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A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO PERDEU A VERGOMHA DE VEZ

Hoje 19 de dezembro de 2016, um caminhão avançou em Berlim e atingiu uma feira que acontece anualmente na época das festas de fim de ano.

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO anunciou como atentado em Berlim. Ocorre que o Governo Alemão, só anuncia a calamidade como atentado após apurar e encontrar provas, ou se houver provas. Como ainda não tem informaçöes com confirmação do que aconteceu, o motorista foi preso e cerca de 50 feridos, as notícias do Governo Alemão não são dadas como atentado. A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO  passou a transmitir dos USA. e a repórter falou todo o tempo dos atentados anteriores ocorridos em outro países como França, Turquia e etc.

Esse é o modelo de informação que temos no Brasil, a maior empresa de comunicações, criada e fortalecida no período da ditadura militar, prega o terror.

Durante todo o Jornal Nacional a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO deu informações infundadas.

A cada dia está pior os brasileiros serem informados no Brasil

O repórter Rodrigo Alvarez fala ao JN – de Berlim, mas tudo é conjectura sobre atentado.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - REDE GLOBO - da notícias infundadas usando reporter dos USA
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO – repórter Rodrigo Alvarez fala de Berlim e não confirma atentado até o presente momento, pois o Governo Alemão aida não deu a informação.

A repórter que falou em atentados anteriores ao  acidente que aconteceu hoje na Alemanha se encontra na foto abaixo. Na sua fala falou de atentados na França, Turquia e etc.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - REDE GLOBO - da notícias infundadas usando reporter dos USA
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO – da notícias infundadas usando repórter dos USA

Ao final do JN a apresentadora anunciou, que a qualquer momento poderia ser anunciado na TV notícias sobre o acidente na Alemanha.

Hoje também aconteceu um ATENTADO ao Embaixador Russo em Ancara, O EMBAIXADOR FOI ASSASSINADO, se clicar no hipertexto poderá assistir o atentado (https://youtu.be/gHWCNGCeELM). cuja morte foi realizada na frente das câmaras da TV.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO no JN deu pouca atenção a esse assunto – assassinado do embaixador russo. Fixou-se no acidente de Berlim.

 

EU, não entendi bem!

19 de dezembro de 2016

Deixa ver se entendi (parte 1):

Lula não era réu e não pôde ser nomeado ministro. Já Renan é réu e pode ser presidente do Senado. 🤔 Acho que tão nos chamando de otários, né?!

Renan Presidente do Senado
Renan Presidente do Senado

Deixa ver se eu entendi (parte 2): Dilma não cometeu crime algum, não enriqueceu, não recebeu propina e foi, em nome do “conjunto da obra”, afastada.

Os que a afastaram e assumiram o poder estão, a cada semana, mais complicados (pelo conjunto da obra) e denunciados por receber propina entre outras coisas.

Entendi mal ou estão mesmo nos chamando a todos de otários?

Michel Temer
Michel Temer

Deixa ver se entendi (parte 3):

O desgoverno golpista que não teve nenhum voto (o Temeroso nunca venceu nenhuma eleição!) quer, em caráter de urgência aprovar uma PEC que irá congelar os investimentos sociais pelos próximos 5 mandatos presidenciais. Me pergunto “Com que representatividade ele interfere nos planos dos próximos 5 presidentes a serem eleitos se ele NUNCA foi eleito?

Entendi mal ou estão nos chamando de otários?

E…. qual a urgência de uma decisão que pretende durar por 20 anos? Meio estranho né? 🤔🤔

Deixa ver se entendi (parte 4):

Aposentado nunca mais
Aposentado nunca mais

O Temerário, que se aposentou aos 55 anos, propõe uma reforma previdenciária que, na prática, vai fazer com que as pessoas busquem a previdencia privada. Me pergunto: para quê a população assalariada deve continuar a ter descontado de seu salário o valor de sua contribuição se não vai poder contar com esse recurso ao se aposentar, se é que vai se aposentar? E… o que o governo fará com esse dinheiro?

Entendi mal ou estão, mais uma vez, nos chamando de otários? 🤔

———————————–

Autor desconhecido. Conteúdo conhecido.

*Vamos repassar para uma mobilização maior sobre o assunto*

Eu não entendi bem!

Deixa ver se entendi (parte 1):

Lula não era réu e não pôde ser nomeado ministro. Já Renan é réu e pode ser presidente do Senado. 🤔 Acho que tão nos chamando de otários, né?!

Deixa ver se eu entendi (parte 2): Dilma não cometeu crime algum, não enriqueceu, não recebeu propina e foi, em nome do “conjunto da obra”, afastada.

Os que a afastaram e assumiram o poder estão, a cada semana, mais complicados (pelo conjunto da obra) e denunciados por receber propina entre outras coisas.

Entendi mal ou estão mesmo nos chamando a todos de otários?

Deixa ver se entendi (parte 3):

O desgoverno golpista que não teve nenhum voto (o Temeroso nunca venceu nenhuma eleição!) quer, em caráter de urgência aprovar uma PEC que irá congelar os investimentos sociais pelos próximos 5 mandatos presidenciais. Me pergunto “Com que representatividade ele interfere nos planos dos próximos 5 presidentes a serem eleitos se ele NUNCA foi eleito?

Entendi mal ou estão nos chamando de otários?

E…. qual a urgência de uma decisão que pretende durar por 20 anos? Meio estranho né? 🤔🤔

Deixa ver se entendi (parte 4):

O Temerário, que se  aposentou aos 55 anos, propõe uma reforma previdenciária que, na prática, vai fazer com que as pessoas busquem a previdencia privada. Me pergunto: para quê a população assalariada deve continuar a ter descontado de seu salário o valor de sua contribuição se não vai poder contar com esse recurso ao se aposentar, se é que vai se aposentar? E… o que o governo fará com esse dinheiro?

Entendi mal ou estão, mais uma vez, nos chamando de otários? 🤔

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Autor desconhecido. Conteúdo conhecido.

*Vamos repassar para uma mobilização maior sobre o assunto*

Como as condições do nascimento, nos regra a vida.

 

Li o texto abaixo e é tão claro que o reproduzo aqui.

Leiam,  é longo mas muito elucidativo.

“Muito se fala em diferenças de classes sociais. Quando abordamos o tema pensamos sempre em quantidade de dinheiro envolvido, na casa onde mora, nos carros que possuem (ou não), nos vinhos caros degustados e por aí vai.O ponto é que não se trata só disso. A diferença de classes ultrapassa a ideia de bens materiais. Ela invade o campo do comportamento.

Há quatro anos, o CEFET está com metade de suas vagas reservadas para cotistas. Eu demorei a entender muita coisa, tipo essas que só assimilamos quando vivemos e convivemos. Há espaços como bibliotecas, salas de monitoria e coisas afins para todos os alunos mas, surpreendentemente, ela não é frequentada por aqueles de baixa renda. Comecei a pensar sobre a causa disso…

Percebam que há várias atividades gratuitas espalhadas pelo Brasil como museus, exposições, shows, bibliotecas e por aí vai. Até mesmo uma aula de Ioga pode entrar como exemplo. Muitos desses locais não são frequentados e usufruídos por pessoas pobres. Se perguntarem para eles, ouviremos, de uma forma geral, que eles não se sentem pertencedores e merecedores desses espaços ainda que não exista nada aparentemente que os proíba de usá-los.

Não é difícil entender. Eu, classe média, quando me vejo no meio de pessoas endinheiradas que conversam sobre vinhos caros e queijos mofados e fedorentos exaltando suas qualidades fico me perguntando o que estou fazendo ali. Não é o meu lugar. Não pertenço àquela cultura e acho difícil manter contato, amizade, namoro ou casamento com alguém dessa tribo.

Não estou, no entanto, na base da pirâmide. Sou dessas que tira férias. Não fui à Disney e nem passeei pela Europa, muito menos meus filhos, mas viajamos do nosso jeito pelo Brasil. Quando partimos, sentimos que merecemos o descanso. Eu por trabalhar e eles por estudar. Coisa tão simples e natural, não? Pois é. Não. A grande maioria do povo brasileiro incluindo muitos adolescentes não sabem o que é usufruir das férias.

Há uma herança invisível que é passada de pais para filhos que é um dos verdadeiros privilégios e da qual não nos damos conta que a recebemos. Na infância, meus pais sempre me estimularam a ler, levaram-me ao cinema, ao teatro, conversavam comigo, davam-me-me brinquedos que estimulavam a minha inteligência. Sem saber, eu estava a anos-luz de distância da maioria das crianças do Brasil. Os estímulos que recebemos na infância vão sendo incorporados de forma inconsciente. Se não pararmos para refletir, a impressão é que o natural seja assim e que todos nascem com isso.

Ledo engano.

O filho do pedreiro e da empregada doméstica, por exemplo, não recebeu todo esse estímulo porque sua miséria não se dá apenas pelo quanto que se carrega na carteira. Como não damos o que não temos, não se ensina aquilo que não se aprende. Ainda que na família pobre tenhamos um pai e uma mãe presentes, o que se transmite é a inadequação social (muito bem mostrado no filme “Que Horas Ela Volta?”) e uma carência de hábitos que estimulem à cognição.

Não raro, percebo alunos que me olham e me ouvem e que não estão enxergando e escutando nada porque não foram treinados para se concentrar. O pior, muitos desistem se sentindo culpados, burros e sendo causas de sua própria desfortuna. Esses são, de uma forma geral, os que vêm de famílias desestruturadas cuja renda é de um salário mínimo, se tanto. Claro que outros conseguem ascender ainda que de forma tímida e entender que não existe classe condenada. A despeito de um fracasso na socialização familiar, conseguimos ter sucesso na escolar e dar a esse aluno algo que pode ser vendido além de sua força muscular. Mas não é fácil levantar quem sempre se arrastou no limbo.

Só vendo tudo isso de perto entendi que eu não nasci educada, com capacidade de concentração, habituada a ler, preocupada em me alimentar bem e preparada para a concorrência. Tudo isso foi privilégios que recebi por ser filha de quem sou. Por isso, agora quando ouço o discurso de que o capitalismo é justo e que todos possuem chances iguais percebo que esse muro invisível que separa as classes sociais – mas que existe como todos podemos observar – é feito de algo mais resistente do que o aço. A igualdade formal existente nas leis não é suficiente para derrubar essa barreira.

Se muitos espaços públicos gratuitos não são usados por pessoas de baixa renda é porque, em certa medida, a maioria delas sofre o preconceito de ser pobre não somente economicamente falando, mas carente de cognição e, portanto, não se sentem seguros para frequentar determinados locais.

Com a política das cotas, começamos a ver vários desses espaços como universidades, por exemplo, serem frequentados por pessoas que não portavam Iphones e faziam escovas progressivas em seus cabelos. Não foi à toa que aqueles que sequer se davam conta que reproduziam um sistema injusto começaram a se sentir muito incomodados e falar em meritocracia como algo dado no mundo ou criado por Deus para se manifestarem contra qualquer política de inclusão social. A lei, formalmente igualitária, basta para aliviar a consciência de muitos que se acham superiores e que desprezam, ao chegarem em um determinado ambiente público a gratuito, o fato (e sua causa) de não ter crianças negras, por exemplo.

E antes que venham me acusar que estou diminuindo os títulos e o esforço que você fez para consegui-los, saiba que reconheço sua capacidade, mas não exija de mim que eu leve seu mérito  para outros limites que vão além de sua esfera pessoal. A minha grandeza não veio exclusivamente da minha eficiência ou pré-disposição. Muito devo a todo o aparato que me cerca.

Hoje compreendo que se um aluno de baixa renda não consegue tirar uma boa nota isso nada tem a ver, na maioria dos casos, com  preguiça, desatenção ou falta de esforço pessoal. Não posso mais desprezar, depois de tudo o que observei sobre o muro invisível (porém sólido), a importância das demais variáveis como estrutura familiar, incentivo para aquisição de bens imateriais, encorajamento e o amor em suas mais diversas formas.

Esse é o grande mal desse sistema: a reprodução de privilégios com um ar aparente de ser justo e igualitário. E, a meu ver, esse golpe foi, dentre outras coisas, a tentativa de impedir que esse muro invisível fosse derrubado.

Vide a PEC 55. 🙁

Elika Takimoto”

Debate sobre liberdades públicas.

Assista ao vivo:

Debate sobre as liberdades públicas.
Debate sobre as liberdades públicas.

Debate sobre liberdades públicas.

://www.senado.gov.br/noticias/TV/web/views/Display.asp?canalnro=11&autoplay=true

Geddel não consegue ficar ministro

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal O Estado de São Paulo, divulga que após depoimento de  de Calero na PF – Geddel deve ir cantar em outro terreiro.

 

Coluna do Estadão

BLOG3

Coluna do Estadão

Andreza Matais e Marcelo de Moraes

Para estancar crise, Geddel vai deixar ministério

Ministro ficou em situação insustentável depois de depoimento de Marcelo Calero à PF.

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Marcelo de Moraes

25 Novembro 2016 | 10h20

O ministro da Secretaria Geral de Governo, Geddel Vieira Lima, já tomou a decisão de deixar o governo ainda nessa sexta-feira  para tentar estancar a crise política do governo. Geddel vai oficializar sua demissão  por causa da acusação de tráfico de influência feita pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero.

Geddel foi acusado de pressionar Calero para autorizar que o Iphan da Bahia liberasse a construção de um prédio onde tinha adquirido um apartamento. Calero se recusou a atender o pedido e se queixou ao presidente Michel Temer. Percebendo que Temer decidiu ficar do lado de Geddel, o então ministro preferiu se demitir.

A crise aumentou muito de proporção e tornou a situação de Geddel insustentável depois que Calero prestou depoimento à Polícia Federal e acusou Geddel e o próprio Temer de o presionar para que autorizasse a obra. Para tentar estancar a sangria política do governo, Geddel vai deixar a pasta.”

A vitória do Gilmar Mendes

Líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP)
Líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – O Estado de São Paulo

 Leiam em PDF a vitória do Gilmar Mendes ou na internet no líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP) jornal O Estado de São Paulo no hipertexto a seguir: (http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fim-da-satiagraha-libera-r-4-5-bi-aos-fundos-de-dantas,10000060606)
continuação:

continuação da figura anterior
continuação da figura anterior

Fim da Satiagraha libera R$ 4,5 bi aos fundos de Dantas

Josette Goulart – O Estado de S.Paulo

03 Julho 2016 | 05h 00 – Atualizado: 03 Julho 2016 | 05h 00

Recursos estavam há sete anos bloqueados nos EUA, Europa e Brasil para garantir operação que investigava lavagem de dinheiro.

 

 

Um pouco de História do Brasil

Dizem que o brasileiro não tem memória, por isso busquei essas informações e as divulgo.

Claro que se voce nasceu depois do AI 5  nem sabe do que se trata, pois nas escolas não falam da história do século passado.

A foto do Passarinho em destaque, é porque personagens políticos atuais o reverenciaram recentemente quando da sua morte.

Jarbas Passarinho - assinante do AI 5
Jarbas Passarinho – assinante do AI 5

Alguns agradeceram sua existência (Marina Silva – https://www.facebook.com/marinasilva.oficial/posts/1220018398009788), outros disseram que faz parte da história do Brasil (Jorge Vianna – https://www.facebook.com/senadorjorgeviana/photos/a.366650893393016.85961.339953416062764/1101110986613666/?type=3).

Aos que agredeceram sua existência, lamento não a terem vivido com mais proximidade, apoiou a repressão e regime militar nas sua mais profunda existência.

E quanto a fazer parte da história do Brasil talvez, se não tivesse participado, muitos teriam sido bem mais felizes.

A segunda foto mostra quem assinou o AI 5 – Ato Institucional 5 – ditadura brasileira a fogo e porrada.

Assinantes do AI 5
Assinantes do AI 5

O Jarbas Passarinho foi um dos que assinaram com orgulho.

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 (http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html)

“Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência.” A frase, que foi modificada na ata sem prejuízo de sentido (as “favas” foram trocadas pela conjugação verbal “ignoro”), foi dita pelo então ministro do Trabalho e da Previdência Social Jarbas Passarinho durante a reunião do AI-5, em 1968.

Apesar de afirmar em entrevistas que, no papel de ministro, interferiu nos sindicatos apenas em questões de corrupção, no período de vigência do AI-5, mais de cem dirigentes sindicais foram destituídos dos cargos durante sua gestão.

Passarinho nasceu em Xapuri (AC) em 1920, participou da articulação do golpe de 64 e, no mesmo ano, assumiu o governo do Pará, indicado pelo presidente Castello Branco.

Com a posse de Emilio Garrastazú Medici, assumiu a pasta de Educação em 69. Passarinho, que entrou na Escola Militar do Realengo 30 anos antes, implantou sistema de créditos, ciclos básicos de disciplina e um novo regime de cátedras, na reforma universitária brasileira conhecida como MEC-Usaid, por causa do apoio do governo norte-americano.

Em 77, três anos após ter voltado ao Senado, defendeu na tribuna a substituição do AI-5 por um instrumento que garantisse ao Estado sua defesa contra minorias subversivas e a atribuição ao STM (Superior Tribunal Militar) de julgamentos políticos.

Em 80, Passarinho foi eleito presidente do Senado, casa que deixou três anos depois após perder a eleição no Pará para o candidato do MDB. No mesmo ano, assumiu o Ministério da Previdência e Assistência Social no governo de João Batista Figueiredo.

Foi senador constituinte, ministro da Justiça do governo de Fernando Collor de Mello (de 1990-1992) e presidente da CPI que investigou a “máfia do orçamento”. Passarinho, que já havia sido cronista e redator em jornais na década de 40, deixou o Senado em 1995.

Tornou-se articulista do Estado de S. Paulo, onde criticava abertamente as ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

Continuou com as críticas mesmo depois de ter sido nomeado pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso em 96 como consultor do Programa Nacional de Direitos Humanos.

Em manifestações recentes sobre o pagamento de indenizações relativas ao período militar, Passarinho, que hoje tem 88 anos, se posicionou publicamente contra o pagamento a perseguidos pelo regime.

Para ele, se fosse o feito o pagamento, que houvesse o mesmo tratamento com as famílias de militares mortos pelo movimento armado da esquerda.

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O voto de Jarbas Passarinho quando da discussão e aprovação do AI5
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html)

Senhor presidente, não, não entendi propriamente nas, nas sábias e judiciosas palavras do ilustre senhor vice-presidente da República uma discordância irremovível com a decisão a tomar de uma retomada da revolução. Parece-me até que sua excelência se referiu à institucionalização da revolução de março de 64, que não poderia agora abrigar um ato que na verdade representasse um retrocesso e a desfigurasse.

Mas Sua Excelência falou claramente também, na sua bela oração, na possibilidade da retomada da revolução. Ou, para desgraça do paralelo, para Regis Debray, que usou o título “A Revolução Dentro da Revolução”. Parece que Sua Excelência sente igualmente, porque enfatizou esse fato, que nós estamos diante de uma contingência, de uma contingência imperativa. Necessidade, portanto, da retomada da revolução como contingência do momento histórico nacional. Por isso, suponho de muito… minha parte, senhor presidente, muito interessante que o conselho considere a possibilidade de compatibilizar as restrições, que ouvi e que me pareceram mais de forma de fazer, que oferece o senhor vice-presidente com seu pensamento, quando admite uma nova revolução para ir direto às origens da primeira.

Não se trata de vestir, talvez, uma roupa usada e sim de fazer um novo figurino. De minha parte, senhor presidente, quero, já que estamos em uma sessão histórica, quero me referir às vezes que ouvi de Vossa Excelência, não só coletivamente, como individualmente em despacho, palavras remarcadas de absoluta sinceridade, pois Vossa Excelência não estava, em nenhum momento, sendo menos sincero do que é agora, neste instante, quando Vossa Excelência, inclusive, aqui mesmo neste palácio, no dia do seu aniversário, chamou a atenção para o peso da responsabilidade da ditadura sobre os ombros dos homens, mesmo que fosse um triun… um triunvirato, que fosse um colegiado.

Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim, e creio que a todos os membros deste conselho, enveredar para o caminho da ditadura pura e simples, mas parece que claramente é esta que está diante de nós. Eu seria menos cauteloso do que o próprio ministro das Relações Exteriores, quando diz que não sabe se o que restou caracterizaria a nossa ordem jurídica como não sendo ditatorial, eu admitiria que ela é ditatorial.

Mas, às favas, senhor presidente, neste momento, todos, todos os escrúpulos de consciência.

E quando nós encontramos a necessidade de tomar uma decisão fundamental, tudo aquilo que fundamental é em condições normais, passa a ser secundário em condições anormais. Eu creio que nós estamos aqui pagando uma penitência, que foi a penitência do auto… da autolimitação, com o açodamento que a revolução de março de 1964 se impôs. O meu caso, no Pará, como governador de um Estado que surgiu com a revolução (e não me parece que aqui houvesse um caso similar, pois que eu saí do quartel direto para o cumprimento dessas obrigações) é muito ilustrativo, mas não vou me demorar na sua análise.

Claro que, num determinado aspecto do que aqui se contém neste ato, esta questão me feriria mais de perto como, por exemplo, o do enriquecimento ilícito e o ônus de prova que coube a um governador revolucionário de provar que um governador que utilizava dinheiro do jogo do bicho e utilizava negócios escusos de marcações mentirosas, do… de movimento de terras do Departamento de Estradas de Rodagem, repito, coube a mim o ônus de provar isso, que não tinha mais capacidade de provar.

Vejo, com uma certa alegria, que aqui se fala na possibilidade de confiscar os bens daqueles que enriqueceram ilicitamente. E me parece que se deveria, neste ponto, repetir a revolução de 1930, quando deu a esses homens o ônus de provar que os bens lhe pertenciam de direito. Sei bem, como sabem os homens de artilharia que há dois limites, sobretudo, a que os canhões se submetem: um que eles resistem bem, que é o da elasticidade; e o outro, que não podem mais resistir quando atingem, que é o limite da rutura.

Tenho a impressão, senhor presidente, que Vossa Excelência chegou ao limite de rutura e este governo também. Não me importa que neste instante a democracia seja definida apenas pelo texto de uma Constituição. O que me importa é que tenhamos a coragem histórica de retomar o processo, sabendo o ônus que vamos carregar e que principalmente Vossa Excelência carregará, para que tenhamos a possibilidade de corrigir os erros que nós antes cometemos e que tenhamos a coragem, maior ainda, de tirar lições desses erros, não deixando que, no momento em que vossa excelência tem a nação à sua mercê e deste governo, estes erros sejam confundidos e pretextos menos nobres sejam utilizados.

Com toda a minha vocação libertária e não liberticida, eu acho também, que, cumprindo um dever para comigo, um dever para com meu país eu aceito uma nova revolução.

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O Ato Institucional No. 5 – AI-5
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/ai5/)

O Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, marcou o início do período mais duro da ditadura militar (1964-1985). Editado pelo então presidente Arthur da Costa e Silva, ele deu ao regime uma série de poderes para reprimir seus opositores: fechar o Congresso Nacional e outros legislativos (medida regulamentada pelo Ato Complementar nº 38), cassar mandatos eletivos, suspender por dez anos os direitos políticos de qualquer cidadão, intervir em Estados e municípios, decretar confisco de bens por enriquecimento ilícito e suspender o direito de habeas corpus para crimes políticos. O ministro da Justiça, Gama e Silva, anunciou as novas medidas em pronunciamento na TV à noite.

Os primeiros efeitos do AI-5 foram percebidos naquela mesma noite. O Congresso é fechado. O presidente Juscelino Kubitschek, ao sair do Teatro Municipal do Rio –onde tinha sido paraninfo de uma turma de formandos de engenharia– foi levado para um quartel em Niterói, onde permaneceu preso num pequeno quarto por vários dias, sem roupa para trocar e nada para ler. O governador Carlos Lacerda foi preso no dia seguinte pela PM da Guanabara. Após uma semana em greve de fome, conseguiu ser libertado. Para driblar a censura, o “Jornal do Brasil” tenta dar a dimensão dos acontecimentos na sua seção de meteorologia:

“Previsão do tempo:

Tempo negro.

Temperatura sufocante.

O ar está irrespirável.

O país está sendo varrido por fortes ventos.

Máx.: 38º, em Brasília.Mín.:5º, nas Laranjeiras.

(Publicado no Jornal do Brasil, no dia seguinte à decretação do AI-5)

Em 30 de dezembro saiu a primeira lista de cassações, com 11 deputados federais _dentre eles Márcio Moreira Alves (MDB-RJ), Hermano Alves (MDB-RJ) e Renato Archer (MDB-MA). A segunda lista, de 19 de janeiro de 1969, incluiu dois senadores _Aarão Steinbruck e João Abraão_, 35 deputados federais, três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) –Hermes Lima, Vítor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva– e um ministro do STM (Superior Tribunal Militar) –Peri Constant Bevilacqua, que, segundo escreveu o porta-voz de Costa e Silva, Carlos Chagas, era acusado de “dar habeas corpus demais”.

Três meses desde a edição do AI-5, encarregados dos inquéritos políticos passaram a poder prender quaisquer cidadãos por 60 dias, dez dos quais deveriam permanecer incomunicáveis. “Em termos práticos, esses prazos destinavam-se a favorecer o trabalho dos torturadores”, conta Elio Gaspari no livro “A Ditadura Envergonhada”. Sessenta e seis professores foram expulsos das universidades –dentre eles Fernando Henrique Cardoso, Florestan Fernandes e Caio Prado Júnior. Emissoras de televisão e de rádio e redações de jornais foram ocupadas por censores. Artistas como Marília Pêra, Caetano Veloso e Gilberto Gil foram apenas os primeiros a conhecer as carceragens da polícia política.

Ao todo, 333 políticos têm seus direitos políticos suspensos em 1969 (dos quais 78 deputados federais, cinco senadores, 151 deputados estaduais, 22 prefeitos e 23 vereadores). O Congresso permanece fechado até outubro, quando é reaberto para eleger Medici.

O AI-5 –que foi seguido por mais 12 atos institucionais, 59 atos complementares e oito emendas constitucionais– duraria até 17 de outubro de 1978. Sobre ele disse Costa e Silva, em discurso transmitido por rádio e TV, no último dia de 1968: “Salvamos o nosso programa de governo e salvamos a democracia, voltando às origens do poder revolucionário”. Em 13 de janeiro de 1969, o coronel João Batista Figueiredo, ex-chefe da Agência Central do SNI (Serviço Nacional de Informações) e ex-presidente da República (1979-1985), mandava carta a Heitor Ferreira, secretário de Geisel e Golbery: “Os erros da Revolução foram se acumulando e agora só restou ao governo ‘partir para a ignorância'”.

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A escalada dos fatos
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/reuniao/index.html)

Ao assumir a Presidência da República em março de 1967, Costa e Silva prometeu “respeitar o Legislativo”. Inicialmente, se inclinava a manter a legalidade, mas enfrentava fortes pressões dos setores da linha dura, que tinham apoiado sua candidatura à Presidência em oposição ao grupo de Castello Branco. Esses setores faziam restrições à nomeação do ministro da Fazenda, Delfim Netto, e exigiam que o Congresso aprovasse medidas que permitissem à Justiça Militar julgar civis por crimes políticos.

Costa e Silva resistiu às pressões para fechar jornais -como a “Tribuna da Imprensa” e o “Correio da Manhã”-, mas concordou em fechar a Frente Ampla, grupo político liderado por Carlos Lacerda.

Enquanto isso, os setores militares mais radicais começavam a praticar atentados. Até o final de agosto de 1968, 29 bombas haviam explodido em São Paulo -14 delas por ação da direita. Soldados e cabos da Força Pública (a Polícia Militar do Estado) foram presos por integrar uma rede terrorista comandada por Aladino Félix, que se autodenominava “o salvador dos afortunados”. Não tinha programa revolucionário ou ideal político. Ao ser detido, disse ter agido por ordem de Jayme Portella, chefe do Gabinete Militar de Costa e Silva.

O caso Para-Sar é emblemático da anarquia crescente nas Forças Armadas: segundo o capitão-aviador Sérgio Miranda de Carvalho, o brigadeiro João Paulo Burnier planejou explodir o gasômetro do Rio de Janeiro, o que causaria a morte de cerca de 10 mil pessoas, para culpar os grupos de esquerda e dar um pretexto para aumentar a repressão. O plano fracassou porque o capitão se opôs às ordens ilegais, denunciou Burnier e criou uma crise institucional. A sindicância sobre o caso deu vitória a Burnier. O caso acabou contado nas páginas do “Correio da Manhã” como a Operação Mata-Estudante.

Nesse período, cresciam as manifestações estudantis em protesto contra a reforma universitária prevista no acordo MEC-Usaid, assinado no governo Castello Branco. A repressão aos estudantes provocou a morte de Édson Luís Souto, no restaurante Calabouço, em março de 68. O fato deflagrou uma reação da sociedade civil que culminou na Passeata dos 100 mil, no Rio, em prol da liberdade dos estudantes detidos pela polícia e do ensino superior gratuito, em junho.

Após a passeata, o movimento estudantil refluiu, mas um discurso do deputado Márcio Moreira Alves na Câmara dos Deputados, em setembro, acusando o Exército de tortura, serviu de pretexto para o endurecimento do regime. O governo pediu licença para processar o deputado, mas a Câmara se negou a concedê-la. O general Jayme Portella, chefe do Gabinete Militar, aproveitou o momento, usando sua influência no oficialato, para construir a crise em torno do caso.

Se antes já se falava em estado de sítio, agora havia um consenso entre os membros do Conselho de Segurança de que algo mais radical poderia se justificar. Na noite de 13 de dezembro, o conselho reuniu-se para votar o texto de quatro páginas, redigido por Gama e Silva, ministro da Justiça. O presidente anunciou a reunião com as palavras “ou a revolução continua, ou se desagrega”, e pediu os pareceres dos presentes.

Apenas seu vice, Pedro Aleixo, votou contra a proposta. Dos outros, a maioria desejava o ato e todos consentiam com ele. Assim, naquela noite, ficaram instituídos o recesso do Congresso por tempo indeterminado, a suspensão do habeas corpus em caso de crimes políticos e o recrudescimento da censura aos meios de comunicação. A oposição legal perdia a voz.

Baixe o audio integral da reunião

http://media.folha.uol.com.br/treinamento/ai5/audioreuniao.zip

Triste de um país em que a JUSTIÇA é subalterna e vendida.

Triste país sem justiça independente
Brasil – Triste país sem justiça independente

O fato de um ex-comunista e poeta se colocar ao lado dos golpistas da direita não valida a destruição da democracia brasileira.

A trajetória e história tem, a cada dia ratificado que, nada é pior que um ex-comunista, não por ter conhecimento dos modos de proceder e conduzir as massas para que no fim seja um dos premiados com as benesses do poder, não por fingir ter objetivos altruístas no seu proceder, mas sim por ter durante todo o tempo escondido os seus mais íntimos desejos: a glória pessoal e o sacrifício dos mais humildes. Assim se faz um crápula.

O novo golpe que tenta se concretizar no Brasil, traz embutido em suas origens o gene dos USA, muitos argumentarão que não é verdade, mas a história recente mostra como em Honduras apoiado pelos militares, no Paraguay em três dias e no Brasil articulado, temos o sinal da oposição mas não de todos que se opuseram. Pois o próprio Partido dos Trabalhadores calou-se, digo no parlamento, após ter vencido as eleições em 2014.

A luta interna do poder, levou a divisão governamental a um nível nunca visto. Não precisa se opor, basta se calar e no devido momento colherá os frutos.

O fato de, num país machista como o Brasil ter eleito uma mulher e além disso combativa e de esquerda para Presidenta do país, jamais seria aceito pelos poderosos de então. A luta não bastaria ser realizada no Parlamento, teria que ganhar as ruas e assim foi feito em 2013. A vitória em 2014 era inadimissível, mas o povo a concedeu, ao comparar os programas de governo dos dois disputantes no primeiro e confirmado no segundo turno.

O segundo turno é sempre uma farsa, pois dá forças a quem teve apenas do segundo lugar em diante na ampla disputa de posições políticas, permite que sejam vendidas ou feitas concessões aos que ficaram para trás e se ocorrerem confluências na entrega de cargos ou posições políticas, os mais derrotados terão força política para intervir no governo dos vencedores. Assim aconteceu e aliou-se a essa conjuntura um machismo e ódio xenófobo que foi explicitado quando da realização da primeira etapa do GOLPE, nenhuma mulher, nenhum negro nos cargos distribuídos pelos GOLPISTAS.

O aparente arrefecimento, depois da explicitação da xenofobia, não muda na essência quem detém a grande parcela de poder nos GOLPISTAS. Não querem dividir o poder do macho em nenhum momento, se superam até nas vestimentas, quando escolhem outras categorias.

A questão parlamentar por trás do GOLPE é evidente, ampliar a corrupção, diminuir a cada dia a influência das mulheres, aumentar o poder dos criacionistas, entregar cargos de concepções que tentavam fazer da laicidade um princípio em um país de maioria conservadora, aos mais obtusos do conservadorismo. Assim conseguirão manter os mais humildes calados e sem reagir ou conquistar novas posições políticas e diferenciadas o poder coletivo.

Esses são os fundamentos que se instalaram com o atual GOLPE no poder central do Brasil.

Ratificados por um Supremo Tribunal Federal (STF), que da mesma forma que entregou Olga Benário para ser morta por Hitler, entrega a democracia brasileira para garantir aumentos dos próprios salários e perpetuar e garantir a volta da exploração no país.

Triste de um país em que a JUSTIÇA é subalterna e vendida.

A Pulha

BATE O DESESPERO EM ELIANE, QUE PEDE TRÉGUA A TEMER

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/235274/Bate-o-desespero-em-Eliane-que-pede-tr%C3%A9gua-a-Temer.htm

Catanhede pede arreglo
Catanhede pede arreglo

O 247 anuncia o que está acontecendo em Brasília, o USURPADOR está desesperado e os seus asseclas nervosos.

www.brasil247.com
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“Ciente do risco de reversão de votos no Senado, a colunista Eliane Cantanhêde faz um apelo para que a sociedade brasileira dê uma trégua ao presidente interino Michel Temer, mesmo reconhecendo que seu governo vai mal; “Uma saída é dar uma trégua para Temer governar e a equipe de Henrique Meirelles tentar por a economia em ordem nesses dois anos e meio, para entregar para os eleitores em 2018 um país razoavelmente saneado”, diz ela; “o esforço para derrubar Temer, neste momento, é trabalhar contra o Brasil”