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A vitória do Gilmar Mendes

Líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP)
Líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – O Estado de São Paulo

 Leiam em PDF a vitória do Gilmar Mendes ou na internet no líder da OPINIÃO PÚBLICA(OP) jornal O Estado de São Paulo no hipertexto a seguir: (http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fim-da-satiagraha-libera-r-4-5-bi-aos-fundos-de-dantas,10000060606)
continuação:

continuação da figura anterior
continuação da figura anterior

Fim da Satiagraha libera R$ 4,5 bi aos fundos de Dantas

Josette Goulart – O Estado de S.Paulo

03 Julho 2016 | 05h 00 – Atualizado: 03 Julho 2016 | 05h 00

Recursos estavam há sete anos bloqueados nos EUA, Europa e Brasil para garantir operação que investigava lavagem de dinheiro.

 

 

Um pouco de História do Brasil

Dizem que o brasileiro não tem memória, por isso busquei essas informações e as divulgo.

Claro que se voce nasceu depois do AI 5  nem sabe do que se trata, pois nas escolas não falam da história do século passado.

A foto do Passarinho em destaque, é porque personagens políticos atuais o reverenciaram recentemente quando da sua morte.

Jarbas Passarinho - assinante do AI 5
Jarbas Passarinho – assinante do AI 5

Alguns agradeceram sua existência (Marina Silva – https://www.facebook.com/marinasilva.oficial/posts/1220018398009788), outros disseram que faz parte da história do Brasil (Jorge Vianna – https://www.facebook.com/senadorjorgeviana/photos/a.366650893393016.85961.339953416062764/1101110986613666/?type=3).

Aos que agredeceram sua existência, lamento não a terem vivido com mais proximidade, apoiou a repressão e regime militar nas sua mais profunda existência.

E quanto a fazer parte da história do Brasil talvez, se não tivesse participado, muitos teriam sido bem mais felizes.

A segunda foto mostra quem assinou o AI 5 – Ato Institucional 5 – ditadura brasileira a fogo e porrada.

Assinantes do AI 5
Assinantes do AI 5

O Jarbas Passarinho foi um dos que assinaram com orgulho.

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 (http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html)

“Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência.” A frase, que foi modificada na ata sem prejuízo de sentido (as “favas” foram trocadas pela conjugação verbal “ignoro”), foi dita pelo então ministro do Trabalho e da Previdência Social Jarbas Passarinho durante a reunião do AI-5, em 1968.

Apesar de afirmar em entrevistas que, no papel de ministro, interferiu nos sindicatos apenas em questões de corrupção, no período de vigência do AI-5, mais de cem dirigentes sindicais foram destituídos dos cargos durante sua gestão.

Passarinho nasceu em Xapuri (AC) em 1920, participou da articulação do golpe de 64 e, no mesmo ano, assumiu o governo do Pará, indicado pelo presidente Castello Branco.

Com a posse de Emilio Garrastazú Medici, assumiu a pasta de Educação em 69. Passarinho, que entrou na Escola Militar do Realengo 30 anos antes, implantou sistema de créditos, ciclos básicos de disciplina e um novo regime de cátedras, na reforma universitária brasileira conhecida como MEC-Usaid, por causa do apoio do governo norte-americano.

Em 77, três anos após ter voltado ao Senado, defendeu na tribuna a substituição do AI-5 por um instrumento que garantisse ao Estado sua defesa contra minorias subversivas e a atribuição ao STM (Superior Tribunal Militar) de julgamentos políticos.

Em 80, Passarinho foi eleito presidente do Senado, casa que deixou três anos depois após perder a eleição no Pará para o candidato do MDB. No mesmo ano, assumiu o Ministério da Previdência e Assistência Social no governo de João Batista Figueiredo.

Foi senador constituinte, ministro da Justiça do governo de Fernando Collor de Mello (de 1990-1992) e presidente da CPI que investigou a “máfia do orçamento”. Passarinho, que já havia sido cronista e redator em jornais na década de 40, deixou o Senado em 1995.

Tornou-se articulista do Estado de S. Paulo, onde criticava abertamente as ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

Continuou com as críticas mesmo depois de ter sido nomeado pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso em 96 como consultor do Programa Nacional de Direitos Humanos.

Em manifestações recentes sobre o pagamento de indenizações relativas ao período militar, Passarinho, que hoje tem 88 anos, se posicionou publicamente contra o pagamento a perseguidos pelo regime.

Para ele, se fosse o feito o pagamento, que houvesse o mesmo tratamento com as famílias de militares mortos pelo movimento armado da esquerda.

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O voto de Jarbas Passarinho quando da discussão e aprovação do AI5
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/personas/jarbasPassarinho.html)

Senhor presidente, não, não entendi propriamente nas, nas sábias e judiciosas palavras do ilustre senhor vice-presidente da República uma discordância irremovível com a decisão a tomar de uma retomada da revolução. Parece-me até que sua excelência se referiu à institucionalização da revolução de março de 64, que não poderia agora abrigar um ato que na verdade representasse um retrocesso e a desfigurasse.

Mas Sua Excelência falou claramente também, na sua bela oração, na possibilidade da retomada da revolução. Ou, para desgraça do paralelo, para Regis Debray, que usou o título “A Revolução Dentro da Revolução”. Parece que Sua Excelência sente igualmente, porque enfatizou esse fato, que nós estamos diante de uma contingência, de uma contingência imperativa. Necessidade, portanto, da retomada da revolução como contingência do momento histórico nacional. Por isso, suponho de muito… minha parte, senhor presidente, muito interessante que o conselho considere a possibilidade de compatibilizar as restrições, que ouvi e que me pareceram mais de forma de fazer, que oferece o senhor vice-presidente com seu pensamento, quando admite uma nova revolução para ir direto às origens da primeira.

Não se trata de vestir, talvez, uma roupa usada e sim de fazer um novo figurino. De minha parte, senhor presidente, quero, já que estamos em uma sessão histórica, quero me referir às vezes que ouvi de Vossa Excelência, não só coletivamente, como individualmente em despacho, palavras remarcadas de absoluta sinceridade, pois Vossa Excelência não estava, em nenhum momento, sendo menos sincero do que é agora, neste instante, quando Vossa Excelência, inclusive, aqui mesmo neste palácio, no dia do seu aniversário, chamou a atenção para o peso da responsabilidade da ditadura sobre os ombros dos homens, mesmo que fosse um triun… um triunvirato, que fosse um colegiado.

Sei que a Vossa Excelência repugna, como a mim, e creio que a todos os membros deste conselho, enveredar para o caminho da ditadura pura e simples, mas parece que claramente é esta que está diante de nós. Eu seria menos cauteloso do que o próprio ministro das Relações Exteriores, quando diz que não sabe se o que restou caracterizaria a nossa ordem jurídica como não sendo ditatorial, eu admitiria que ela é ditatorial.

Mas, às favas, senhor presidente, neste momento, todos, todos os escrúpulos de consciência.

E quando nós encontramos a necessidade de tomar uma decisão fundamental, tudo aquilo que fundamental é em condições normais, passa a ser secundário em condições anormais. Eu creio que nós estamos aqui pagando uma penitência, que foi a penitência do auto… da autolimitação, com o açodamento que a revolução de março de 1964 se impôs. O meu caso, no Pará, como governador de um Estado que surgiu com a revolução (e não me parece que aqui houvesse um caso similar, pois que eu saí do quartel direto para o cumprimento dessas obrigações) é muito ilustrativo, mas não vou me demorar na sua análise.

Claro que, num determinado aspecto do que aqui se contém neste ato, esta questão me feriria mais de perto como, por exemplo, o do enriquecimento ilícito e o ônus de prova que coube a um governador revolucionário de provar que um governador que utilizava dinheiro do jogo do bicho e utilizava negócios escusos de marcações mentirosas, do… de movimento de terras do Departamento de Estradas de Rodagem, repito, coube a mim o ônus de provar isso, que não tinha mais capacidade de provar.

Vejo, com uma certa alegria, que aqui se fala na possibilidade de confiscar os bens daqueles que enriqueceram ilicitamente. E me parece que se deveria, neste ponto, repetir a revolução de 1930, quando deu a esses homens o ônus de provar que os bens lhe pertenciam de direito. Sei bem, como sabem os homens de artilharia que há dois limites, sobretudo, a que os canhões se submetem: um que eles resistem bem, que é o da elasticidade; e o outro, que não podem mais resistir quando atingem, que é o limite da rutura.

Tenho a impressão, senhor presidente, que Vossa Excelência chegou ao limite de rutura e este governo também. Não me importa que neste instante a democracia seja definida apenas pelo texto de uma Constituição. O que me importa é que tenhamos a coragem histórica de retomar o processo, sabendo o ônus que vamos carregar e que principalmente Vossa Excelência carregará, para que tenhamos a possibilidade de corrigir os erros que nós antes cometemos e que tenhamos a coragem, maior ainda, de tirar lições desses erros, não deixando que, no momento em que vossa excelência tem a nação à sua mercê e deste governo, estes erros sejam confundidos e pretextos menos nobres sejam utilizados.

Com toda a minha vocação libertária e não liberticida, eu acho também, que, cumprindo um dever para comigo, um dever para com meu país eu aceito uma nova revolução.

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O Ato Institucional No. 5 – AI-5
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/ai5/)

O Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, marcou o início do período mais duro da ditadura militar (1964-1985). Editado pelo então presidente Arthur da Costa e Silva, ele deu ao regime uma série de poderes para reprimir seus opositores: fechar o Congresso Nacional e outros legislativos (medida regulamentada pelo Ato Complementar nº 38), cassar mandatos eletivos, suspender por dez anos os direitos políticos de qualquer cidadão, intervir em Estados e municípios, decretar confisco de bens por enriquecimento ilícito e suspender o direito de habeas corpus para crimes políticos. O ministro da Justiça, Gama e Silva, anunciou as novas medidas em pronunciamento na TV à noite.

Os primeiros efeitos do AI-5 foram percebidos naquela mesma noite. O Congresso é fechado. O presidente Juscelino Kubitschek, ao sair do Teatro Municipal do Rio –onde tinha sido paraninfo de uma turma de formandos de engenharia– foi levado para um quartel em Niterói, onde permaneceu preso num pequeno quarto por vários dias, sem roupa para trocar e nada para ler. O governador Carlos Lacerda foi preso no dia seguinte pela PM da Guanabara. Após uma semana em greve de fome, conseguiu ser libertado. Para driblar a censura, o “Jornal do Brasil” tenta dar a dimensão dos acontecimentos na sua seção de meteorologia:

“Previsão do tempo:

Tempo negro.

Temperatura sufocante.

O ar está irrespirável.

O país está sendo varrido por fortes ventos.

Máx.: 38º, em Brasília.Mín.:5º, nas Laranjeiras.

(Publicado no Jornal do Brasil, no dia seguinte à decretação do AI-5)

Em 30 de dezembro saiu a primeira lista de cassações, com 11 deputados federais _dentre eles Márcio Moreira Alves (MDB-RJ), Hermano Alves (MDB-RJ) e Renato Archer (MDB-MA). A segunda lista, de 19 de janeiro de 1969, incluiu dois senadores _Aarão Steinbruck e João Abraão_, 35 deputados federais, três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) –Hermes Lima, Vítor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva– e um ministro do STM (Superior Tribunal Militar) –Peri Constant Bevilacqua, que, segundo escreveu o porta-voz de Costa e Silva, Carlos Chagas, era acusado de “dar habeas corpus demais”.

Três meses desde a edição do AI-5, encarregados dos inquéritos políticos passaram a poder prender quaisquer cidadãos por 60 dias, dez dos quais deveriam permanecer incomunicáveis. “Em termos práticos, esses prazos destinavam-se a favorecer o trabalho dos torturadores”, conta Elio Gaspari no livro “A Ditadura Envergonhada”. Sessenta e seis professores foram expulsos das universidades –dentre eles Fernando Henrique Cardoso, Florestan Fernandes e Caio Prado Júnior. Emissoras de televisão e de rádio e redações de jornais foram ocupadas por censores. Artistas como Marília Pêra, Caetano Veloso e Gilberto Gil foram apenas os primeiros a conhecer as carceragens da polícia política.

Ao todo, 333 políticos têm seus direitos políticos suspensos em 1969 (dos quais 78 deputados federais, cinco senadores, 151 deputados estaduais, 22 prefeitos e 23 vereadores). O Congresso permanece fechado até outubro, quando é reaberto para eleger Medici.

O AI-5 –que foi seguido por mais 12 atos institucionais, 59 atos complementares e oito emendas constitucionais– duraria até 17 de outubro de 1978. Sobre ele disse Costa e Silva, em discurso transmitido por rádio e TV, no último dia de 1968: “Salvamos o nosso programa de governo e salvamos a democracia, voltando às origens do poder revolucionário”. Em 13 de janeiro de 1969, o coronel João Batista Figueiredo, ex-chefe da Agência Central do SNI (Serviço Nacional de Informações) e ex-presidente da República (1979-1985), mandava carta a Heitor Ferreira, secretário de Geisel e Golbery: “Os erros da Revolução foram se acumulando e agora só restou ao governo ‘partir para a ignorância'”.

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A escalada dos fatos
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/hotsites/ai5/reuniao/index.html)

Ao assumir a Presidência da República em março de 1967, Costa e Silva prometeu “respeitar o Legislativo”. Inicialmente, se inclinava a manter a legalidade, mas enfrentava fortes pressões dos setores da linha dura, que tinham apoiado sua candidatura à Presidência em oposição ao grupo de Castello Branco. Esses setores faziam restrições à nomeação do ministro da Fazenda, Delfim Netto, e exigiam que o Congresso aprovasse medidas que permitissem à Justiça Militar julgar civis por crimes políticos.

Costa e Silva resistiu às pressões para fechar jornais -como a “Tribuna da Imprensa” e o “Correio da Manhã”-, mas concordou em fechar a Frente Ampla, grupo político liderado por Carlos Lacerda.

Enquanto isso, os setores militares mais radicais começavam a praticar atentados. Até o final de agosto de 1968, 29 bombas haviam explodido em São Paulo -14 delas por ação da direita. Soldados e cabos da Força Pública (a Polícia Militar do Estado) foram presos por integrar uma rede terrorista comandada por Aladino Félix, que se autodenominava “o salvador dos afortunados”. Não tinha programa revolucionário ou ideal político. Ao ser detido, disse ter agido por ordem de Jayme Portella, chefe do Gabinete Militar de Costa e Silva.

O caso Para-Sar é emblemático da anarquia crescente nas Forças Armadas: segundo o capitão-aviador Sérgio Miranda de Carvalho, o brigadeiro João Paulo Burnier planejou explodir o gasômetro do Rio de Janeiro, o que causaria a morte de cerca de 10 mil pessoas, para culpar os grupos de esquerda e dar um pretexto para aumentar a repressão. O plano fracassou porque o capitão se opôs às ordens ilegais, denunciou Burnier e criou uma crise institucional. A sindicância sobre o caso deu vitória a Burnier. O caso acabou contado nas páginas do “Correio da Manhã” como a Operação Mata-Estudante.

Nesse período, cresciam as manifestações estudantis em protesto contra a reforma universitária prevista no acordo MEC-Usaid, assinado no governo Castello Branco. A repressão aos estudantes provocou a morte de Édson Luís Souto, no restaurante Calabouço, em março de 68. O fato deflagrou uma reação da sociedade civil que culminou na Passeata dos 100 mil, no Rio, em prol da liberdade dos estudantes detidos pela polícia e do ensino superior gratuito, em junho.

Após a passeata, o movimento estudantil refluiu, mas um discurso do deputado Márcio Moreira Alves na Câmara dos Deputados, em setembro, acusando o Exército de tortura, serviu de pretexto para o endurecimento do regime. O governo pediu licença para processar o deputado, mas a Câmara se negou a concedê-la. O general Jayme Portella, chefe do Gabinete Militar, aproveitou o momento, usando sua influência no oficialato, para construir a crise em torno do caso.

Se antes já se falava em estado de sítio, agora havia um consenso entre os membros do Conselho de Segurança de que algo mais radical poderia se justificar. Na noite de 13 de dezembro, o conselho reuniu-se para votar o texto de quatro páginas, redigido por Gama e Silva, ministro da Justiça. O presidente anunciou a reunião com as palavras “ou a revolução continua, ou se desagrega”, e pediu os pareceres dos presentes.

Apenas seu vice, Pedro Aleixo, votou contra a proposta. Dos outros, a maioria desejava o ato e todos consentiam com ele. Assim, naquela noite, ficaram instituídos o recesso do Congresso por tempo indeterminado, a suspensão do habeas corpus em caso de crimes políticos e o recrudescimento da censura aos meios de comunicação. A oposição legal perdia a voz.

Baixe o audio integral da reunião

http://media.folha.uol.com.br/treinamento/ai5/audioreuniao.zip

Triste de um país em que a JUSTIÇA é subalterna e vendida.

Triste país sem justiça independente
Brasil – Triste país sem justiça independente

O fato de um ex-comunista e poeta se colocar ao lado dos golpistas da direita não valida a destruição da democracia brasileira.

A trajetória e história tem, a cada dia ratificado que, nada é pior que um ex-comunista, não por ter conhecimento dos modos de proceder e conduzir as massas para que no fim seja um dos premiados com as benesses do poder, não por fingir ter objetivos altruístas no seu proceder, mas sim por ter durante todo o tempo escondido os seus mais íntimos desejos: a glória pessoal e o sacrifício dos mais humildes. Assim se faz um crápula.

O novo golpe que tenta se concretizar no Brasil, traz embutido em suas origens o gene dos USA, muitos argumentarão que não é verdade, mas a história recente mostra como em Honduras apoiado pelos militares, no Paraguay em três dias e no Brasil articulado, temos o sinal da oposição mas não de todos que se opuseram. Pois o próprio Partido dos Trabalhadores calou-se, digo no parlamento, após ter vencido as eleições em 2014.

A luta interna do poder, levou a divisão governamental a um nível nunca visto. Não precisa se opor, basta se calar e no devido momento colherá os frutos.

O fato de, num país machista como o Brasil ter eleito uma mulher e além disso combativa e de esquerda para Presidenta do país, jamais seria aceito pelos poderosos de então. A luta não bastaria ser realizada no Parlamento, teria que ganhar as ruas e assim foi feito em 2013. A vitória em 2014 era inadimissível, mas o povo a concedeu, ao comparar os programas de governo dos dois disputantes no primeiro e confirmado no segundo turno.

O segundo turno é sempre uma farsa, pois dá forças a quem teve apenas do segundo lugar em diante na ampla disputa de posições políticas, permite que sejam vendidas ou feitas concessões aos que ficaram para trás e se ocorrerem confluências na entrega de cargos ou posições políticas, os mais derrotados terão força política para intervir no governo dos vencedores. Assim aconteceu e aliou-se a essa conjuntura um machismo e ódio xenófobo que foi explicitado quando da realização da primeira etapa do GOLPE, nenhuma mulher, nenhum negro nos cargos distribuídos pelos GOLPISTAS.

O aparente arrefecimento, depois da explicitação da xenofobia, não muda na essência quem detém a grande parcela de poder nos GOLPISTAS. Não querem dividir o poder do macho em nenhum momento, se superam até nas vestimentas, quando escolhem outras categorias.

A questão parlamentar por trás do GOLPE é evidente, ampliar a corrupção, diminuir a cada dia a influência das mulheres, aumentar o poder dos criacionistas, entregar cargos de concepções que tentavam fazer da laicidade um princípio em um país de maioria conservadora, aos mais obtusos do conservadorismo. Assim conseguirão manter os mais humildes calados e sem reagir ou conquistar novas posições políticas e diferenciadas o poder coletivo.

Esses são os fundamentos que se instalaram com o atual GOLPE no poder central do Brasil.

Ratificados por um Supremo Tribunal Federal (STF), que da mesma forma que entregou Olga Benário para ser morta por Hitler, entrega a democracia brasileira para garantir aumentos dos próprios salários e perpetuar e garantir a volta da exploração no país.

Triste de um país em que a JUSTIÇA é subalterna e vendida.

A Pulha

BATE O DESESPERO EM ELIANE, QUE PEDE TRÉGUA A TEMER

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/235274/Bate-o-desespero-em-Eliane-que-pede-tr%C3%A9gua-a-Temer.htm

Catanhede pede arreglo
Catanhede pede arreglo

O 247 anuncia o que está acontecendo em Brasília, o USURPADOR está desesperado e os seus asseclas nervosos.

www.brasil247.com
www.brasil247.com

“Ciente do risco de reversão de votos no Senado, a colunista Eliane Cantanhêde faz um apelo para que a sociedade brasileira dê uma trégua ao presidente interino Michel Temer, mesmo reconhecendo que seu governo vai mal; “Uma saída é dar uma trégua para Temer governar e a equipe de Henrique Meirelles tentar por a economia em ordem nesses dois anos e meio, para entregar para os eleitores em 2018 um país razoavelmente saneado”, diz ela; “o esforço para derrubar Temer, neste momento, é trabalhar contra o Brasil”

CGN – Xadrez do grampo em Jucá

Xadrez do grampo em Jucá – Luís Nassif esclarece nesse vídeo o significado e porque o grampo foi divulgado agora.

O Iságoras do Brasil

Temer o Iságoras brasileiro
O Iságoras brasileiro

As articulações da OPINIAO PÚBLICA (OP) são lideradas pelo jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, com a queda vertiginosa nas vendas da Folha de São Paulo, esse matutino foi escolhido para ser a bandeja portadora da cabeça do Romero Jucá.

A bandeja ao aceitar essa cabeça, foi criteriosamente muito bem escolhida e muito bem articulada pois foi a responsável pela saída do PMDB do Governo Dilma Rousseff, e assim permitiu que o impeachemant liderado pela Eduardo Cunha fosse executado.

O USURPADOR tem que se equilibrar entre corruptos e bombas incendiárias de alto poder impactante. Um outro rojão pode ser deflagrado a qualquer momento e estará ligado ao poder econômico. O poder econômico sustentou o GOLPE financeiramente e aguarda ansioso o pagamento dos royalties.

O pagamento tem que ser feito a curtíssimo prazo, pois a realidade econômica do país estava e continuará a melhorar, mas quem lucra não está mais disposto a investir, quer receber os dividendos.

O PPS partido falimentar está cobrando uma dívida maior do que a sua capacidade de investimento, o PSDB se ajoelha e dá um alívio ao USURPADOR, mas esse descanso será realimentado com muita garra, ao verificar que está sendo isolado pelos que assumem e participam do GOLPE dentro do GOLPE.

A oposição ao USURPADOR, ainda está atônita e tem seu poderio de fogo mais concentrado nos próximos atos dos que conduzem o IMPEACHEMANT.

O GOLPE dentro do GOLPE busca atingir o judiciário que tem no  Ministro Luis Roberto Barroso um justiceiro.

Na nova posição o USURPADOR, troca de nome e assume o codinome de ISÁGORAS e sua atuação corre o risco de que suas benesses não agradem à nova aristocracia.

Clístenes Brasil
O USURPADOR não será o Clístenes Brasil

Mas, diferentemente do que aconteceu em Atenas a solução brasileira não será um Clístenes a democracia brasileira está começando a reconhecer que o melhor é continuar no caminho que foi interrompido.

O USURPADOR PEGO EM CORRUPÇÃO PERDE MINISTRO

O USURPADOR PEGO EM CORRUPÇÃO PERDE MINISTRO da CASA CIVIL

Clique na figura para ouvir a gravação divulgada.

O USURPADOR pego pela CORRUPÇÃO perde MINISTRO da Casa CIVIL
O USURPADOR pego pela CORRUPÇÃO perde MINISTRO da Casa CIVIL

Com menos de 10 dias de usurpação, o USURPADOR demite MINISTRO CORRUPTO, depois de divulgação pela OPINIÃO PÚBLICA(OP) Folha de São Paulo da gravação de fala do Ministro.

 

Uma semana e a verdade começa a ser divulgada. O PT nunca impediu investigação.

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) começa a divulgar a verdade
A OPINIÃO PÚBLICA (OP) começa a divulgar a verdade

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) não consegue esconder que o GOLPE foi dado para parar as investigações que o GOVERNO DILMA ROUSSEFF nunca impediu.

Agora voce está se surpreendendo, não tem motivo, voces apoiaram o EDUARDO CUNHA e O USURPADOR.

O PMDB, PSDB, DEM e PPS estão unidos na corrupção. A Presidenta DILMA ROUSSEFF e o governo LULA nunca impediram investigação.

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) – Folha de São Paulo divulga, leia no original:

Em gravações, Jucá sugere pacto para deter avanço da Lava Jato

Diálogos entre ministro do Planejamento e Sérgio Machado, ex-Transpetro e ligado ao PMDB, foram registrados em março

Oito(8) dias após o GOLPE o USURPADOR assume: o GOLPE é para parar INVESTIGAÇÃO.

Com uma semana após a realização do GOLPE, o USURPADOR assume e a OPINIÃO PÚBLICA(OP) divulga que o grande acordo entre PMDB-PSDB-DEM é para a investigação da lavajato.

A notícia foi dada pel OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal FOLHA DE SÃO PAULO em 23 de maio de 2016

FIM da lavajato - objetivo do USURPADOR
FIM da lavajato – objetivo do USURPADOR

A MAJESTADE

Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha
Deputado Federal Eduardo Consentino Cunha