USURPADOR nomeia DERROTADA – e ela ACEITA.

A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ

Fundação OSWALDO Cruz
Fundação OSWALDO Cruz

uma das instituções de referência científica do Brasil, acaba de ter sua história democrática violentada pelo USURPADOR brasileiro de plantão.

Após a realização de uma escolha democrática pelo voto de todos os trabalhadores e alunos da instituição, a candidata derrotada por 60% dos votos, buscou e conseguiu a sua nomeação nos corredores de Brasília.

Dessa forma o maior centro de pesquisas da América Latina, promotor da saúde e do desenvolvimento social, que gere e difunde o conhecimento científico e tecnológico e um dos agentes da cidadania, corre o risco da ação política predadora do governo do USURPADOR.

Agindo assim os conceitos que pautam a atuação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, a mais destacada instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina, foi disponibilizada no balcão de negócios do USURPADOR.

USURPADOR nomeia derrotada, e ela ACEITA.
USURPADOR nomeia derrotada, e ela ACEITA.

o USURPADOR utiliza a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – jornal O Globo como o Diário Oficial e divulga nomeção antes de pública-la oficialmente.

Esposa virtual – qual o objetivo?

 BBC anuncia a criação da esposa virtual por uma empresa japonesa

Esposa Virtual
Esposa Virtual

A indústria japonesa lança mais um

“Empresa japonesa cria ‘esposa virtual’ em holograma para solitários
21 dezembro 2016

A empresa japonesa Vinclu está para lançar uma novidade que, antes mesmo de chegar ao mercado, já está provocando polêmica no Japão.

Apelidada de “esposa virtual”, o aparelho será como um controle remoto inteligente que traz a projeção virtual de uma mulher. O produto teria como alvo homens jovens solteiros solitários em busca de uma companhia.

A mulher surge na forma de um holograma, que conversa e até manda mensagem para seu “dono”.

O produto será lançado apenas no fim do ano que vem e não será barato – a previsão de preço ultrapassa os R$ 9 mil.

Enquanto muitos japoneses acreditam que a “esposa virtual” será um excelente produto para irá ajudar os japoneses que sofrem de solidão e depressão, outros criticam a ideia – acham que ela “vai longe demais”.”(http://www.bbc.com/portuguese/geral-38398591).

Acredito que será mais um brinquedo, com formato de holograma, que a indústria japonesa tentará fazer virar uma febre de consumo. Ouvir algo motivador é importante, mas a não execução não sustenta essa motivação por muito tempo fazendo com que a faísca não vire um fogo.

No mundo virtual o sonho é feito de consumo, com certeza essa iniciativa será um fracasso.

 

 

Os fascistas defendem a volta da ditadura no Brasil – TV francesa denuncia..

Enquanto a OPINIÃO PÚBLICA(OP) esconde os fascistas, a TV Francesa os apresenta ao mundo.

Lula escreve na OPINIÃO PÚBLICA – FOLHA DE SÃO PAULO

Do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, hoje, na Folha:

Em mais de 40 anos de atuação pública, minha vida pessoal foi permanentemente vasculhada -pelos órgãos de segurança, pelos adversários políticos, pela imprensa. Por lutar pela liberdade de organização dos trabalhadores, cheguei a ser preso, condenado como subversivo pela infame Lei de Segurança Nacional da ditadura. Mas jamais encontraram um ato desonesto de minha parte.

Sei o que fiz antes, durante e depois de ter sido presidente. Nunca fiz nada ilegal, nada que pudesse manchar a minha história. Governei o Brasil com seriedade e dedicação, porque sabia que um trabalhador não podia falhar na Presidência. As falsas acusações que me lançaram não visavam exatamente a minha pessoa, mas o projeto político que sempre representei: de um Brasil mais justo, com oportunidades para todos.

Às vésperas de completar 71 anos, vejo meu nome no centro de uma verdadeira caçada judicial. Devassaram minhas contas pessoais, as de minha esposa e de meus filhos; grampearam meus telefonemas e divulgaram o conteúdo; invadiram minha casa e conduziram-me à força para depor, sem motivo razoável e sem base legal. Estão à procura de um crime, para me acusar, mas não encontraram e nem vão encontrar.

Desde que essa caçada começou, na campanha presidencial de 2014, percorro os caminhos da Justiça sem abrir mão de minha agenda. Continuo viajando pelo país, ao encontro dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos partidos, para debater e defender o projeto de transformação do Brasil. Não parei para me lamentar e nem desisti da luta por igualdade e justiça social.

Nestes encontros renovo minha fé no povo brasileiro e no futuro do país. Constato que está viva na memória de nossa gente cada conquista alcançada nos governos do PT: o Bolsa Família, o Luz Para Todos, o Minha Casa, Minha Vida, o novo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o Programa de Aquisição de Alimentos, a valorização dos salários -em conjunto, proporcionaram a maior ascensão social de todos os tempos.

Nossa gente não esquecerá dos milhões de jovens pobres e negros que tiveram acesso ao ensino superior. Vai resistir aos retrocessos porque o Brasil quer mais, e não menos direitos.

Não posso me calar, porém, diante dos abusos cometidos por agentes do Estado que usam a lei como instrumento de perseguição política. Basta observar a reta final das eleições municipais para constatar a caçada ao PT: a aceitação de uma denúncia contra mim, cinco dias depois de apresentada, e a prisão de dois ex-ministros de meu governo foram episódios espetaculosos que certamente interferiram no resultado do pleito.

Jamais pratiquei, autorizei ou me beneficiei de atos ilícitos na Petrobras ou em qualquer outro setor do governo. Desde a campanha eleitoral de 2014, trabalha-se a narrativa de ser o PT não mais partido, mas uma “organização criminosa”, e eu o chefe dessa organização. Essa ideia foi martelada sem descanso por manchetes, capas de revista, rádio e televisão. Precisa ser provada à força, já que “não há fatos, mas convicções”.

Não descarto que meus acusadores acreditem nessa tese maliciosa, talvez julgando os demais por seu próprio código moral. Mas salta aos olhos até mesmo a desproporção entre os bilionários desvios investigados e o que apontam como suposto butim do “chefe”, evidenciando a falácia do enredo.

Percebo, também, uma perigosa ignorância de agentes da lei quanto ao funcionamento do governo e das instituições. Cheguei a essa conclusão nos depoimentos que prestei a delegados e promotores que não sabiam como funciona um governo de coalizão, como tramita uma medida provisória, como se procede numa licitação, como se dá a análise e aprovação, colegiada e técnica, de financiamentos em um banco público, como o BNDES.

De resto, nesses depoimentos, nada se perguntou de objetivo sobre as hipóteses da acusação. Tenho mesmo a impressão de que não passaram de ritos burocráticos vazios, para cumprir etapas e atender às formalidades do processo. Definitivamente, não serviram ao exercício concreto do direito de defesa.

Passados dois anos de operações, sempre vazadas com estardalhaço, não conseguiram encontrar nada capaz de vincular meu nome aos desvios investigados. Nenhum centavo não declarado em minhas contas, nenhuma empresa de fachada, nenhuma conta secreta.

Há 20 anos moro no mesmo apartamento em São Bernardo. Entre as dezenas de réus delatores, nenhum disse que tratou de algo ilegal ou desonesto comigo, a despeito da insistência dos agentes públicos para que o façam, até mesmo como condição para obter benefícios.

A leviandade, a desproporção e a falta de base legal das denúncias surpreendem e causam indignação, bem como a sofreguidão com que são processadas em juízo. Não mais se importam com fatos, provas, normas do processo. Denunciam e processam por mera convicção -é grave que as instâncias superiores e os órgãos de controle funcional não tomem providências contra os abusos.

Acusam-me, por exemplo, de ter ganho ilicitamente um apartamento que nunca me pertenceu -e não pertenceu pela simples razão de que não quis comprá-lo quando me foi oferecida a oportunidade, nem mesmo depois das reformas que, obviamente, seriam acrescentadas ao preço. Como é impossível demonstrar que a propriedade seria minha, pois nunca foi, acusam-me então de ocultá-la, num enredo surreal.

Acusam-me de corrupção por ter proferido palestras para empresas investigadas na Operação Lava Jato. Como posso ser acusado de corrupção, se não sou mais agente público desde 2011, quando comecei a dar palestras? E que relação pode haver entre os desvios da Petrobras e as apresentações, todas documentadas, que fiz para 42 empresas e organizações de diversos setores, não apenas as cinco investigadas, cobrando preço fixo e recolhendo impostos?

Meus acusadores sabem que não roubei, não fui corrompido nem tentei obstruir a Justiça, mas não podem admitir. Não podem recuar depois do massacre que promoveram na mídia. Tornaram-se prisioneiros das mentiras que criaram, na maioria das vezes a partir de reportagens facciosas e mal apuradas. Estão condenados a condenar e devem avaliar que, se não me prenderem, serão eles os desmoralizados perante a opinião pública.

Tento compreender esta caçada como parte da disputa política, muito embora seja um método repugnante de luta. Não é o Lula que pretendem condenar: é o projeto político que represento junto com milhões de brasileiros. Na tentativa de destruir uma corrente de pensamento, estão destruindo os fundamentos da democracia no Brasil.

É necessário frisar que nós, do PT, sempre apoiamos a investigação, o julgamento e a punição de quem desvia dinheiro do povo. Não é uma afirmação retórica: nós combatemos a corrupção na prática.

Ninguém atuou tanto para criar mecanismos de transparência e controle de verbas públicas, para fortalecer a Polícia Federal, a Receita e o Ministério Público, para aprovar no Congresso leis mais eficazes contra a corrupção e o crime organizado. Isso é reconhecido até mesmo pelos procuradores que nos acusam.

Tenho a consciência tranquila e o reconhecimento do povo. Confio que cedo ou tarde a Justiça e a verdade prevalecerão, nem que seja nos livros de história. O que me preocupa, e a todos os democratas, são as contínuas violações ao Estado de Direito. É a sombra do estado de exceção que vem se erguendo sobre o país.

Lula, em artigo na Folha: a sombra do estado de exceção se ergue sobre nós

Lula, em artigo na Folha: a sombra do estado de exceção se ergue sobre nós

Pronunciamento do LULA em virtude da perseguição política realizada no Brasil

Ex-Presidente do Brasil Luiz Inácio LULA da Silva
Ex-Presidente do Brasil Luiz Inácio LULA da Silva – perseguido

Pronunciamento do LULA em virtude da perseguição política realizada no Brasil

Em mais de 40 anos de atuação pública, minha vida pessoal foi permanentemente vasculhada -pelos órgãos de segurança, pelos adversários políticos, pela imprensa. Por lutar pela liberdade de organização dos trabalhadores, cheguei a ser preso, condenado como subversivo pela infame Lei de Segurança Nacional da ditadura. Mas jamais encontraram um ato desonesto de minha parte.

Sei o que fiz antes, durante e depois de ter sido presidente. Nunca fiz nada ilegal, nada que pudesse manchar a minha história. Governei o Brasil com seriedade e dedicação, porque sabia que um trabalhador não podia falhar na Presidência. As falsas acusações que me lançaram não visavam exatamente a minha pessoa, mas o projeto político que sempre representei: de um Brasil mais justo, com oportunidades para todos.

Às vésperas de completar 71 anos, vejo meu nome no centro de uma verdadeira caçada judicial. Devassaram minhas contas pessoais, as de minha esposa e de meus filhos; grampearam meus telefonemas e divulgaram o conteúdo; invadiram minha casa e conduziram-me à força para depor, sem motivo razoável e sem base legal. Estão à procura de um crime, para me acusar, mas não encontraram e nem vão encontrar.

Desde que essa caçada começou, na campanha presidencial de 2014, percorro os caminhos da Justiça sem abrir mão de minha agenda. Continuo viajando pelo país, ao encontro dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos partidos, para debater e defender o projeto de transformação do Brasil. Não parei para me lamentar e nem desisti da luta por igualdade e justiça social.

Nestes encontros renovo minha fé no povo brasileiro e no futuro do país. Constato que está viva na memória de nossa gente cada conquista alcançada nos governos do PT: o Bolsa Família, o Luz Para Todos, o Minha Casa, Minha Vida, o novo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o Programa de Aquisição de Alimentos, a valorização dos salários -em conjunto, proporcionaram a maior ascensão social de todos os tempos.

Nossa gente não esquecerá dos milhões de jovens pobres e negros que tiveram acesso ao ensino superior. Vai resistir aos retrocessos porque o Brasil quer mais, e não menos direitos.

Não posso me calar, porém, diante dos abusos cometidos por agentes do Estado que usam a lei como instrumento de perseguição política. Basta observar a reta final das eleições municipais para constatar a caçada ao PT: a aceitação de uma denúncia contra mim, cinco dias depois de apresentada, e a prisão de dois ex-ministros de meu governo foram episódios espetaculosos que certamente interferiram no resultado do pleito.

Jamais pratiquei, autorizei ou me beneficiei de atos ilícitos na Petrobras ou em qualquer outro setor do governo. Desde a campanha eleitoral de 2014, trabalha-se a narrativa de ser o PT não mais partido, mas uma “organização criminosa”, e eu o chefe dessa organização. Essa ideia foi martelada sem descanso por manchetes, capas de revista, rádio e televisão. Precisa ser provada à força, já que “não há fatos, mas convicções”.

Não descarto que meus acusadores acreditem nessa tese maliciosa, talvez julgando os demais por seu próprio código moral. Mas salta aos olhos até mesmo a desproporção entre os bilionários desvios investigados e o que apontam como suposto butim do “chefe”, evidenciando a falácia do enredo.

Percebo, também, uma perigosa ignorância de agentes da lei quanto ao funcionamento do governo e das instituições. Cheguei a essa conclusão nos depoimentos que prestei a delegados e promotores que não sabiam como funciona um governo de coalizão, como tramita uma medida provisória, como se procede numa licitação, como se dá a análise e aprovação, colegiada e técnica, de financiamentos em um banco público, como o BNDES.

De resto, nesses depoimentos, nada se perguntou de objetivo sobre as hipóteses da acusação. Tenho mesmo a impressão de que não passaram de ritos burocráticos vazios, para cumprir etapas e atender às formalidades do processo. Definitivamente, não serviram ao exercício concreto do direito de defesa.

Passados dois anos de operações, sempre vazadas com estardalhaço, não conseguiram encontrar nada capaz de vincular meu nome aos desvios investigados. Nenhum centavo não declarado em minhas contas, nenhuma empresa de fachada, nenhuma conta secreta.

Há 20 anos moro no mesmo apartamento em São Bernardo. Entre as dezenas de réus delatores, nenhum disse que tratou de algo ilegal ou desonesto comigo, a despeito da insistência dos agentes públicos para que o façam, até mesmo como condição para obter benefícios.

A leviandade, a desproporção e a falta de base legal das denúncias surpreendem e causam indignação, bem como a sofreguidão com que são processadas em juízo. Não mais se importam com fatos, provas, normas do processo. Denunciam e processam por mera convicção -é grave que as instâncias superiores e os órgãos de controle funcional não tomem providências contra os abusos.

Acusam-me, por exemplo, de ter ganho ilicitamente um apartamento que nunca me pertenceu -e não pertenceu pela simples razão de que não quis comprá-lo quando me foi oferecida a oportunidade, nem mesmo depois das reformas que, obviamente, seriam acrescentadas ao preço. Como é impossível demonstrar que a propriedade seria minha, pois nunca foi, acusam-me então de ocultá-la, num enredo surreal.

Acusam-me de corrupção por ter proferido palestras para empresas investigadas na Operação Lava Jato. Como posso ser acusado de corrupção, se não sou mais agente público desde 2011, quando comecei a dar palestras? E que relação pode haver entre os desvios da Petrobras e as apresentações, todas documentadas, que fiz para 42 empresas e organizações de diversos setores, não apenas as cinco investigadas, cobrando preço fixo e recolhendo impostos?

Meus acusadores sabem que não roubei, não fui corrompido nem tentei obstruir a Justiça, mas não podem admitir. Não podem recuar depois do massacre que promoveram na mídia. Tornaram-se prisioneiros das mentiras que criaram, na maioria das vezes a partir de reportagens facciosas e mal apuradas. Estão condenados a condenar e devem avaliar que, se não me prenderem, serão eles os desmoralizados perante a opinião pública.

Tento compreender esta caçada como parte da disputa política, muito embora seja um método repugnante de luta. Não é o Lula que pretendem condenar: é o projeto político que represento junto com milhões de brasileiros. Na tentativa de destruir uma corrente de pensamento, estão destruindo os fundamentos da democracia no Brasil.

É necessário frisar que nós, do PT, sempre apoiamos a investigação, o julgamento e a punição de quem desvia dinheiro do povo. Não é uma afirmação retórica: nós combatemos a corrupção na prática.

Ninguém atuou tanto para criar mecanismos de transparência e controle de verbas públicas, para fortalecer a Polícia Federal, a Receita e o Ministério Público, para aprovar no Congresso leis mais eficazes contra a corrupção e o crime organizado. Isso é reconhecido até mesmo pelos procuradores que nos acusam.

Tenho a consciência tranquila e o reconhecimento do povo. Confio que cedo ou tarde a Justiça e a verdade prevalecerão, nem que seja nos livros de história. O que me preocupa, e a todos os democratas, são as contínuas violações ao Estado de Direito. É a sombra do estado de exceção que vem se erguendo sobre o país.

Lula, em artigo na Folha: a sombra do estado de exceção se ergue sobre nós.

A REDE GLOBO afinal notícia o ocorrido, 20/12/2016

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO, publicou hoje 20/12/2016 como notícia, o ocorrido em Berlim, leiam:

Caminhão invade mercado de rua em Berlim e deixa mortos e feridos. (http://oglobo.globo.com/mundo/caminhao-invade-mercado-de-rua-em-berlim-deixa-mortos-feridos-20671472)

Material publicado 20 de dezembro de 2016
Material publicado 20 de dezembro de 2016

Leiam também: A OPINIÃO PÚBLICA(OP) REDE GLOBO PERDEU A VERGONHA DE VEZ publicado ontem 19/12/2016.

A luta insana do juiz perdido.

A luta insana do juiz perdido
A luta insana do juiz perdido

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO PERDEU A VERGOMHA DE VEZ

Hoje 19 de dezembro de 2016, um caminhão avançou em Berlim e atingiu uma feira que acontece anualmente na época das festas de fim de ano.

A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO anunciou como atentado em Berlim. Ocorre que o Governo Alemão, só anuncia a calamidade como atentado após apurar e encontrar provas, ou se houver provas. Como ainda não tem informaçöes com confirmação do que aconteceu, o motorista foi preso e cerca de 50 feridos, as notícias do Governo Alemão não são dadas como atentado. A OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO  passou a transmitir dos USA. e a repórter falou todo o tempo dos atentados anteriores ocorridos em outro países como França, Turquia e etc.

Esse é o modelo de informação que temos no Brasil, a maior empresa de comunicações, criada e fortalecida no período da ditadura militar, prega o terror.

Durante todo o Jornal Nacional a OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO deu informações infundadas.

A cada dia está pior os brasileiros serem informados no Brasil

O repórter Rodrigo Alvarez fala ao JN – de Berlim, mas tudo é conjectura sobre atentado.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - REDE GLOBO - da notícias infundadas usando reporter dos USA
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO – repórter Rodrigo Alvarez fala de Berlim e não confirma atentado até o presente momento, pois o Governo Alemão aida não deu a informação.

A repórter que falou em atentados anteriores ao  acidente que aconteceu hoje na Alemanha se encontra na foto abaixo. Na sua fala falou de atentados na França, Turquia e etc.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) - REDE GLOBO - da notícias infundadas usando reporter dos USA
OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO – da notícias infundadas usando repórter dos USA

Ao final do JN a apresentadora anunciou, que a qualquer momento poderia ser anunciado na TV notícias sobre o acidente na Alemanha.

Hoje também aconteceu um ATENTADO ao Embaixador Russo em Ancara, O EMBAIXADOR FOI ASSASSINADO, se clicar no hipertexto poderá assistir o atentado (https://youtu.be/gHWCNGCeELM). cuja morte foi realizada na frente das câmaras da TV.

OPINIÃO PÚBLICA(OP) – REDE GLOBO no JN deu pouca atenção a esse assunto – assassinado do embaixador russo. Fixou-se no acidente de Berlim.