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A Pulha

BATE O DESESPERO EM ELIANE, QUE PEDE TRÉGUA A TEMER

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/235274/Bate-o-desespero-em-Eliane-que-pede-tr%C3%A9gua-a-Temer.htm

Catanhede pede arreglo
Catanhede pede arreglo

O 247 anuncia o que está acontecendo em Brasília, o USURPADOR está desesperado e os seus asseclas nervosos.

www.brasil247.com
www.brasil247.com

“Ciente do risco de reversão de votos no Senado, a colunista Eliane Cantanhêde faz um apelo para que a sociedade brasileira dê uma trégua ao presidente interino Michel Temer, mesmo reconhecendo que seu governo vai mal; “Uma saída é dar uma trégua para Temer governar e a equipe de Henrique Meirelles tentar por a economia em ordem nesses dois anos e meio, para entregar para os eleitores em 2018 um país razoavelmente saneado”, diz ela; “o esforço para derrubar Temer, neste momento, é trabalhar contra o Brasil”

CGN – Xadrez do grampo em Jucá

Xadrez do grampo em Jucá – Luís Nassif esclarece nesse vídeo o significado e porque o grampo foi divulgado agora.

O Iságoras do Brasil

Temer o Iságoras brasileiro
O Iságoras brasileiro

As articulações da OPINIAO PÚBLICA (OP) são lideradas pelo jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, com a queda vertiginosa nas vendas da Folha de São Paulo, esse matutino foi escolhido para ser a bandeja portadora da cabeça do Romero Jucá.

A bandeja ao aceitar essa cabeça, foi criteriosamente muito bem escolhida e muito bem articulada pois foi a responsável pela saída do PMDB do Governo Dilma Rousseff, e assim permitiu que o impeachemant liderado pela Eduardo Cunha fosse executado.

O USURPADOR tem que se equilibrar entre corruptos e bombas incendiárias de alto poder impactante. Um outro rojão pode ser deflagrado a qualquer momento e estará ligado ao poder econômico. O poder econômico sustentou o GOLPE financeiramente e aguarda ansioso o pagamento dos royalties.

O pagamento tem que ser feito a curtíssimo prazo, pois a realidade econômica do país estava e continuará a melhorar, mas quem lucra não está mais disposto a investir, quer receber os dividendos.

O PPS partido falimentar está cobrando uma dívida maior do que a sua capacidade de investimento, o PSDB se ajoelha e dá um alívio ao USURPADOR, mas esse descanso será realimentado com muita garra, ao verificar que está sendo isolado pelos que assumem e participam do GOLPE dentro do GOLPE.

A oposição ao USURPADOR, ainda está atônita e tem seu poderio de fogo mais concentrado nos próximos atos dos que conduzem o IMPEACHEMANT.

O GOLPE dentro do GOLPE busca atingir o judiciário que tem no  Ministro Luis Roberto Barroso um justiceiro.

Na nova posição o USURPADOR, troca de nome e assume o codinome de ISÁGORAS e sua atuação corre o risco de que suas benesses não agradem à nova aristocracia.

Clístenes Brasil
O USURPADOR não será o Clístenes Brasil

Mas, diferentemente do que aconteceu em Atenas a solução brasileira não será um Clístenes a democracia brasileira está começando a reconhecer que o melhor é continuar no caminho que foi interrompido.

O USURPADOR PEGO EM CORRUPÇÃO PERDE MINISTRO

O USURPADOR PEGO EM CORRUPÇÃO PERDE MINISTRO da CASA CIVIL

Clique na figura para ouvir a gravação divulgada.

O USURPADOR pego pela CORRUPÇÃO perde MINISTRO da Casa CIVIL
O USURPADOR pego pela CORRUPÇÃO perde MINISTRO da Casa CIVIL

Com menos de 10 dias de usurpação, o USURPADOR demite MINISTRO CORRUPTO, depois de divulgação pela OPINIÃO PÚBLICA(OP) Folha de São Paulo da gravação de fala do Ministro.

 

Uma semana e a verdade começa a ser divulgada. O PT nunca impediu investigação.

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) começa a divulgar a verdade
A OPINIÃO PÚBLICA (OP) começa a divulgar a verdade

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) não consegue esconder que o GOLPE foi dado para parar as investigações que o GOVERNO DILMA ROUSSEFF nunca impediu.

Agora voce está se surpreendendo, não tem motivo, voces apoiaram o EDUARDO CUNHA e O USURPADOR.

O PMDB, PSDB, DEM e PPS estão unidos na corrupção. A Presidenta DILMA ROUSSEFF e o governo LULA nunca impediram investigação.

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) – Folha de São Paulo divulga, leia no original:

Em gravações, Jucá sugere pacto para deter avanço da Lava Jato

Diálogos entre ministro do Planejamento e Sérgio Machado, ex-Transpetro e ligado ao PMDB, foram registrados em março

Oito(8) dias após o GOLPE o USURPADOR assume: o GOLPE é para parar INVESTIGAÇÃO.

Com uma semana após a realização do GOLPE, o USURPADOR assume e a OPINIÃO PÚBLICA(OP) divulga que o grande acordo entre PMDB-PSDB-DEM é para a investigação da lavajato.

A notícia foi dada pel OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal FOLHA DE SÃO PAULO em 23 de maio de 2016

FIM da lavajato - objetivo do USURPADOR
FIM da lavajato – objetivo do USURPADOR

A MAJESTADE

Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha
Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha

O PULHA da vez

O Deputado Federal Waldir Maranhão foi guindado ao cargo de Presidente da Câmara De Deputados Federais do Brasil, o terceiro posto de poder do Brasil.

Waldir Maranhão e o momento de glória.
Waldir Maranhão e o momento de glória.

A sua premiação ocorreu após o Supremo Tribunal Federal do Brasil ter suspendido o Deputado Eduardo Consentino Cunha do cargo, após realizara a votação do impeachemant da Presidente e assim ter garantido o GOLPE.

O ex-Presidente da Câmara conhecido por CUNHA, não foi julgado, tendo o Tribunal apenas o suspendido das funções de Deputado Federal e Presidente da Câmara, ato que validou o GOLPE em curso para retirar Presidente DILMA ROUSSEFF, eleita com 54 milhões de votos e que não tem acusação de roubo contra ela, até quando ficará suspenso, creio que até o processo da retirada da Presidente ser consumado.

Após alguns anos de existência de democracia no Brasil, foi acometido pelo mesmo GOLPE realizado em Honduras e no Paraguay. O que com certeza agudizará a situação GOLPISTA na América Latina.

Waldir Maranhão
Waldir Maranhão

No dia 09 de maio de 2016,pela manhã, a OPINIÃO PÚBLICA (OP) ficou estarrecida. A REDE GLOB ficou direto falando com apresentadores aparvalhados sôbre a situação inédita, foi reconhecido o GOLPE e teria que ser votado novamente.

A surpresa durou todo o dia, o Waldir Maranhão anulou a votação do impechemant realizada na Câmara Federal do Brasil pela manhã e a revogou à noite.

Garantindo com esse ato que iniciou legalmente o GOLPE contra o Governo Eleito Democráticamente com 54 milhões de votos, a continuidade do mesmo.

Os GOLPISTAS vibraram. Afinal os corruptos poderão assumir os cargos que almejam no Governo do Brasil.

 

PSDB ainda não aceita derrota eleitoral em 2014

No DOMINGO, 11 DE OUTUBRO DE 2015 | Política | A7, o líder da OPINIÃO PÚBLICA (OP) – jornal O Estado de São Paulo – dentro da campanha da oposição política derrotada nas eleições presidenciais de 2014, entrevistou o ex-candidato que tergiversa como se eleito houvesse sido.

A entrevista traz com clareza, a recusa democrática do PSDB de aceitar a derrota nas eleições e todo o processo desenvolvido [com o apoio da OPINIÃO PÚBLICA (OP), que age como se fosse partido político sem registro legal], e impede, que o Brasil siga o rumo democrático para suportar as dificuldades do capitalismo em crise desde 2008.

Fica claro no segundo texto onde o líder do PSDB na Câmara declara que não houve irregularidades nas eleições mas ministros do PSDB investigam e pedem re-investigação das eleições.

Esse modelo de golpe foi realizado pela primeira vez em Honduras, depois no Paraguai e agora os derrotados no Brasil seguem a mesma linha. A partir de questionamentos jurídicos tentam invalidar a decisão soberana das urnas, e de qualquer jeito.

Leiam: no original ou no texto abaixo copiado de (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,dilma-ignorou-sinal-de-apoio–diz-aecio,1777753)
Dilma ignorou sinal de apoio, diz Aécio


Quase um ano após o fim da eleição presidencial, tucano afirma que estava disposto a dar auxílio a uma agenda para o País. Aécio Neves (MG),
DIVIDIDO
“A presidente venceu as eleições com o País dividido, não compreendeu isso e virou as costas para boa parte do País. Por isso ela hoje é rejeitada por grande parte dos eleitores, inclusive os que votaram nela. Ela agiu com a soberba de sempre, a arrogância de sempre como se tivesse tido uma votação massacrante”
Aécio Neves (MG) SENADOR E PRESIDENTE DO PSDB

Entrevista realizada por: Eduardo Kattah ENVIADO ESPECIAL / BRASÍLIA, no jornal impresso.

Na semana em que o Tribunal Superior Eleitoral abriu uma ação de impugnação de mandato de Dilma Rousseff e seu vice, Michel Temer – ajuizada pelo PSDB –, o senador e ex-presidenciável tucano, Aécio Neves (MG), afirma que logo após a derrota no 2.º turno da disputa de 2014 deu “um sinal”  de apoio à presidente reeleita “em torno de uma agenda para o País”. Segundo ele, Dilma não compreendeu e agiu com “soberba” e “arrogância”. Quase um ano depois da eleição,
Aécio avalia em entrevista concedida ao Estado na terça-feira
passada que seu mérito na disputa foi reeditar a polarização
com o PT. O senador também revela mágoa com o comportamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Ele se apequenou.”

  • Um ano depois de encerrado o 2º turno, como o sr. enxerga hoje
    a eleição presidencial de 2014?
    É uma eleição que vai ficar marcada no Brasil pelos múltiplos
    cenários que vivemos, mas com um resultado, a meu  ver,  paradoxal. Porque nós que perdemos passamos a ser tratados
    como vitoriosos nas ruas e quem venceu está sitiado hoje no Palácio e seus aliados não podem nem sequer caminhar
    pelas ruas quando são identificados. A marca que a história
    vai levar dessa eleição é que o grupo que estava no poder efetivamente fez o diabo para vencer as eleições, submeteu o Estado brasileiro a esse projeto de poder. Foi uma vitória eleitoral, mas uma derrota política para quem está no governo,
    tamanha as contradições entre aquilo que se dizia e aquilo
    que acontece no Brasil de hoje.
  • No fim do ano passado, o sr. disse que perdeu a eleição não
    para um partido político, mas para uma organização criminosa.
    Mantém essa declaração?
    Reitero. Não é apenas eu que digo isso. É a Polícia Federal, o Ministério Público, a Operação Lava Jato. A cada dia fica mais claro como um projeto de poder se sobrepõe aos limites mínimos de correção, enfim, republicanos. Cada vez fica mais claro que esse grupo político que se apoderou do Estado, institucionalizou a corrupção no seio de algumas das nossas empresas estatais para se manter no poder. Então acho que a nossa derrota eleitoral na verdade podemos dizer que foi uma vitória política. O PSDB resgatou a polarização e é o grupo político em condições de encerrar esse ciclo perverso do PT que está aí.Foi uma campanha que começa com um discurso até sedutor da terceira via, que é até algo adequado e razoável, mas com a dinâmica da campanha e a própria tragédia que abateu o Eduardo (Campos, então  presidenciável do PSB) e as circunstâncias políticas permitiram que o PSDB voltasse a falar com a sociedade.
  • O sr. adotou na campanha um discurso antipetista. Foi uma postura contraditória de quem chegou a firmar uma parceria eleitoral com o PT em2008 e pregava uma “convergência nacional” entre os dois partidos?
    Essa convergência que nós pregávamos lá trás foi renegada pelo próprio PT. Ao PT não interessava a nossa proposta, que indicasse algum tipo de concessão para eles. Acho que no fundo eles temiam alguma aliança com o PSDB, até pela qualificação dos quadros do partido. Então, aquilo que nós pensamos na eleição de 2008 (quando o tucano se aliou ao ex-prefeito de Belo Horizonte e atual governador mineiro, Fernando Pimentel, do PT) foi condenado veementemente pela direção do partido e acabou por nos afastar. Numa campanha eleitoral você tem que ser mais claro em determinadas questões e em determinadas posturas você enquanto governador não tem que fazer esse papel.
  • A eleição de 2014 representou um rompimento da sua relação
    como ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem era próximo? O PSDB-MG processa Lula por calúnia e difamação contra o sr.
    Eu sempre tive uma relação pessoal  com o presidente e sempre registrava que ele teve com Minas  uma relação republicana e não perseguiu Minas. Mas eu  acho que o presidente perdeu a oportunidade de deixar nessa  campanha uma imagem de grande estadista. E saiu dessa campanha  menor do que entrou. Ele se apequenou ao fazer acusações  pessoais que não deveriam jamais vir da boca de um presidente  da República. E hoje o vemos acossado por denúncias de toda ordem. Acho que ele saiu dessa campanha menor, porque valeu  para ele o diabo para vencer essa campanha também. Me entristeceu  a forma menor como ele agiu na campanha eleitoral principalmente  pela relação que nós  construímos ao longo de oito  anos, onde até mesmo  ele me   estimulava  a voos maiores. Eu não  o reconheci, principalmente  no 2.º turno da campanha, pela forma  radical que ele atuou.
  • No discurso no qual o sr. reconheceu a derrota, disse que cumpriu sua missão e pediu que Dilma unisse o País em torno de um projeto honrado. Há uma tese de que ainda vivemos um terceiro turno da eleição presidencial…
    Eu fui o primeiro brasileiro a reconhecer  a derrota.  Obviamente,isso não me tira, mais do que o direito,  o dever, de continuar exercendo  o meu papel de oposição.  Numa eleição, a população elege  o governante e elege a oposição.  Quando liguei para a presidente  da República poucos minutos depois  de derrotado, disse a ela:  ‘Meus cumprimentos, a senhora  tem uma grande missão, que é  unir o País’. Eu dei ali um sinal.  Ela agradeceu, mas não teve nem  sequer a delicadeza de cumprir a  liturgia dos momentos eleitorais  de comunicar ao País que recebeu  os cumprimentos do candidato  derrotado. E não compreendeu  que estava ali dando um sinal  claro de que eu estava disposto  de alguma forma a contribuir  para isso. Para mim essa é a questão  essencial. A presidente venceu  as eleições com o País dividido, não compreendeu isso e virou  as costas para boa parte do  País. Por isso ela hoje é rejeitada  por grande parte dos eleitores, inclusive  os que votaram nela. Ela  agiu com a soberba de sempre, a  arrogância de sempre como se tivesse  tido uma votação massacrante  no País e não teve.
  • O sr. então está dizendo que estava disposto a ajudar no segundo mandato da presidente?
    Em torno de uma agenda para o  País, sim.Eujá percebia a gravidade da situação, eu alertava para a  gravidade da situação. A presidente Dilma privou o País de uma discussão  séria em torno de medidas que precisariam ser tomadas.
  • Dilma é acusada de ter cometido umestelionato eleitoral. Masem sua campanha o sr. prometeu, por exemplo, ampliar o Bolsa Família, expandir o Pronatec e o Prouni, manter a política de aumento real do salário mínimo; disse que buscar alternativas ao fator previdenciário… Se o sr. vencesse, não poderia ser acusado do mesmo?
    Acho que não. Nós nunca estabelecemos metas além daquelas que poderíamos cumprir. E nosso governo traria algo que a presidente não alcançará mais neste mandato, que é a confiança, o que impactaria positivamente na redução da taxa de juros de

    longo prazo. A reforma que nós faríamos, coerente com o que
    nós pensávamos, atrairia o capital privado, teríamos uma simplificação tributária.
  • A que o sr. atribui a derrota no 2º turno?
    Pelo que nós estamos percebendo o que aconteceu no Brasil,

    nós fomos longe demais. Além da mentira, nós enfrentamos
    um terrorismo nas regiões mais pobres do País. Nós íamos
    acabar com o Bolsa Família, nós íamos acabar com o Minha
    Casa Minha Vida, com o Minha Casa Melhor, aquilo que
    o governo está fazendo hoje. Nós íamos punir os mais pobres
    e são os mais pobres que estão pagando hoje um preço
    maior pelo não reajuste do Bolsa Família desde o começo do
    ano passado com a inflação que está em dois dígitos. Fizemos
    umato hercúleo de chegar aonde chegamos. Nós não disputamos
    contra um partido político, disputamos contra uma organização criminosa que se apoderou do Estado e estabeleceu
    um terrorismo. Para se ter ideia em determinadas cidades
    do Nordeste no 2.º turno eu nem sequer tive 10% dos votos.
  • Acha que perdeu por causa da votação no Nordeste?
    Sim, nas regiões mais produtivas nós vencemos.
  • Mas e a derrota em Minas?
    Foi algo surpreendente para nós, eu admito isso. Talvez por um excesso de confiança, equívoco na campanha local e talvez Minas Gerais seja hoje o Estado mais frustrado com o resultado eleitoral. Pesquisas que nós temos me dão hoje mais de 75% das intenções de voto no Estado. Mas foi uma derrota que a mim, reconheço isso, surpreendeu. Em parte talvez por uma certa estratégia equivocada, quando nós achávamos que o resultado viria com naturalidade.
  • O equívoco foi a escolha do ex-ministro Pimenta da Veiga como
    candidato?
    Ele fez a parte dele. Não seria correto da minha parte jogar a

    culpa no candidato, até porque eu tive uma responsabilidade
    grande na definição.
  • O PSDB entrou com ações no TSE pedindo investigação e a cassação da chapa. Há motivos para a impugnação dos eleitos?
    As denúncias que nos chegaram ensejaram essas ações. Cabe ao tribunal eleitoral julgar. Nosso papel é garantir que o tribunal atue e que ela tenha o direito de defesa, mas quem diz que o dinheiro da propina foi utilizado na campanha não é mais a oposição, são parceiros ou ex-parceiros do governo, são delatores que foram achacados – como diz o seu Ricardo Pessoa (dono da construtora UTC), que teve ameaçados seus contratos na Petrobrás – e outros delatores apontam na mesma direção: foram constrangidos, coagidos pelo governo para transferir parte da propina, seja para a campanha eleitoral dela ou para o partido, que, por sua vez, transferiu para a campanha eleitoral. Os tribunais estão tendo a oportunidade histórica de dizer a razão da sua existência. Não podemos garantir um salvo-conduto para o presidente da República, qualquer que seja ele. Isso é algo pedagógico, para frente.
  • Mas há no PT e apoiadores de Dilma críticas ao que chamam de investigações seletivas. Sua campanha recebeu R$ 34 milhões de empreiteiras citadas na Lava Jato. Senadores do PSDB são investigados e o ex-coordenador de sua campanha (senador José Agripino Maia, do DEM) é suspeito de receber propina da OAS em outro caso…
    Essa acusação da qual ele (AgripinoMaia) é alvo não tem nenhuma relação com a campanha. No nosso caso nós recebemos contribuição de campanha como diz a lei. Existe uma diferença muito grande entre contribuição de campanha e extorsão. Até porque não tínhamos qualquer poder de influência em nenhuma dessas obras e qualquer diretoria da Petrobrás. Vou até além. Acho que muitos dos que nos doaram o fizeram para se verem livres da extorsão do PT.

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Na mesma página, o Líder do PSDB na Câmara Federal, em que pese  dizer que não houve fraude nas eleições através do setor jurídico do partido, continua querendo inviabilizar o governo e cassar o mandato da Presidenta Dilma Rousseff.

Realmente é o terceiro ou quarto turno eleitoral, se democratas fossem aguardariam 2018.
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Auditoria do PSDB conclui que não houve fraude na eleição.

Leia no original ou abaixo texto copiado do hipertexto [http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,auditoria-do-psdb-conclui-que-nao-houve-fraude-na-eleicao–imp-,1777811]

Reconhecimento
“O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli) agiu com correção durante todo o processo e o PSDB reconhece que só foi possível fazer o trabalho de auditoria pela contribuição do presidente daquela Corte”
Carlos Sampaio (SP)
DEPUTADO FEDERAL E LÍDER DO PSDB NA CÂMARA
DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

Documento elaborado pelo jurídico tucano diz, porém que voto eletrônico não permite plena auditagem.
Pedro Venceslau
Ricardo Chapola

Quase um ano depois de o PSDB pedir autorização ao Tribunal  Superior Eleitoral (TSE) para promover uma auditoria sobre o  resultado da eleição presidencial de 2014,  o partido concluiu na semana passada que não houve fraude no processo.
Um documento elaborado pelo departamento jurídico da sigla deve ser apresentado ao TSE nesta semana, provavelmente na quarta-feira, dizendo que o relatório das urnas não é “conclusivo” em relação a fraudes, mas que o sistema de voto eletrônico“não permite a plena auditagem”.
Segundo o relato de tucanos que tiveram acesso ao documento, o PSDB vai sugerir que o tribunal faça uma série de alterações no sistema de votação, como adoção do voto impresso, unificação do horário da eleição em todo território nacional e aperfeiçoamento do sistema de voto paralelo, adaptando-se ao voto biométrico. Os  tucanos pedirão que o TSE faça um “teste de penetração”,  procedimento que consiste em forjar um ataque de hacker a uma urna em condições normais de uso.

A decisão de promover uma auditoria das urnas foi tomada  apenas quatro dias depois do 2.º turno das eleições presidenciais do ano  passado e foi o primeiro movimento do PSDB de contestação ao resultado do pleito. Em dezembro, o partido abriu outra frente ao protocolar no TSE um pedido de cassação do registro da candidatura de Dilma Rousseff e Michel Temer com alegação de que eles teriam praticado abuso do poder político e econômico na campanha eleitoral.

Com o acirramento da crise política,o julgamento pelo Tribunal de Contas da União (TCU) das contas do governo e no TSE da ação aberta pelo PSDB, o pedido de auditoria se tornou,nas palavras de um tucano, “obsoleto”.

A avaliação majoritária do partido é de que a iniciativa acabou se tornando um problema porque reforçaria odiscurso governista de que a oposição quer ganhar a eleição no tapetão.

Procurado pela reportagem, o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio(SP), disse que não poderia falar sobre a auditoria, pois ela está em sigilo, mas elogiou o tribunal.

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que voto eletrônico ‘não permite plena

“O presidente do TSE agiu com correção durante todo o processo e o PSDB reconhece que só foi possível fazer o trabalho de auditoria pela contribuição do presidente
daquela Corte.”

A assessoria do TSE afirmou que “até o presente momento”
não foi protocolizado pelo interessado (o PSDB) qualquer manifestação nos autos do processo.