional com o instituto do recall, pelo qual a presidente Dilma poderia ser retirada do poder através de uma consulta popular.

Houve há poucos dias a tentativa de fazer com que Dilma rompesse com o PT e partisse para uma nova coalizão partidária, que poderia contar até mesmo com setores da oposição. Os fatos, porém, atropelaram essas negociações, e hoje Dilma e Lula estão juntos no que pode ser um abraço de afogados, mas é a única maneira de os dois tentarem sair vivos politicamente dessa crise.

A oposição, por seu turno, começa a deixar a dubiedade para apoiar o impeachment da presidente, pois um processo de impugnação da chapa no Tribunal Superior Eleitoral pode levar mais um ano, com marchas e contramarchas no STF e, mais complicado que tudo, no terceiro ano de mandato um novo governo seria eleito de maneira indireta por este Congresso sem credibilidade diante da população.

A pressão agora é para que o PMDB rompa o mais rápido possível com o governo e entre de cabeça no processo de impeachment. Ao mesmo tempo, arma-se na Câmara uma ação conjunta para obstruir as sessões até que a permanência de Eduardo Cunha na presidência se torne inviável.

Alguma coisa terá que ser feita, e rápido, diante da deterioração do ambiente econômico e da mudança de patamar da crise política, com a Operação Lava-Jato tendo chegado literalmente às portas do ex-presidente Lula. Se as forças políticas que representam a maioria do país, hoje claramente posicionada contra o PT, não se unirem em busca de uma saída democrática para a crise, estaremos diante de uma ameaça de retrocesso institucional.

As milícias petistas mobilizadas na confrontação física nas ruas podem transformar o país em uma Venezuela, e quanto mais os fatos descobertos na Operação Lava-Jato forem sendo desvelados, mais a resposta violenta será a única saída.

O Congresso tem que encontrar rapidamente uma saída constitucional que possibilite a formação de um governo de transição democrática, e o caminho mais viável parece ser o impeachment, já que a presidente Dilma não se mostra capaz de, por si só, articular essa transição, e se revela comprometida cada dia mais com as ações criminosas que a levaram ao governo.
A crise ganhou um novo componente. E ele veste farda e pilota tanques
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General sem pijama 2

Militares

Por Ricardo Noblat (em O GLOBO)

Ricardo Noblat
Ricardo Noblat – general sem pijama 2

A condução coercitiva de Lula para depor à procuradores da Lava-Jato não foi o fato que marcou a escalada preocupante da crise política que abala o país e ameaça derrubar o governo.

A crise ganhou um novo componente. Ele veste farda e tem porte de arma. Sua entrada em cena, ontem, foi o fato mais importante do dia em que o país quase parou, surpreso com o que acontecia em São Paulo.

Não é comum ver-se um ex-presidente da República, o primeiro operário entre nós a chegar ao poder, ser conduzido por agentes federais na condição de investigado em bilionário escândalo de corrupção.

Nunca antes na história deste país…

O episódio serviu para demonstrar a solidez de uma democracia reinaugurada por aqui há apenas 31 anos. A lei deve ser igual para todos. Um ex-presidente não merece tratamento especial.

O receio de que a ordem pública virasse desordem foi o que assustou os militares, levando-os a se manifestarem por meio dos canais disponíveis para isso. Há muito que eles não procediam assim.

Um batalhão do Exército, em São Paulo, foi posto de sobreaviso caso os protestos contra e a favor de Lula resultassem em violência, e as polícias militar e civil perdessem o controle da situação.

Geraldo Alckimin não foi o único governador avisado de que poderia contar com a ajuda do Exército se pedisse ou se a presidente da República a autorizasse.

Integrantes do Alto Comando do Exército telefonaram para os governadores dos Estados mais sujeitos a conflitos entre militantes políticos e os preveniram para a necessidade de manter a paz social.

O elenco de autoridades alcançadas pelos telefonemas de generais foi mais amplo. E incluiu ministros de Estado e líderes de partidos, de quase todos os partidos. Os do PT ficaram de fora.

A tensão entre os generais foi desatada quando militantes políticos se agrediram diante do prédio onde Lula mora em São Bernardo. E atingiu seu pico com o discurso de Rui Falcão, presidente do PT.

Enquanto Lula era interrogado na delegacia da Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, Falcão pregava a ida para as ruas dos adeptos do PT e a realização de manifestações ruidosas.

Foi um duro discurso, embora pronunciado no tom ameno que caracteriza as falas de Falcão. De imediato, as várias instâncias do partido começaram a se mobilizar em obediência à nova palavra de ordem.

Até então, a máquina do PT parecia inativa, perplexa. No twitter, por exemplo, os termos mais em uso se referiam à prisão de Lula. Nas horas seguintes, os termos mais populares passaram a ser “golpe” e “ruas”.

Os generais estão temerosos com a conjugação das crises política e econômica e com o que possa derivar disso. Cobram insistentemente aos seus interlocutores do meio civil para que encontrem uma saída.

Não sugerem a solução A, B ou C. Respeitada a Constituição, apoiarão qualquer uma – do entendimento em torno de Dilma ao impeachment ou à realização de novas eleições. Mas pedem pressa.

Por inviável, mas também por convicções democráticas, descartam intenções golpistas. Só não querem se ver convocados a intervir em nome da Garantia da Lei e da Ordem como previsto na Constituição.
Fonte: O Globo
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Para os GENERAIS SEM PIJAMA aprenderem:
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HILDEGAR ANGEL: serviçais do golpe não merecem ser chamados de jornalistas:

Hildegard Anjo
Hildegard Anjo

“Vergonha dos companheiros da imprensa – não mais os chamarei de companheiros – que ajudaram a fazer ferver esse caldeirão para desestabilizar o Brasil e promover o caos, disseminando meias verdades, verdades transversas, dados manipulados, insinuações cínicas”, diz a jornalistas Hildegard Angel, uma das principais colunistas do País

6 de Março de 2016 às 06:10

Por HILDEGAR ANGEL

A sociedade precisa refletir sobre a gravidade do atual momento brasileiro, quando o que se parece pretender não é o cumprimento da lei, é a perseguição a um político que um grupo não aprova: Lula. Quando exorbita-se com 1, exorbita-se com 1 milhão. Já vimos esse filme. Os golpistas são os mesmos, as táticas iguais às de 54 e 64, os caminhos percorridos idênticos, os argumentos se repetem. Sequer têm imaginação para tirar novidade da cartola, um discurso que não seja aquele mesmo velho discurso lacerdista da corrupção, quando sabemos que os políticos da oposição que mais batem no peito simulando honradez têm todos “a mão amarela”.

Vergonha dos companheiros da imprensa – não mais os chamarei de companheiros – que ajudaram a fazer ferver esse caldeirão para desestabilizar o Brasil e promover o caos, disseminando meias verdades, verdades transversas, dados manipulados, insinuações cínicas.

É chegado o momento, mais do que nunca, de tomar posição. Assim eu faço. Nojo daqueles que se submetem ao papel triste de aliciar a mente desprotegida e desarmada de brasileiros, fazendo um trabalho massivo de subversão da consciência nacional em nome da conveniência de seus patrões. Transformaram o Brasil num vale tudo, e o povo já sai às ruas. Era isso que eles pretendiam: transformar o Brasil num circo e ver esse circo pegar fogo para, enfim, alcançarem o poder, pois, pela via democrática do voto, não conseguem.

Carnaval 2016

Carnaval no Rio de Janeiro em 2016 no Bloco Imprensa Que Eu Gamo – Laranjeiras – Rio de Janeiro Brasil

Carnaval 2016 - Bloco Imprensa Que Eu Gamo
Carnaval 2016 – Bloco Imprensa Que Eu Gamo

Se voce não conseguiu acessar no hipertexto acima copie abaixo e cole para assistir: http://www.daserste.de/information/politik-weltgeschehen/weltspiegel/videos/brasilien-karneval-der-korruption-100.html

A Folha de São Paulo evolui para pior

Fomos surpreendidos com a contratação para articulista do Kim Kataguri.

Articulista da Folha de São Paulo
Articulista da Folha de São Paulo

A imprensa marron não tem preocupação com o que publica, e nessa contratação a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – Folha de São Paulo marcou um gol, pois teve a propaganda disseminada sem gastar um tostão.

Articulista da OPINIÃO PÚBLICA(OP) - jornal Folha de São Paulo
Articulista da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal Folha de São Paulo

Alguém se auta intitula de figura pública realmente não deve ser levdo a sério.

Mas diante da chamada que ficou sendo feita na internet terminou sendo analisado e muito bem .

LEIAM no original clicando no texto a seguir ou mais abaixo na reprodução: A reação dos leitores ao novo colunista da Folha de S. Paulo Publicado em 20 de janeiro de 2016 por Lívia de Souza Vieira

Reprodução de objETHOS – Observatório da Ética Jornalística (https://objethos.wordpress.com/2016/01/20/a-reacao-dos-leitores-ao-novo-colunista-da-folha-de-s-paulo)

A reação dos leitores ao novo colunista da Folha de S. Paulo

Lívia de Souza Vieira
Doutoranda no POSJOR/UFSC e pesquisadora do objETHOS

No mesmo dia em que anunciou uma média mensal de 20 milhões de leitores em 2015, o jornal Folha de S. Paulo divulgou a ‘contratação’ de um novo colunista para o site: Kim Kataguiri, um dos organizadores das manifestações pró-impeachment. Tal fato repercutiu durante toda a segunda-feira (18) nas redes sociais, gerando questionamentos entre muitos desses milhões de leitores.

O esforço de reflexão sobre a decisão da Folha começa por separar pluralismo editorial de informação qualificada. E sobre isso a professora Sylvia Moretzsohn comentou: “Não se trata, obviamente, da minha rejeição a posições de direita. Eu sempre achei que um jornal deve buscar a pluralidade. Mas é preciso buscar também a substância. Como disse uma colega, também professora e jornalista, colunista não é o sujeito que simplesmente vai lá e dá uma opinião: é alguém que traz informação original e qualificada. Definitivamente, não é o caso desse rapaz, que não tem condições de estar em nenhum jornal que se leve a sério”.

O currículo de Kim Kataguiri não diz tudo sobre ele, obviamente. Mas é preciso destacar o que disse a própria matéria da Folha: ele terminou o ensino médio em 2013, largou o curso de Economia e neste ano pretende cursar Direito numa faculdade inaugurada em dezembro por Gilmar Mendes. E ainda afirmou que vai criticar o jornal constantemente, reforçando minha hipótese para sua contratação: a Folha quer polêmica e cliques.

Se for isso, conseguiu. Como o próprio Kim divulgou em seu perfil no Twitter, a matéria estava entre as mais comentadas do dia, bem como o artigo, publicado na terça (19).

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No entanto, a aparente força dos números esconde um aspecto qualitativo essencial: o descontentamento dos leitores, que ficou explícito nos comentários. Notem as menções ao cancelamento da assinatura do jornal, uma prova da gravidade da situação. É como se os leitores estivessem dizendo ‘não esperávamos isso de você, Folha’. Enquanto o jornal está atento aos trending topics, os leitores estão reivindicando qualidade.

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Com os exemplos acima, fica claro que a crítica à contratação de Kataguiri não se restringiu somente à Academia, como esbravejou o também colunista da Folha Reinaldo Azevedo. “Contam-me que, no Facebook, alguns doutrinadores disfarçados de professores de jornalismo também secretam o seu ódio. Isso explica, em parte, por que jornalistas recém-formados, muitas vezes, acham que os fatos são pura ‘conspiração da direita’. Acreditam que podem usar a profissão para ‘fazer justiça social’”.

Ledo engano. A crítica se dá por amor aos valores que fazem do jornalismo, ainda hoje, um mediador importante no debate público. É preciso ter o que dizer para dizer. Em seu artigo de estreia, só para ficar com esse exemplo, Kim diz que os integrantes do Movimento Passe Livre cometem “atos de vandalismo e terrorismo”. Mas convenhamos, Azevedo acerta quando tenta desqualificar: não só acreditamos como também lutamos para que o jornalismo, por meio da informação, contribua para uma sociedade mais justa.

Rir para não chorar

De forma irônica, mas muito significativa, sites de humor e crítica, como o Sensacionalista, tentaram pôr em evidência a decisão equivocada da Folha: “Estudantes que passaram em jornalismo no SISU desistem após Kim Kataguiri estrear na Folha”. E o The piauí Herald: “Pedro Paulo é o novo colunista da Revista Cláudia”.

sensacionalista_Kim
Trecho de post do site Sensacionalista.
piaui_Kim
Trecho de post do site The piauí Herald.

De olhos e ouvidos fechados

Além da coluna no site, a TV Folha fez um programa ao vivo com Kataguiri, no dia da estreia. Não sem novas reclamações explícitas dos leitores, como vemos abaixo:

TvFolha_Kim

Vale lembrar que Kataguiri é também blogueiro do HuffPost Brasil, o que demonstra que a falta de preocupação com o debate realmente qualificado não é exclusividade dos veículos tradicionais.

A OPINIÃO PÚBLICA – jornal Folha de São Paulo faz parte da nossa galeria, PARABÈNS pela aquisição.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) - jornal Folha de São Paulo
OPINIÃO PÚBLICA (OP) – jornal Folha de São Paulo

Ministério Público – RJ quer impedir blocos de rua no CARNAVAL-2016.

Em pleno século XXI, o Ministério Público pensa que é um inquisidor.

Ministério Público RJ
Ministério Público RJ

Inacreditavelmente quer acabar com a maior festa popular do Brasil na Cidade do Rio de Janeiro.

Não dá para entender, no ano passado, o CONTRAN retirou a obrigatoriedade dos extintores de incêndio nos automóveis.

RESOLUÇÃO Nº 556, DE 17 DE SETEMBRO 2015
RESOLUÇÃO Nº 556, DE 17 DE SETEMBRO 2015

E no Rio de Janeiro, tivemos a Primeira Batalha Carnavalesca,

Abertura Não Oficial do Carnaval do Rio de Janeiro 2016
Abertura Não Oficial do Carnaval do Rio de Janeiro 2016

patrocinado pela Prefeitura do Rio de Janeiro quando, utilizando a Guarda Municipal, baixou o cacete e distribuiu bordoadas nos

foliões que ousaram, cumprindo uma tradição, participar da Abertura Não Oficial do Carnaval de 2016 no Rio de Janeiro.

Essa providência inquisidora fica agora aguardando a disposição do Prefeito do Rio de Janeiro, que apoiou a selvageria anteriormente

Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro
Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro

relatada – já que não se pronunciou em defesa dos foliões, que com sua ordeira manifestação popular, mais divulgam a cidade e trazem turistas para o Rio de Janeiro.

Esperamos que o Prefeito Eduardo Paes, consiga perceber que o carnaval é um evento da população brasileira e que tem um dos

Sambódromo Carnaval Rio de Janeiro
Sambódromo Carnaval Rio de Janeiro

ícones na sua realização nas ruas do RIO.

O carnaval não é uma OLIMPÍADA, é a festa do povo brasileiro.

Olimpíada Rio de Janeiro 2016
Olimpíada Rio de Janeiro 2016

O jornal O Globo, membro da OPINIÃO PÚBLICA (OP), divulga no hipertexto ao final a matéria cujo teor segue:

Publicado no jornal O Globo

“Justiça proíbe desfile de blocos sem licença dos bombeiros
Descumprimento da ordem ocasionará em multa mínima de R$100 mil por desfile

POR CAROLLINE VIEIRA E PATRÍCIA VIVAS 15/01/2016 13:58 / atualizado 15/01/2016 19:23

RIO — O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro proibiu, nesta sexta-feira, a Prefeitura do Rio de autorizar o desfile de blocos de carnaval que recebem patrocínios, mas que não têm a autorização prévia do Corpo de Bombeiros. O descumprimento da ordem poderá acarretar em uma multa mínima no valor de R$100 mil por desfile para a prefeitura. O Corpo de Bombeiros não soube responder quantos blocos tem autorização para desfilar este ano.

A proibição foi pedida por meio de ação civil pública proposta pelo Ministério Público, após reclamações de associações de moradores, principalmente da Zona Sul, que se queixavam de falta de segurança, obstrução das vias e falta de horário de encerramento dos grandes blocos.

De acordo com o promotor Bruno de Faria Bezerra, o carnaval de rua cresceu muito, o que demanda maior fiscalização dos blocos.

– Todos os eventos culturais, com interesses econômicos e realizados em espaços públicos, devem ter a autorização do Corpo de Bombeiros, segundo a legislação.

O promotor se baseia no decreto do governo estadual número 44.617, de 20 de fevereiro de 2014, que regulamenta a realização de eventos nos espaços públicos no estado.

O secretário de turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello afirmou que a Riotur ainda não foi notificada da decisão judicial. Segundo ele, não é responsabilidade do município autorizar os desfiles, mas ordenar, impedindo blocos nos mesmos locais e horários.

– Na minha avaliação, bloco é uma manifestação cultural, não precisa de autorização. Tem que ver como os Bombeiros veem isso. Eu nem sei se o Bola Preta, por exemplo, é patrocinado. E se for, a gente vai impedir o Bola Preta de sair? – questionou o secretário.

Para o promotor, porém, se existe um patrocínio no bloco é porque a marca vê uma oportunidade de lucrar com o desfile, mesmo que seja apenas com a sua logomarca estampada no trio elétrico.

– Deste modo, o desfile não pode ser considerado somente uma manifestação cultural.

‘O carnaval é um direito do povo, vamos desfilar de qualquer jeito!’
– RITA FERNANDES, PRESIDENTE DA SEBASTIANA
Sobre a proibição de blocos sem licença dos Bombeiros
A presidente da Sebastiana, Rita Fernandes, ressalta que o patrocínio é fundamental para pagar o custo dos desfiles e que as exigências do Corpo de Bombeiros inviabilizam qualquer bloco.

– O Corpo de Bombeiros possui uma legislação para eventos públicas com exigências que, se forem levadas ao pé da letra, inviabilizam o carnaval de rua. Nós desfilamos pelas ruas do Rio há mais de 30 anos e essa decisão não vai nos afetar. O carnaval é um direito do povo, vamos desfilar de qualquer jeito! – afirma Rita, que representa 12 dos mais tradicionais blocos do Rio.

No ano passado, houve algumas reuniões com representantes dos blocos e do poder público para tentar mudar a legislação e reduzir o número de exigências inviáveis aos grupos que fazem o carnaval de rua. Segundo a presidente da Sebastiana, a discussão seguia com grandes avanços, e essa decisão da Justiça pegou todos de surpresa.

– Na última reunião que tivemos com as autoridades públicas – Prefeitura, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros -, todos concordaram que a legislação para eventos públicos não se encaixa para os blocos de carnaval. Tivemos várias discussões sobre a possibilidade de criar uma lesgislação ou adaptar essa para que seja viável o cumprimento, mas o Ministério Público nunca compareceu. Agora eles chegam com uma decisão arbitrária, semanas antes do carnaval, e querem impedir que o carnaval de rua aconteça. Porque é isso que aconteceria caso os blocos baixassem a cabeça, já que todos têm patrocínio.

Questionado sobre a possível inviabilização do carnaval de rua devido à decisão, o promotor disse que não havia pensado por esse ponto.

– Quando eu fiz a ação, não pensei nos blocos menores que recebem um baixo valor do patrocinador apenas para ajudar no desfile. A ação foi criada pensando nos grandes blocos. Ainda assim, a regra vale para todos os blocos patrocinados, independente do tamanho e do valor recebido.

Reportagem do GLOBO no ano passado mostrou que dos 456 blocos cadastrados em 2015 pela prefeitura, apenas três (0,65%) tinham, a uma semana do carnaval, autorização do Corpo de bombeiros.

Para receber a licença, os blocos tem que providenciar extintores de incêndio e ambulâncias, além de apresentar atestados emitidos por engenheiros e arquitetos sobre a segurança de equipamentos de som e trios elétricos.

A decisão da Justiça também obriga a Prefeitura do Rio a encerrar completamente o desfile dos blocos autorizados até no máximo uma hora após o término de sua passagem, o que inclui a suspensão de qualquer forma de sonorização e comercialização de bebidas por ambulantes com ou sem autorização. Neste caso, a multa mínima determinada em caso de não cumprimento corresponde a R$100 mil, por hora extrapolada.

O secretário de Turismo argumenta que não pode impedir as pessoas de ocuparem as ruas após a passagem dos blocos.

– Se o povo quiser insistir e ficar na rua, vai ficar dificil, porque a rua é do povo. A prefeitura vai retirar os ambulantes depois dos desfiles, mas se o povo ficar na rua, não há o que fazer.

A prefeitura ainda não tem uma posição se vai recorrer da decisão na Justiça.”

Notícia divulgada na OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal O Globo em 15/01/2016

CUNHA tratorando!

CUNHA paralisa a Comissão de Ética e a Liderança do PMDB.

EDUARDO CUNHA
EDUARDO CUNHA – eu sou o bicho!
Cunha tratorando 01
Cunha tratorando 01
Cunha tratorando 02
Cunha tratorando 02
OPINIÃO PÚBLICA (OP) - Folha de São Paulo
OPINIÃO PÚBLICA (OP) – Folha de São Paulo

Cunha manobra e destitui relator de sua cassação no Conselho de Ética

Renato Costa – 8.dez.2015/Folhapress
O Conselho de Ética da Câmara, que analisa o processo de cassação contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
O Conselho de Ética da Câmara, que analisa o processo de cassação contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

AGUIRRE TALENTO
RANIER BRAGON
DANIELA LIMA
GUSTAVO URIBE
DE BRASÍLIA

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Em mais uma manobra para atrasar o processo de cassação de seu mandato no Conselho de Ética, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), conseguiu nesta quarta-feira (9) destituir o relator do processo no conselho, deputado Fausto Pinato (PRB-SP), protelando mais uma vez a tramitação.

Cunha usou o vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), para obter uma decisão da mesa diretora que destituiu Pinato da relatoria. Tanto Cunha como Waldir Maranhão são investigados na Operação Lava Jato.

O fundamento jurídico é que Pinato fez parte do mesmo bloco partidário de Cunha, por isso estaria impedido de analisar o processo contra o presidente da Câmara.

Isso adiou mais uma vez a votação da abertura do processo contra Cunha, que estava prevista para esta quarta-feira (9).

Esse argumento havia sido rejeitado pelo presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PSD-BA), por isso os aliados de Cunha recorreram à mesa diretora. O autor do pedido foi o deputado Manoel Júnior (PMDB-PB).

“Como democrata que sou, respeito a decisão da mesa da Câmara dos Deputados, comandada pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha, mas não concordo com a mesa”, afirmou Pinato.

Parlamentares anunciaram que recorrerão ao plenário da Casa para tentar derrubar a decisão da Mesa Diretora.

SEM AVISO

Integrantes da Mesa, porém, deixaram a sala de reunião com Cunha se queixando por não terem sido avisados sobre a decisão de destituir Fausto Pinato.

No momento em que a destituição de Pinato foi anunciada, os integrantes da Mesa Diretora estavam reunidos no gabinete de Cunha. “Isso não foi falado lá em nenhum momento. Nos ficamos sabendo pela internet”, disse a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP).

O mesmo foi alegado pelo deputado Beto Mansur (PRB-SP). Os parlamentares disseram que o despacho de Maranhão sobre Pinato não poderia ser retratado como uma decisão da Mesa.

Cunha ainda não falou sobre o caso. Aliados do peemedebista, no entanto, dizem que a decisão de Maranhão foi articulada com ele.

‘GOLPE’

Após a decisão que destituiu Pinato, uma confusão se instalou no conselho e o grupo pró-Cunha defendeu que fosse feito o sorteio de um novo relator, em vez de Zé Geraldo, que foi escolhido pelo presidente no primeiro momento.

Araújo concordou e disse que faria ainda nesta quarta um sorteio dos três nomes, excluindo os deputados que fizeram parte do mesmo bloco partidário de Cunha, e deve anunciar quinta (10) o nome do relator. Com isso, a sessão foi encerrada por volta das 16h desta quarta.

Foram sorteados os deputados Sérgio Brito (PSD-BA), Marcos Rogério (PDT-RO) e Léo de Brito (PT-AC). Rogério votou a favor do adiamento da votação contra Cunha nesta quarta. Leo de Brito tende a ser anti-Cunha, já que o PT rompeu com o presidente da Câmara. Sérgio Brito não foi à sessão desta quarta.

O presidente do conselho chamou de “golpe” a manobra de Cunha. “Não podemos continuar se a cada instante a insegurança está instalada, a cada instante chega uma ordem diferente para cumprir. Nós não somos meninos de escola. Somos deputados e representamos a sociedade”, afirmou Araújo.

“É humilhante para este Conselho de Ética o que estamos vivendo aqui”, disse o deputado Julio Delgado (PSB-MG).

Com a decisão de escolher um novo relator, o trâmite terá que cumprir novos prazos e Cunha consegue adiar por semanas a votação do processo de sua cassação.

A representação ao conselho foi feita em 13 de outubro de outubro por PSOL e Rede e, quase dois meses depois, ainda não teve nem votação da abertura ou não do processo. Sucessivas manobras de Cunha tem adiado o andamento do processo.

Justamente sob esse argumento das interferências, partidos adversários de Cunha, como PSOL e Rede, fizeram uma representação à Procuradoria Geral da República pelo afastamento dele da presidência da Casa.

O procurador-geral Rodrigo Janot, porém, ainda não fez nenhum pedido ao Supremo Tribunal Federal para afastamento de Cunha.

A deputada Eliziane Gama (Rede-MA) afirmou que fará um aditamento à representação relatando a manobra feita nesta quarta. “É uma demonstração clara que ele não pode presidir a Câmara”, declarou.

DERROTA

A decisão foi informada ao Conselho de Ética pouco tempo depois da primeira derrota de Cunha nessa instância: por 11 votos a 10, os integrantes rejeitaram adiar por cinco dias o processo contra o presidente da Câmara.

O conselho se debruça há mais de um mês sobre o pedido de abertura de processo de cassação contra Cunha, mas tem sido impedido de realizar a votação por meio de medidas protelatórias patrocinadas pelo presidente da Casa.

A representação contra Cunha, protocolada pelo PSOL e pela Rede, acusa-o de ter mentido aos seus pares ao declarar, na CPI da Petrobras, que não teria contas no exterior. O Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil a descoberta de quatro contas no exterior do deputado e familiares.

A defesa de Cunha, porém, argumenta que três dessas contas se constituíam em trustes, espécie de investimento no qual ele entrega os recursos a um banco para que administre e diz que ele não tinha mais responsabilidade sobre esse dinheiro. A outra conta pertence nominalmente à sua mulher, Cláudia Cruz.

O caso é alvo de inquérito da Procuradoria Geral da República, mas ainda não virou denúncia à Justiça.

INTERFERÊNCIA

O conselho tem sido impedido de votar abertura de processo anti-Cunha por meio de medidas protelatórias patrocinadas pelo presidente da Casa

  • ADIAMENTO NEGADO – Pedido para adiar a sessão por cinco dias é adiado pela Comissão. Com dez votos a favor e dez votos contrários, o presidente da comissão, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), deu o voto de minerva contra o adiamento.
  • NOVO PEDIDO NEGADO – Em reprise da votação anterior, é rejeitado um novo pedido, desta vez para adiar a votação por quatro dias
  • ALIADOS DE CUNHA TROCAM RELATOR – Mesa da Câmara, presidida pelo próprio Cunha e composta por aliados, troca o relator do processo, Fausto Pinato (PRB-SP), que deu parecer favorável à continuidade do processo de cassação
  • RELATÓRIO É MANTIDO – O presidente do Conselho nomeia o petista Zé Geraldo (PA) para ser o novo relator. Ele subscreveu o relatório de Pinato
  • VOTAÇÃO ADIADA – A troca de relatores adiou mais uma vez a votação da abertura do processo contra Cunha, que estava prevista para esta quarta-feira (9)

TEMER tentando ser “sincero”.

G1 – JORNAL HOJE

Edição do dia 10/12/2015

10/12/2015 13h58 – Atualizado em 10/12/2015 14h03

Dilma e Temer se encontram e dizem que não há rompimento

O encontro aconteceu no Palácio do Planalto e durou cerca de uma hora.

“Combinamos, eu e a presidenta Dilma, que nós teremos uma relação pessoal institucional que seja a mais fértil possível”, disse Temer.

MICHEL TEMER

MICHEL TEMER

Com relação a sessão do voto secreto falou o Michel Temer

09/12/2015 13h36 – Atualizado em 09/12/2015 15h36

Sessão desta terça foi ‘legítimo exercício’ da Câmara, diz Temer

Vice falou rapidamente a jornalistas ao deixar o Palácio do Planalto.
Instituições funcionam em ‘regime de normalidade democrática’, disse.