OPINIÃO PÚBLICA(OP) – FOLHA DE SÃO PAULO

Folha de São Paulo 31/janeiro/2017
Folha de São Paulo 31/janeiro/2017

O defensor dos pulhas

Merval que defende delações sem sigilo contra o PT, defende agora sigilo nas da Odebrecht

 

O pulha
O pulha

PF indica que triplex não é do LULA

Veja a data:

19 de agosto de 2016

desde essa data nada foi divulgado.

Por que a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, O ESTADO DE SÃO PAULO, ÉPOCA, VEJA e ISTO É nunca –  NUNCA –  colocaram como manchete o resultado da investigação da POLÍCIA FEDERAL.

Por que o STF nunca se posicionou sobre essa investigação?

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LEIAM:

SOB INVESTIGAÇÃO

Polícia Federal conclui relatório sobre tríplex no Guarujá e não indicia Lula

ImprimirEnviar1397334

19 de agosto de 2016, 16h52

A Polícia Federal encerrou o inquérito sobre o tríplex no Guarujá, em São Paulo, do qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de ser dono, mas não indiciou o líder petista. Relatório da Polícia Federal sobre o famoso apartamentos 163-B do edifício no litoral sul paulista afirma que ainda há provas a serem analisadas em relação ao caso.

 

No documento, divulgado pelo jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, o nome de Lula aparece em três ocasiões: nos depoimentos da dona do imóvel, Nelci Warken, que foi indiciada pela PF, e de sua comadre Eliana Pinheiro de Freitas — que afirmaram terem ouvido boatos de que uma das unidades do prédio pertenceria ao ex-presidente, além de uma citação a Marisa Letícia.

 

Nome de Lula só aparece no relatório da PF em citações feitas em depoimentos e quando sua mulher, Marisa Letícia, é citada por ter vendido sua cota no empreendimento imobiliário.

Instituto Lula

Nelci já havia contado que era dona do tríplex em janeiro deste ano, quando foi presa preventivamente pela PF. Em entrevista à ConJur, em fevereiro deste ano, um dos advogados de Lula, Cristiano Zanin Martins ressaltou: “Essa história do triplex é uma afronta até mesmo jurídica. Porque significa desprezar ou desconhecer como é que funciona o regime de cooperativa. O ex-presidente Lula nunca foi proprietário do triplex no Guarujá.”

Ele explicou também que a mulher do ex-presidente apenas adquiriu uma cota da Bancoop e a vendeu depois que o empreendimento foi repassado à OAS. “Esses esclarecimentos já foram todos prestados na imprensa, porque, a rigor, houve até agora um contencioso de imprensa. O promotor responsável [Cássio Conserino, do MP-SP], em vez de dar a oportunidade de receber as explicações em relação a esse imóvel, preferiu ir à revista Veja e anunciar que ia fazer uma denúncia contra o ex-presidente e sua esposa, mesmo antes de estar concluída a investigação.”

 

Mossak Fonseca

Já Nelci e Eliana aparecem na investigação também por figurarem como donas de offshores criadas pelo escritório Mossak Fonseca, que ficou conhecido depois da divulgação dos Panamá Papers. Já Marisa Letícia é mencionada por ter vendido sua cota no empreendimento, que foi iniciado pela cooperativa Bancoop e finalizado pela OAS, que é acusada de ter reformado o imóvel.

Os documentos divulgados traziam uma relação de diversas companhias criadas no exterior para ocultar bens de pessoas de todo o mundo. Entre os beneficiários dessas empresas estão investigados da operação “lava jato”, entre eles, o contador Roberto Trombeta, que operava propinas para as empreiteiras OAS e UTC; o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, o ex-diretor da estatal Renato Duque e o lobista Mario Góes.

 

A Mossak Fonseca tem papel importante no documento da PF, ocupando a maior parte do relatório. O escritório é acusado pela autoridade policial de criar empresas de fachada no exterior e atuar à margem do sistema financeiro e legal brasileiro.

 

“Destacamos que a abertura ou utilização de empresas offshore não é crime nem ilegal. Entretanto, a utilização de tais empresas para lavagem de dinheiro ou fraudes, por razões obvias, constitui ilícito. No mesmo sentido, proporcionar meios para que terceiros utilizem offshores de forma a ocultar bens ou valores de origem duvidosa merece a reprimenda penal. Assim, chama atenção o fato da Mossack Fonseca no Brasil ‘intermediar’ a abertura de empresas offshore para diversos escritórios de advocacia e demais clientes, em um contexto no qual a Mossack ao que tudo indica, não emitiria nota pelo serviço prestado, ou seja, seus clientes teriam ciência de que as práticas comerciais em questão não estariam abrigadas pela lisura que se espera em qualquer negócio lícito”, diz a PF.

 

Porém, a PF afirma que ainda há suspeitas de ligação entre a construção do edifício no litoral paulista e a “lava jato”. “A cooperativa [Bancoop] foi presidida por João Vaccari Neto entre 2003 e 2010, acusado de fraudes na gestão desta. Ainda na presidência da Bancoop, houve a transferências de obras inacabadas para empresa integrante da OAS, Grupo econômico que participou do cartel de empresas que fraudou licitações na Petrobras e que direcionou o pagamento de propinas, por intermédio do operador Alberto Youssef. Dentre os empreendimentos transferidos, encontra-se o atualmente denominado “Condomínio Solaris”.

 

Clique aqui para ler o relatório divulgado pelo jornalista Fernando Rodrigues, colunista do UOL.

 

*Texto alterado às 19h20 do dia 19 de agosto de 2016 para correção

 

Possível ganho de Lula com corrupção leva seu caso a Moro, diz MPF

 

LEIA NA ÍNTEGRA

Lula critica uso de delações premiadas em depoimento à PF

 

ÍNTEGRA DOS DOCUMENTOS

Defesa de Lula pede acesso pleno a denúncia do MP de São Paulo

 

MÃOS DADAS

Promotores dizem que denúncia contra Lula não interfere no MPF

 

Consultor Jurídico

ISSN 1809-2829 www.conjur.com.brPolítica de uso Reprodução de notícias

PSDB-PMDB ENTREGAM O PAÍS!

A cada cada dia ELES (Os Pulhas) mostram porque queriam GOVERNAR!

Globo confirma: Governo Temer/PSDB está entregando base de Alcântara pronta aos EUA

 

 

Substituição no STF – Sutileza!

Sutileza!
Sutileza!

Dez dias informa a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO Globo News

Repórter da OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO Globo News – Cristiana Lobo informa que o Governo irá indicar o nome do substituto do Ministro Teori Zavaski em até DEZ(10) dias e rapidamente aprovar o indicado.

Cristiana Lobo: em dez(10) dias o Governo vai indicar e aprovar o substituto.
Cristiana Lobo: em dez(10) dias o Governo vai indicar e aprovar o substituto.

OS RUMOS da lavajato e a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO dando os encaminhamentos

Todo poder ao Ministro Esquecido.
Todo poder ao Ministro Esquecido.

E aí quando será a saída? Com a palavra o: USURPADOR!

E aí quando será a saída? Com a palavra o: USURPADOR!

Quando será a saída?
Quando será a saída?

 

Reproduzindo: Brasil também és latino.

REPRODUZINDO!

Brasil também és latino
Brasil também és latino – 

Brasil também és latino. ( http://screamyell.com.br/site/2016/12/07/download-brasil-tambien-es-latino/)

por  Leonardo Vinhas

A “identidade nacional” está expressa nos documentos oficiais que carregamos. Fora deles, ela faz algum sentido? Em meus quase 40 anos de vida, não consigo lembrar de outro momento onde se usou tanto a expressão “viver na bolha” quanto agora. Seja nas opções ideológicas, na relação com a tecnologia, com o microcosmo social, com o que for: cada um parece estar mais enfurnado em seu mundinho, e mesmo quem viaja parece fazê-lo só para tornar a bolha mais bonita, expondo fotos em vitrines digitais para ostentar maior poder aquisitivo num mundo onde o mero carimbo no passaporte virou sinônimo de experiência de vida. Essa realidade é bem triste para quem, no fim dos 1990, acreditava que as fronteiras iriam perder seu sentido. O Muro de Berlim tinha caído, a União Europeia havia se formado, o Leste Europeu ia se abrindo… A internet deixava de engatinhar e já andava com pernas mais firmes. Enfim, a utopia de nos aproximarmos sem que nacionalidades fizessem diferença parecia prestes a acontecer. Acreditávamos nisso, muitos de nós, e éramos tão ingênuos nessa crença que “Clandestino”, álbum do Manu Chao, virou trilha sonora de nossas viagens, independente de qual fosse o destino.

 

Estamos em 2016, e a utopia não se concretizou. Pior: estamos em um forte retrocesso, com o conservadorismo moral e político soando forte como há décadas não soava. As fronteiras estão se fechando, e o Brexit é a ponta de um iceberg cujo tamanho ainda não sabemos. No meio disso tudo, ainda há quem acredite que as fronteiras não importam. Que os limites geográficos do local onde nos criamos pode interferir em alguns dos nossos comportamentos, mas essencialmente somos quem decidimos ser, e as diferenças “nacionais” servem para apimentar e tornar mais divertida a relação com aqueles que não compartilham o mesmo CEP. Que as diferenças não estão aí só para serem “respeitadas”, mas assimiladas, reaproveitadas, viradas no avesso, e resultar em tanta coisa boa e diferente que nem o mais chato dos “especialistas” vai conseguir classificar a mistura resultante. A biologia comprova: a miscigenação nos torna mais fortes. “Pureza” – de nacionalidade, raça ou gênero (sexual, musical, seja qual for) – é o caminho mais certo para o aborrecimento, para ficar estagnado. Para a mudança positiva, é necessário assumir-se como vira-lata. E quem já teve um cachorro sabe: os “puros de raça” podem ter sua doçura, mas nenhum cão é tão vibrante e resistente quanto o vira-lata.

 

E é isso que nós somos. Vira-latas. Latinos. Sem distinção. Tudo misturado. Aqui no Brasil, o “complexo de vira-lata” ganhou outro significado, bem mais pernicioso. Com o devido respeito a Nelson Rodrigues, que cunhou a expressão: é hora de nós assumirmos que o bicho da rua pode ser bem mais interessante e divertido que aquela coisinha preparada e cheia de não-me-toques de pet shop. Quem somos “nós”? Todo mundo que está neste disco, músico ou colaborador, é latino. Artistas da Colômbia, Venezuela, Uruguai, Peru, Equador, Argentina, Brasil, México e Costa Rica. Porém, quem ouve não procura passaporte dos músicos,  só a música mesmo. E sabe que esse país aqui, o único a falar português no continente, é latino. Latinaço e vira-lata. Só falta sair do armário. Somos todos latinos. Brasil también es latino.

Download: Brasil También Es Latino

Ricardo Boechat – O Pregador do ódio no Brasil

Fala do Ricardo Boechat na volta das férias
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