Dez dias informa a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO Globo News

Repórter da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO Globo News – Cristiana Lobo informa que o Governo irá indicar o nome do substituto do Ministro Teori Zavaski em até DEZ(10) dias e rapidamente aprovar o indicado.

Cristiana Lobo: em dez(10) dias o Governo vai indicar e aprovar o substituto.
Cristiana Lobo: em dez(10) dias o Governo vai indicar e aprovar o substituto.

OS RUMOS da lavajato e a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO dando os encaminhamentos

Todo poder ao Ministro Esquecido.
Todo poder ao Ministro Esquecido.

E aí quando será a saída? Com a palavra o: USURPADOR!

E aí quando será a saída? Com a palavra o: USURPADOR!

Quando será a saída?
Quando será a saída?

 

Reproduzindo: Brasil também és latino.

REPRODUZINDO!

Brasil também és latino
Brasil também és latino – 

Brasil também és latino. ( http://screamyell.com.br/site/2016/12/07/download-brasil-tambien-es-latino/)

por  Leonardo Vinhas

A “identidade nacional” está expressa nos documentos oficiais que carregamos. Fora deles, ela faz algum sentido? Em meus quase 40 anos de vida, não consigo lembrar de outro momento onde se usou tanto a expressão “viver na bolha” quanto agora. Seja nas opções ideológicas, na relação com a tecnologia, com o microcosmo social, com o que for: cada um parece estar mais enfurnado em seu mundinho, e mesmo quem viaja parece fazê-lo só para tornar a bolha mais bonita, expondo fotos em vitrines digitais para ostentar maior poder aquisitivo num mundo onde o mero carimbo no passaporte virou sinônimo de experiência de vida. Essa realidade é bem triste para quem, no fim dos 1990, acreditava que as fronteiras iriam perder seu sentido. O Muro de Berlim tinha caído, a União Europeia havia se formado, o Leste Europeu ia se abrindo… A internet deixava de engatinhar e já andava com pernas mais firmes. Enfim, a utopia de nos aproximarmos sem que nacionalidades fizessem diferença parecia prestes a acontecer. Acreditávamos nisso, muitos de nós, e éramos tão ingênuos nessa crença que “Clandestino”, álbum do Manu Chao, virou trilha sonora de nossas viagens, independente de qual fosse o destino.

 

Estamos em 2016, e a utopia não se concretizou. Pior: estamos em um forte retrocesso, com o conservadorismo moral e político soando forte como há décadas não soava. As fronteiras estão se fechando, e o Brexit é a ponta de um iceberg cujo tamanho ainda não sabemos. No meio disso tudo, ainda há quem acredite que as fronteiras não importam. Que os limites geográficos do local onde nos criamos pode interferir em alguns dos nossos comportamentos, mas essencialmente somos quem decidimos ser, e as diferenças “nacionais” servem para apimentar e tornar mais divertida a relação com aqueles que não compartilham o mesmo CEP. Que as diferenças não estão aí só para serem “respeitadas”, mas assimiladas, reaproveitadas, viradas no avesso, e resultar em tanta coisa boa e diferente que nem o mais chato dos “especialistas” vai conseguir classificar a mistura resultante. A biologia comprova: a miscigenação nos torna mais fortes. “Pureza” – de nacionalidade, raça ou gênero (sexual, musical, seja qual for) – é o caminho mais certo para o aborrecimento, para ficar estagnado. Para a mudança positiva, é necessário assumir-se como vira-lata. E quem já teve um cachorro sabe: os “puros de raça” podem ter sua doçura, mas nenhum cão é tão vibrante e resistente quanto o vira-lata.

 

E é isso que nós somos. Vira-latas. Latinos. Sem distinção. Tudo misturado. Aqui no Brasil, o “complexo de vira-lata” ganhou outro significado, bem mais pernicioso. Com o devido respeito a Nelson Rodrigues, que cunhou a expressão: é hora de nós assumirmos que o bicho da rua pode ser bem mais interessante e divertido que aquela coisinha preparada e cheia de não-me-toques de pet shop. Quem somos “nós”? Todo mundo que está neste disco, músico ou colaborador, é latino. Artistas da Colômbia, Venezuela, Uruguai, Peru, Equador, Argentina, Brasil, México e Costa Rica. Porém, quem ouve não procura passaporte dos músicos,  só a música mesmo. E sabe que esse país aqui, o único a falar português no continente, é latino. Latinaço e vira-lata. Só falta sair do armário. Somos todos latinos. Brasil también es latino.

Download: Brasil También Es Latino

Ricardo Boechat – O Pregador do ódio no Brasil

Fala do Ricardo Boechat na volta das férias
Fala do Ricardo Boechat na volta das férias

O USURPADOR começa a adotar o militarismo.

USURPADOR começa a autorizar o militarismo.
USURPADOR começa a autorizar o militarismo.

Vou-me embora pro passado.

Vou-me embora pro passado.

A melhor forma de relembrar o que passou é ouvindo, rindo e lembrando, ouçam.

Em defesa da DEMOCRACIA VIOLENTADA no Brasil.

Bom dia

Para mim tanto faz ser Trump ou não o Presidente do USA, todos agirão de forma igual: ferro na boneca.

Mas na entrevista divulgada hoje e concedida ontem, o futuro Presidente Americano não permitiu que um jornalista lhe fizesse perguntas. Não acredito que seja essa a verdade: o seu jornal mente sobre mim. Disse para todos ouvirem.

Uma forma semelhante ao Obama que não dava entrevista à FOX, pois essa empresa de notícias era oposição ao seu governo e sempre distorcia o que o governo fazia.

Infelizmente no Brasil, erramos e demos exclusividade a maior opositora dos 13 anos de Governo do PT, à OPINIÃO PÚBLIC(OP) – REDE GLOBO, temos que repensar como agir.

Acredito que qualquer governo do PT Municipal, Estadual ou Federal só deva dar entrevista coletiva. Com dia, hora, duração marcada e assunto definido. Caberá às empresas de notícias enviar repórteres que saibam entrevistar.

Os vereadores, deputados estaduais e federais e os senadores, que falem com toda a imprensa a qualquer momento. Espero eu  que defendam as propostas do Governo que apoiam ou pertencem ao seu partido.

Assim a democracia, creio eu funcionará melhor.

A Justiça Brasileira e as Penintenciárias.

A Justiça brasileira e as casas de detenções(prisões)

Deputado Federal Wadih Damous (PT-RJ)
Deputado Federal Wadih Damous (PT-RJ)

Um dos deputados mais atuantes na defesa de um Estado de Direito, encaminha solicitação à Presidenta do STF sôbre as condições reais e legais do novo mercado brasileiro – dirigir prisões.

A importância do conhecimento do funcionamento é urgente, pois não sabemos qual a moeda de troca para pagar os novos algozes.

Sabemos que a Justiça Brasileira é morosa e por ter os olhos vendados demora muito mais a ver.

Imaginemos que o pagamento dessa emergente classe empresarial(controladores privados de presídios) seja o número de detentos, ou que apenas seja uma das parcelas incluídas nas planilhas, caso isso ocorra nenhum algoz buscará liberar o preso após o final da pena.

A JUSTIÇA por outro lado, apesar da informatização dos controles judiciais, também não se interessa em retornar apenados ao convívio comum.

Então teremos a fome com a vontade de comer alimentando todo o processo.

Veremos.

A Justiça Brasileira easDeputado Federal Wadih Damous (PT-RJ)