A prova da armação da prisão coercitiva de Lula

Olha aí gente!!!!Estava tudo armado!Fracassou a tentativa de humilhar Lula levado a cabo pelo Juiz Sergio Moro e seus cúmplices da família Bolsonaro. Não deixem de ver o vídeo.Mais uma pedrinha no otimismo dos golpistas.Então é verdade que o Sr Moro, ou a PF, estavam mesmo, SEQUESTRANDO o Lula para Curitibae deram com os burros nágua; BEM FEITO! Por isso que ele ficou muito sem graça, imagino a caradele quando esbarrou com o Dpt petista Luizinho, que armou um TREMENDO CIRCO e a operação”seqüestrica” foi pra cucuia e o resto do espetáculo já sabemos.Vejam o vídeo e que figuras estavam esperando o lula https://www.facebook.com/bolsonaro.enb/videos/491540887705207/?hc_location=ufi

Publicado por Eduardo Homem da Costa em Segunda, 14 de março de 2016

Lavajato – O depoimento do capoteiro

INCOMPETENCIA MOROLISTA!

Uma prova contundente, nem a OPINIÃO PÚBLICA (OP) conseguiu omitir ou esconder.

Depoimento na lavajato do capoteiro

o capoteiro depondo na lavajato
o capoteiro depondo na lavajato

OPERAÇÃO LAVA JATO‘Uai, será que usaram meu nome nesse trem?’, diz capoteiro intimado por engano na Lava Jato

POR JULIA AFFONSO

07/03/2016, 21h08

Jorge Washington Blanco, que reside em Belo Horizonte, foi confundido com alto executivo ligado ao Banco Schahin arrolado como testemunha de acusação do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula

Capoteiro foi chamado por engano para depor na Lava Jato. Foto: Reprodução

Na última sexta-feira, o capoteiro Jorge Washington Blanco, de 55 anos, ficou frente a frente com o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato. Por engano.

O homônimo Jorge Blanco foi intimado para depor como testemunha de acusaçãocontra o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A força-tarefa da Lava Jato procurava um executivo que seria ligado ao Banco Schahin. Segundo um dos defensores presentes na audiência, ‘um uruguaio ou argentino’.

“Uai, eu fiquei meio assim, falei: será que usaram meu nome nesse trem? Eu nunca me envolvi com nada errado. De uma hora pra outra aparece negócio de Lava Jato, coisa que eu vejo falar na televisão”, disse.

Diariamente, entre 11h30 até 18h30, o capoteiro trabalha em uma loja em Belo Horizonte com capota e estofamento. Casado, com dois filhos, Jorge Blanco disse que um deles pensou que a intimação para comparecer à Justiça Federal, em Minas, se tratasse de uma brincadeira. “Um deles falou: isso é negócio que põe na internet, o pessoal fica brincando. Eu falei: comigo não foi brincadeira, não. O rapaz trouxe a intimação, olha aqui.”

Em videoconferência, Jorge Blanco respondeu a todas as perguntas. Nesta entrevista, também. À reportagem, Jorge Blanco explicou, com muito bom humor, o depoimento à maior investigação contra a corrupção do País.

“Fui sozinho (para a audiência). Pensei: pode ser um nome parecido. Moro em Belo Horizonte, nunca viajei para Curitiba, nunca saí daqui”, afirmou o capoteiro, se referindo a cidade base da Operação Lava Jato. “Esse juiz… Como é mesmo que ele se chama? É Sérgio… Eu falei que eu era capoteiro, ele ficou rindo.”

A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM O CAPOTEIRO JORGE BLANCO

ESTADÃO: Chamaram o sr para depor por engano?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Me chamou lá, fez um ‘cado’ de pergunta de uns negócios que eu nunca tinha ouvido falar, de banco, um cara que eu nunca ouvi falar nele. Me perguntaram a profissão, aí falou que podia acabar as perguntas. Falou que eu estava liberado. Ficaram foi rindo porque viram que a minha profissão era totalmente diferente da que eles estavam querendo.

ESTADÃO: O que o sr pensou quando recebeu a intimação?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Uai, eu fiquei meio assim, falei: será que usaram meu nome nesse trem? Eu nunca me envolvi com nada errado. De uma hora pra outra aparece negócio de Lava Jato, coisa que eu vejo falar na televisão.

ESTADÃO: O sr trabalha como capoteiro há quantos anos?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Ah, desde menino, desde criança.

ESTADÃO: Quando recebeu o papel?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Semana retrasada. Inclusive, foi até um amigo meu, ele é oficial de Justiça. Ele entregou, eu achei que ele estava brincando. Falou: isso aqui é aquele negócio da Lava Jato, daquele Cerveró, da Petrobrás. Eu falei: ‘que que é isso?’. Eu achei que era brincadeira. Mas depois vi que era um negócio mais sério. Falei: Não vou deixar de ir lá, não, porque eu tenho nada de errado. Tenho que ir lá ver o que é isso.

ESTADÃO: O sr estava chegando em casa?

JORGE WASHINGTON BLANCO: Ele chegou, eu estava guardando o carro na garagem. Inclusive, o irmão desse cara, eu conheço há muito tempo. Eu tinha passado em um supermercado em BH e encontrei o irmão dele lá. Perguntei por ele (o oficial de Justiça) e. por coincidência, ele mesmo é que foi levar a intimação para mim. Falei com ele: encontrei seu irmão agora, perguntei por você. Ele falou: eu vim trazer a intimação para você. Eu vi que saiu na internet a videoconferência. Para você ver que não é brincadeira. Tem alguém com esse mesmo nome meu?

ESTADÃO: Acho que tem.

JORGE WASHINGTON BLANCO: Agora que eu estou lembrando. Eu vi na internet que tem um Jorge Washington Blanco Boccoli. Esse juiz… Como é mesmo que ele se chama? É Sérgio…

ESTADÃO: Moro.

JORGE WASHINGTON BLANCO: Eu falei que eu era capoteiro, ele ficou rindo.

OPERAÇÃO LAVA JATO

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/uai-sera-que-usaram-meu-nome-nesse-trem-diz-capoteiro-chamado-para-depor-por-engano-na-lava-jato/

Merval Pereira e Ricardo Noblat – generais sem pijama

Os generais sem pijama Merval Pereira e Ricardo Noblat. e A LIÇÃO DE HILDEGAR ANGEL.

Antes do golpe de 1964 era Carlos Lacerda que era general sem pijama. Após o GOLPE MILITAR de 1964, ele foi execrado pelos militares.

Apesar da história ainda não são todos que aprendem.

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“Em busca da saída”, por MERVAL PEREIRA (em O GLOBO)

Merval Pereira - general sem pijama
Merval Pereira – general sem pijama

Publicado em 06/03/2016 09:43 e atualizado em 07/03/2016 10:09
2028
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Tropas do Exército entraram em prontidão

Se a política não resolver a crise, a crise vai resolver a política. Mais que um jogo de palavras que o deputado Raul Jungman gosta de usar, esta é uma constatação que fica mais evidente ainda diante da iniciativa de militares de contatarem na sexta-feira autoridades civis – governadores de Estados estratégicos como Rio e São Paulo, ministros, líderes partidários – para colocarem à disposição tropas em caso de necessidade de garantir a ordem pública, conforme Ricardo Noblat noticiou em seu blog.

Os confrontos entre petistas e seus adversários políticos nas ruas de diversas capitais do país, enquanto Lula depunha na Polícia Federal, insuflados por uma convocação do presidente do PT Rui Falcão, acendeu a luz amarela nas instituições militares, que pelo artigo 142 da Constituição têm a missão de garantir a ordem pública.

O fato de terem oferecido apoio às autoridades civis mostra que, ao contrário de outras ocasiões, os militares não estão dispostos a uma intervenção, que seria rejeitada pelas forças democráticas, mas se preocupam com a crise e se dispõem a auxiliar as autoridades civis em caso de necessidade.

Já há algum tempo, diante do agravamento da crise político-econômica, militares de alta patente estão conversando com lideranças civis de diversos setores da sociedade, e agora consideram que está na hora de o mundo político encontrar saídas constitucionais para o impasse em que estamos metidos, com o Congresso, que é o único caminho para uma solução em moldes democráticos, paralisado diante de sua própria crise: um presidente da Câmara tornado réu pelo Supremo Tribunal Federal, um presidente do Senado alcançado por nada menos que seis processos, cerca uma centena de deputados e senadores envolvidos de alguma maneira em problemas com a Justiça e tantos outros sujeitos ao imponderável das delações premiadas da Operação Lava-Jato.

Mesmo soluções constitucionais como o impeachment ficam contaminadas pela presença de Eduardo Cunha na presidência da Câmara, e a perspectiva de que ele possa assumir a presidência da República, por poucos meses que seja, para convocar novas eleições – no caso de uma impugnação da chapa PT-PMDB até o fim desse ano, o que é improvável – é no mínimo desanimador.

Nos bastidores do Congresso negocia-se de tudo, desde a implantação de um semipresidencialismo de ocasião, até a sugestão mais recente da Rede de Marina Silva de aprovar uma emenda constitucional com o instituto do recall, pelo qual a presidente Dilma poderia ser retirada do poder através de uma consulta popular.

Houve há poucos dias a tentativa de fazer com que Dilma rompesse com o PT e partisse para uma nova coalizão partidária, que poderia contar até mesmo com setores da oposição. Os fatos, porém, atropelaram essas negociações, e hoje Dilma e Lula estão juntos no que pode ser um abraço de afogados, mas é a única maneira de os dois tentarem sair vivos politicamente dessa crise.

A oposição, por seu turno, começa a deixar a dubiedade para apoiar o impeachment da presidente, pois um processo de impugnação da chapa no Tribunal Superior Eleitoral pode levar mais um ano, com marchas e contramarchas no STF e, mais complicado que tudo, no terceiro ano de mandato um novo governo seria eleito de maneira indireta por este Congresso sem credibilidade diante da população.

A pressão agora é para que o PMDB rompa o mais rápido possível com o governo e entre de cabeça no processo de impeachment. Ao mesmo tempo, arma-se na Câmara uma ação conjunta para obstruir as sessões até que a permanência de Eduardo Cunha na presidência se torne inviável.

Alguma coisa terá que ser feita, e rápido, diante da deterioração do ambiente econômico e da mudança de patamar da crise política, com a Operação Lava-Jato tendo chegado literalmente às portas do ex-presidente Lula. Se as forças políticas que representam a maioria do país, hoje claramente posicionada contra o PT, não se unirem em busca de uma saída democrática para a crise, estaremos diante de uma ameaça de retrocesso institucional.

As milícias petistas mobilizadas na confrontação física nas ruas podem transformar o país em uma Venezuela, e quanto mais os fatos descobertos na Operação Lava-Jato forem sendo desvelados, mais a resposta violenta será a única saída.

O Congresso tem que encontrar rapidamente uma saída constitucional que possibilite a formação de um governo de transição democrática, e o caminho mais viável parece ser o impeachment, já que a presidente Dilma não se mostra capaz de, por si só, articular essa transição, e se revela comprometida cada dia mais com as ações criminosas que a levaram ao governo.
A crise ganhou um novo componente. E ele veste farda e pilota tanques
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General sem pijama 2

Militares

Por Ricardo Noblat (em O GLOBO)

Ricardo Noblat
Ricardo Noblat – general sem pijama 2

A condução coercitiva de Lula para depor à procuradores da Lava-Jato não foi o fato que marcou a escalada preocupante da crise política que abala o país e ameaça derrubar o governo.

A crise ganhou um novo componente. Ele veste farda e tem porte de arma. Sua entrada em cena, ontem, foi o fato mais importante do dia em que o país quase parou, surpreso com o que acontecia em São Paulo.

Não é comum ver-se um ex-presidente da República, o primeiro operário entre nós a chegar ao poder, ser conduzido por agentes federais na condição de investigado em bilionário escândalo de corrupção.

Nunca antes na história deste país…

O episódio serviu para demonstrar a solidez de uma democracia reinaugurada por aqui há apenas 31 anos. A lei deve ser igual para todos. Um ex-presidente não merece tratamento especial.

O receio de que a ordem pública virasse desordem foi o que assustou os militares, levando-os a se manifestarem por meio dos canais disponíveis para isso. Há muito que eles não procediam assim.

Um batalhão do Exército, em São Paulo, foi posto de sobreaviso caso os protestos contra e a favor de Lula resultassem em violência, e as polícias militar e civil perdessem o controle da situação.

Geraldo Alckimin não foi o único governador avisado de que poderia contar com a ajuda do Exército se pedisse ou se a presidente da República a autorizasse.

Integrantes do Alto Comando do Exército telefonaram para os governadores dos Estados mais sujeitos a conflitos entre militantes políticos e os preveniram para a necessidade de manter a paz social.

O elenco de autoridades alcançadas pelos telefonemas de generais foi mais amplo. E incluiu ministros de Estado e líderes de partidos, de quase todos os partidos. Os do PT ficaram de fora.

A tensão entre os generais foi desatada quando militantes políticos se agrediram diante do prédio onde Lula mora em São Bernardo. E atingiu seu pico com o discurso de Rui Falcão, presidente do PT.

Enquanto Lula era interrogado na delegacia da Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, Falcão pregava a ida para as ruas dos adeptos do PT e a realização de manifestações ruidosas.

Foi um duro discurso, embora pronunciado no tom ameno que caracteriza as falas de Falcão. De imediato, as várias instâncias do partido começaram a se mobilizar em obediência à nova palavra de ordem.

Até então, a máquina do PT parecia inativa, perplexa. No twitter, por exemplo, os termos mais em uso se referiam à prisão de Lula. Nas horas seguintes, os termos mais populares passaram a ser “golpe” e “ruas”.

Os generais estão temerosos com a conjugação das crises política e econômica e com o que possa derivar disso. Cobram insistentemente aos seus interlocutores do meio civil para que encontrem uma saída.

Não sugerem a solução A, B ou C. Respeitada a Constituição, apoiarão qualquer uma – do entendimento em torno de Dilma ao impeachment ou à realização de novas eleições. Mas pedem pressa.

Por inviável, mas também por convicções democráticas, descartam intenções golpistas. Só não querem se ver convocados a intervir em nome da Garantia da Lei e da Ordem como previsto na Constituição.
Fonte: O Globo
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Para os GENERAIS SEM PIJAMA aprenderem:
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HILDEGAR ANGEL: serviçais do golpe não merecem ser chamados de jornalistas:

Hildegard Anjo
Hildegard Anjo

“Vergonha dos companheiros da imprensa – não mais os chamarei de companheiros – que ajudaram a fazer ferver esse caldeirão para desestabilizar o Brasil e promover o caos, disseminando meias verdades, verdades transversas, dados manipulados, insinuações cínicas”, diz a jornalistas Hildegard Angel, uma das principais colunistas do País

6 de Março de 2016 às 06:10

Por HILDEGAR ANGEL

A sociedade precisa refletir sobre a gravidade do atual momento brasileiro, quando o que se parece pretender não é o cumprimento da lei, é a perseguição a um político que um grupo não aprova: Lula. Quando exorbita-se com 1, exorbita-se com 1 milhão. Já vimos esse filme. Os golpistas são os mesmos, as táticas iguais às de 54 e 64, os caminhos percorridos idênticos, os argumentos se repetem. Sequer têm imaginação para tirar novidade da cartola, um discurso que não seja aquele mesmo velho discurso lacerdista da corrupção, quando sabemos que os políticos da oposição que mais batem no peito simulando honradez têm todos “a mão amarela”.

Vergonha dos companheiros da imprensa – não mais os chamarei de companheiros – que ajudaram a fazer ferver esse caldeirão para desestabilizar o Brasil e promover o caos, disseminando meias verdades, verdades transversas, dados manipulados, insinuações cínicas.

É chegado o momento, mais do que nunca, de tomar posição. Assim eu faço. Nojo daqueles que se submetem ao papel triste de aliciar a mente desprotegida e desarmada de brasileiros, fazendo um trabalho massivo de subversão da consciência nacional em nome da conveniência de seus patrões. Transformaram o Brasil num vale tudo, e o povo já sai às ruas. Era isso que eles pretendiam: transformar o Brasil num circo e ver esse circo pegar fogo para, enfim, alcançarem o poder, pois, pela via democrática do voto, não conseguem.