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Oito(8) dias após o GOLPE o USURPADOR assume: o GOLPE é para parar INVESTIGAÇÃO.

Com uma semana após a realização do GOLPE, o USURPADOR assume e a OPINIÃO PÚBLICA(OP) divulga que o grande acordo entre PMDB-PSDB-DEM é para a investigação da lavajato.

A notícia foi dada pel OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal FOLHA DE SÃO PAULO em 23 de maio de 2016

FIM da lavajato - objetivo do USURPADOR
FIM da lavajato – objetivo do USURPADOR

A MAJESTADE

Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha
Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha

O PULHA da vez

O Deputado Federal Waldir Maranhão foi guindado ao cargo de Presidente da Câmara De Deputados Federais do Brasil, o terceiro posto de poder do Brasil.

Waldir Maranhão e o momento de glória.
Waldir Maranhão e o momento de glória.

A sua premiação ocorreu após o Supremo Tribunal Federal do Brasil ter suspendido o Deputado Eduardo Consentino Cunha do cargo, após realizara a votação do impeachemant da Presidente e assim ter garantido o GOLPE.

O ex-Presidente da Câmara conhecido por CUNHA, não foi julgado, tendo o Tribunal apenas o suspendido das funções de Deputado Federal e Presidente da Câmara, ato que validou o GOLPE em curso para retirar Presidente DILMA ROUSSEFF, eleita com 54 milhões de votos e que não tem acusação de roubo contra ela, até quando ficará suspenso, creio que até o processo da retirada da Presidente ser consumado.

Após alguns anos de existência de democracia no Brasil, foi acometido pelo mesmo GOLPE realizado em Honduras e no Paraguay. O que com certeza agudizará a situação GOLPISTA na América Latina.

Waldir Maranhão
Waldir Maranhão

No dia 09 de maio de 2016,pela manhã, a OPINIÃO PÚBLICA (OP) ficou estarrecida. A REDE GLOB ficou direto falando com apresentadores aparvalhados sôbre a situação inédita, foi reconhecido o GOLPE e teria que ser votado novamente.

A surpresa durou todo o dia, o Waldir Maranhão anulou a votação do impechemant realizada na Câmara Federal do Brasil pela manhã e a revogou à noite.

Garantindo com esse ato que iniciou legalmente o GOLPE contra o Governo Eleito Democráticamente com 54 milhões de votos, a continuidade do mesmo.

Os GOLPISTAS vibraram. Afinal os corruptos poderão assumir os cargos que almejam no Governo do Brasil.

 

Brasilia 18 de abril de 2016

O  FUTURO !

BRASIL 18 de ABRIL de 2016
                                                     BRASILIA 18 de ABRIL de 2016

Eduardo Cunha – O brasileiro mais poderoso em 15 de abril de 2016

15 de abril de 2016

Presidente da Câmara de Deputados Federais no Brasil Deputado Eduardo Cunha é a pessoa mais poderosa do Brasil, hoje.

Não consigo entender como um corrupto, segundo a PGR e também a mídia da OPINIÃO PÚBLICA(OP) consegue deter tanto poder.

O que sabe o CUNHA?

Quais as cartas que tem na manga o CUNHA?

Por que os podres republicanos têm medo do CUNHA?

Essas respostas acredito que nunca as teremos.

Presidente da Câmara de Deputados Federais do Brasil, o mais poderoso brasileiro em 15/04/2016
Presidente da Câmara de Deputados Federais do Brasil, o mais poderoso brasileiro em 15/04/2016

Por que o STF não JULGA o EDUARDO CUNHA?

Presidente da Câmara de Deputados Federais EDUARDO CUNHA
Presidente da Câmara de Deputados Federais DEPUTADO EDUARDO CUNHA

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira, 03 DE MARÇO DE 2016, abrir ação penal contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), PLACAR 10 X 0, pelos crimes de corrupção.

Com a decisão, Cunha passa à condição de primeiro réu nas investigações da Operação Lava Jato que tramitam na Corte.

Carnaval 2016

Carnaval no Rio de Janeiro em 2016 no Bloco Imprensa Que Eu Gamo – Laranjeiras – Rio de Janeiro Brasil

Carnaval 2016 - Bloco Imprensa Que Eu Gamo
Carnaval 2016 – Bloco Imprensa Que Eu Gamo

Se voce não conseguiu acessar no hipertexto acima copie abaixo e cole para assistir: http://www.daserste.de/information/politik-weltgeschehen/weltspiegel/videos/brasilien-karneval-der-korruption-100.html

A explosão dos blocos no carnaval de rua e a cerveja.

carnaval 2016
carnaval 2016

O carnaval de rua no Brasil sempre existiu e tinha quase sempre a crítica aos bons costumes e à política. Com a ditadura militar a repressão tentou acabar com manifestações populares e uma das saídas foi utilizar o carnaval.

Lembro que em Aracajú-SE nos bailes carnavalescos (1966) ao som do frevo na época dos bailes caranavalescos em clubes, ao ser tocado o frevo FOGÃO de Sergio Lisboa (https://www.youtube.com/watch?v=6XruFqqeq9o), quem estava nos clubes cantava Arraes, Arraes e aí ao aparecer uma viatura militar parava a cantaria e os militares iam embora.

Vim para o Rio em dezembro de 1964, o carnaval de rua existia mais forte nos bairros da zona norte nos coretos montados nas praças. No centro da cidade o desfile de escolas de samba e dos blocos O Bafo da Onça, Boemios de Irajá, Cacique de Ramos e o mais famoso o Coradão da Bola Preta.

Na zona sul, as bandas comandadas pela Banda de Ipanema eram o que havia de carnaval. Tempos depois apareceram blocos, o Bloco Simpatia é Quase Amor, o Bloco do Barbas, Bloco de Segunda, Suvaco do Cristo, Carmelitas etc que passou a conclamar mais jovens. Com o passar dos anos foi só aumentando o número de blocos.

Foram criadas associações que representavam os blocos, da mesma forma a Liga que representa as Escolas de Samba e a profissionalização começou a preocupar, havia uma visão de que os blocos eram e de certa forma ainda tentam ser representação da organização popular.

Nas gravadoras de disco começou a divulgação do disco com os sambas das escolas do Rio de Janeiro, pois tinham a vantagem de vender durante todo o ano. Com o passar do tempo as gravadoras, que desligaram as marchinhas, passaram a incentivar outros ritmos no carnaval. Bem aí veio a internet e acabou com a farra das gravadoras. Hoje as marchinhas cantadas nos blocos são todas do século passado ou anterior.

Mas o avanço do capital é impressionante e as cervejarias tomaram conta.

Começou com a disputa entre duas marcas de cerveja, que terminaram se fundindo comercialmente e hoje é uma só, não há mais disputa para ver quem mais blocos financia. Afinal a interferência na Prefeitura que foi obrigada a garantir a folia – forçada pelos blocos organizados, horários e principalmente banheiros públicos. E a grandiosidade não pertencia mais só aos blocos tradicionais. A orla da praia já não mais comportava os blocos, e o centro da cidade foi dividido cada um com seu dia. Agora blocos temáticos, onde haviam figuras midiáticas da música passaram a conduzir blocos. Um pouco como acontece em Salvador. Houve reação, mas o carnaval como festa popular tem lugar para todos.

Quem brinca carnaval: bebe por sede ou para aumentar o prazer. E aí as cervejas tiveram sua garantia de lucro afirmada pelas prefeituras,. Hoje a explosão do carnaval de rua é garantido pelas cervejas que recebem do poder público a garantia de que só uma marca vende nos camelôs autorizados. Tem a vantagem da uniformidade dos preços, mas também não tem a diversidade de cervejas.

Qual será o nome dos profissionais que hoje começam a dirigir o carnaval de rua? Em breve uma das universidades os formarão em um MBA, esse profissional que será disputado a peso de ouro, pois há a garantia da verba pública e há o interesse privado no evento.

As ruas não mais são enfeitadas como antigamente, nem o sambódromo, a transmissão das escolas de samba já é monopólio na TV e bem que tentou, mas não conseguiu no Rio monopolizar os blocos.

Afinal, após o carnaval deveriam ser divulgadas os dados da venda de cervejas (em litros) e outras bebidas nesse período, que de 4(quatro) dias passou para 15(quinze) dias e há quem deseje realizar outro carnaval em outra data.

Quando a grana circulante aumenta, surge a corrupção e as benesses dos endinheirados.

Cuidado não é só o aumento da folia que ameaça a festa, que é necessária e bem-vinda, existe o risco da famosa frase do imperador romano Vespasiano, mentor da construção do coliseu, ser incorporada ao evento, disse ele: “Pão e circo para o povo”.  Lembrem-se também de Maria Antonieta e a frase “Se não têm pão, comam brioches”, o povo  gradualmente a antipatizou e a acusava de perdulária e promíscua e de influenciar o marido a favor dos interesses austríacos.

O carnaval tem que continuar como uma festa popular.

Muito cuidado, pois a ida com muita fome ao pote pode acabar com o ouro.

Abaixo a transcrição de trecho do artigo do Jânio de Freitas na OPINIÃO PÚBLICA(OP), jornal Folha de São Paulo alertando para esse evento financeiro.(leia na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/2016/02/1738503-carnaval-da-guerra.shtml)

“11/02/2016 – 02h00 – Janio de Freitas – OPINIÃO PÚBLICA 9OP0 – jornal folha de São Paulo

Parecia Carnaval, um tanto estilizado pelas multidões mais afeitas a espectadoras imóveis dos shows de rock do que à ginga do samba e à graça das marchinhas. Parecia, mas era guerra. Mais uma, não bastando Eduardo Cunha versus governo, Lava Jato versus corrupção na Petrobras, PSDB contra PT, imprensa contra Lula, e as muitas menos prestigiadas pelos bombardeios.

Duas combatentes, entrevistadas como diretoras de um bloco, diziam coisas sem nexo: trabalham o ano inteiro na organização do bloco, apesar dos seus diplomas universitários só se ocupam do bloco, organizá-lo exige muitas reuniões de trabalho. Mas o bloco nada tem de especial, nem fantasias próprias, nem alegorias, nada. Só gente, gente, gente. E cerveja, cerveja, cerveja. Mas tem novidades, sim. Inovações de verdade.

Uma nova profissão: fundador e diretor de bloco, antes ocupação amadora, tornou-se profissão. Emprego sem risco de demissão. O velho “general da banda” só deu samba, mas ser general ou generala de bloco dá dinheiro. É que os fabricantes de cerveja trouxeram para as ruas a guerra até então disputada só na TV e nos bares.

O grande aumento do número de blocos no Rio e em São Paulo neste ano, apoiado no grande aumento do incentivo “jornalístico” para o comparecimento das massas, foi fabricado e financeiramente bancado por indústrias de cerveja. Um programa desenvolvido ao longo do ano. Cada multidão com nome de bloco veio a ser, na verdade e sem saber, como uma reunião inumerável de pontos de venda: a multidão de consumidores acompanhados pela multidão de carrocinhas, carrinhos, triciclos vendendo latas de cerveja. E aí a chave do negócio: em cada bloco, cerveja de um só fabricante. Exclusivo, aliás, de numerosos blocos, áreas de concentração e de dispersão.

Para as cervejeiras envolvidas, uma operação em tudo bem sucedida. Para a guerra entre o marketing, promotor de vendas, e os consumidores, desinformados e compelidos, uma evidência a mais de que a liberdade de escolha e a educação para o gosto consciente estão irrefreavelmente derrotadas. E, no entanto, eram valores da cidadania.”

A Folha de São Paulo evolui para pior

Fomos surpreendidos com a contratação para articulista do Kim Kataguri.

Articulista da Folha de São Paulo
Articulista da Folha de São Paulo

A imprensa marron não tem preocupação com o que publica, e nessa contratação a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – Folha de São Paulo marcou um gol, pois teve a propaganda disseminada sem gastar um tostão.

Articulista da OPINIÃO PÚBLICA(OP) - jornal Folha de São Paulo
Articulista da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal Folha de São Paulo

Alguém se auta intitula de figura pública realmente não deve ser levdo a sério.

Mas diante da chamada que ficou sendo feita na internet terminou sendo analisado e muito bem .

LEIAM no original clicando no texto a seguir ou mais abaixo na reprodução: A reação dos leitores ao novo colunista da Folha de S. Paulo Publicado em 20 de janeiro de 2016 por Lívia de Souza Vieira

Reprodução de objETHOS – Observatório da Ética Jornalística (https://objethos.wordpress.com/2016/01/20/a-reacao-dos-leitores-ao-novo-colunista-da-folha-de-s-paulo)

A reação dos leitores ao novo colunista da Folha de S. Paulo

Lívia de Souza Vieira
Doutoranda no POSJOR/UFSC e pesquisadora do objETHOS

No mesmo dia em que anunciou uma média mensal de 20 milhões de leitores em 2015, o jornal Folha de S. Paulo divulgou a ‘contratação’ de um novo colunista para o site: Kim Kataguiri, um dos organizadores das manifestações pró-impeachment. Tal fato repercutiu durante toda a segunda-feira (18) nas redes sociais, gerando questionamentos entre muitos desses milhões de leitores.

O esforço de reflexão sobre a decisão da Folha começa por separar pluralismo editorial de informação qualificada. E sobre isso a professora Sylvia Moretzsohn comentou: “Não se trata, obviamente, da minha rejeição a posições de direita. Eu sempre achei que um jornal deve buscar a pluralidade. Mas é preciso buscar também a substância. Como disse uma colega, também professora e jornalista, colunista não é o sujeito que simplesmente vai lá e dá uma opinião: é alguém que traz informação original e qualificada. Definitivamente, não é o caso desse rapaz, que não tem condições de estar em nenhum jornal que se leve a sério”.

O currículo de Kim Kataguiri não diz tudo sobre ele, obviamente. Mas é preciso destacar o que disse a própria matéria da Folha: ele terminou o ensino médio em 2013, largou o curso de Economia e neste ano pretende cursar Direito numa faculdade inaugurada em dezembro por Gilmar Mendes. E ainda afirmou que vai criticar o jornal constantemente, reforçando minha hipótese para sua contratação: a Folha quer polêmica e cliques.

Se for isso, conseguiu. Como o próprio Kim divulgou em seu perfil no Twitter, a matéria estava entre as mais comentadas do dia, bem como o artigo, publicado na terça (19).

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No entanto, a aparente força dos números esconde um aspecto qualitativo essencial: o descontentamento dos leitores, que ficou explícito nos comentários. Notem as menções ao cancelamento da assinatura do jornal, uma prova da gravidade da situação. É como se os leitores estivessem dizendo ‘não esperávamos isso de você, Folha’. Enquanto o jornal está atento aos trending topics, os leitores estão reivindicando qualidade.

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Com os exemplos acima, fica claro que a crítica à contratação de Kataguiri não se restringiu somente à Academia, como esbravejou o também colunista da Folha Reinaldo Azevedo. “Contam-me que, no Facebook, alguns doutrinadores disfarçados de professores de jornalismo também secretam o seu ódio. Isso explica, em parte, por que jornalistas recém-formados, muitas vezes, acham que os fatos são pura ‘conspiração da direita’. Acreditam que podem usar a profissão para ‘fazer justiça social’”.

Ledo engano. A crítica se dá por amor aos valores que fazem do jornalismo, ainda hoje, um mediador importante no debate público. É preciso ter o que dizer para dizer. Em seu artigo de estreia, só para ficar com esse exemplo, Kim diz que os integrantes do Movimento Passe Livre cometem “atos de vandalismo e terrorismo”. Mas convenhamos, Azevedo acerta quando tenta desqualificar: não só acreditamos como também lutamos para que o jornalismo, por meio da informação, contribua para uma sociedade mais justa.

Rir para não chorar

De forma irônica, mas muito significativa, sites de humor e crítica, como o Sensacionalista, tentaram pôr em evidência a decisão equivocada da Folha: “Estudantes que passaram em jornalismo no SISU desistem após Kim Kataguiri estrear na Folha”. E o The piauí Herald: “Pedro Paulo é o novo colunista da Revista Cláudia”.

sensacionalista_Kim
Trecho de post do site Sensacionalista.
piaui_Kim
Trecho de post do site The piauí Herald.

De olhos e ouvidos fechados

Além da coluna no site, a TV Folha fez um programa ao vivo com Kataguiri, no dia da estreia. Não sem novas reclamações explícitas dos leitores, como vemos abaixo:

TvFolha_Kim

Vale lembrar que Kataguiri é também blogueiro do HuffPost Brasil, o que demonstra que a falta de preocupação com o debate realmente qualificado não é exclusividade dos veículos tradicionais.

A OPINIÃO PÚBLICA – jornal Folha de São Paulo faz parte da nossa galeria, PARABÈNS pela aquisição.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) - jornal Folha de São Paulo
OPINIÃO PÚBLICA (OP) – jornal Folha de São Paulo