A Grande Farsa

O PSDB governou e faliu o Brasil.

O Governo liderado pelo FHC deixou os brasileiros e o Brasil na pior situação que poderiam ficar.

Impressionante como assistimos a OPINIÃO PÚBLICA (OP)  que defendeu e escondeu todas as malversações do PSDB no Brasil, eainda hoje trabalha contra a melhora do padrão de vida dos brasileiros.

A OPINIÃO PÚBLICA (OP) trabalha diuturnamente para destruir a PETROBRÁS assim como o PSDB que tenta destruir o pré-sal entregando-o para empresas extrangeiras.

Impossível acreditar que eles não enxerguem o progresso da PETROBRÁS S/A, a maior empresa brasileira.

Leiam abaixo a fala da desfaçatez:

O Pulha 005

FHC diz que Dilma paga por ‘herança maldita’ de Lula
Isadora Peron – O Estado de S. Paulo – 27 Setembro 2015 | 19h 33
Comentário do ex-presidente será veiculado nesta segunda-feira, 28, em programa partidário do PSDB na TV aberta
Atualizada às 20h30

BRASÍLIA – O programa nacional do PSDB que vai ao ar na noite desta segunda-feira, 28, faz duras críticas ao PT e ao governo da presidente Dilma Rousseff. Num dos trechos mais fortes, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que Dilma está pagando pela “herança maldita” deixada pelo antecessor Luiz Inácio Lula da Silva.
“A economia vai muito mal e a presidente é refém de uma base de sustentação no Congresso que, a cada dia, é mais do tipo toma-lá-dá-cá. Ela está pagando pela herança maldita que o Lula deixou”, diz FHC.
A expressão “herança maldita” foi cunhada por petistas que diziam que Lula havia recebido das mãos do tucano, em 2003, um País cheio de problemas, como a inflação alta e o baixo crescimento. Foi a primeira vez que FHC usou a mesma frase para se referir ao governo do ex-presidente petista.

O ex-presidente tucano FHC
Na propaganda, o tucano também afirma que o PT, que prometia “o céu ao povo”, agora “oferece o inferno da crise e do desemprego”. “Está na hora de a presidente ter grandeza e pensar no que é melhor para o Brasil, e não para o PT”, diz o tucano.
Nos últimos meses, FHC tem aumentado o tom contra a presidente. Em agosto, ele usou o seu perfil no Facebook para sugerir a renúncia de Dilma, que classificou também como um “gesto de grandeza”. A declaração foi feita um dia após líderes do partido terem participado de manifestações que levaram milhares de pessoas às ruas em diversas cidades.
Esta semana, diante da disparada da cotação do dólar, FHC afirmou que o PT estava “mordendo a língua de tanto que disse que recebeu um governo quebrado em 2002”. O tucano também criticou a reforma administrativa negociada por Dilma, e disse que a presidente estava fazendo um “pacto com o demônio” para tentar salvar seu governo ao oferecer novos ministérios, como o da Saúde, para o PMDB.
Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), é outro protagonista da peça. Diante da iniciativa de setores do partido de pedir o impeachment de Dilma, ele afirmou que a legenda vai agir sempre “dentro das regras democráticas”.
O tucano também disse que o partido é contra a volta da CPMF, mas que não se furtaria a ajudar a presidente caso o governo adotasse uma agenda a favor da retomada do crescimento e não do aumento de impostos.
“Oposição sim, nós somos oposição a esse governo. Mas nós não somos nem jamais seremos oposição ao Brasil. Aquilo que entendermos ser necessário para melhorar a vida das pessoas, para melhorar a sua vida, nós faremos”, disse Aécio.
O mote, que vem sendo explorado pelo PSDB, de que Dilma mentiu para a população, também está presente na peça. Em sua fala, o senador José Serra (SP) afirma que o governo foi alertado da crise, mas ignorou a gravidade da situação para vencer as eleições.
“Nós avisamos: está entrando água no barco, pode afundar. Mas o PT se fez de surdo e não cuidou de prevenir a crise. Só pensou em ganhar a reeleição. Os brasileiros não podem mais pagar a conta dessa incompetência do PT. Eu acho que está na hora de o PT pagar pelos seus próprios erros”, disse.
O governador Geraldo Alckmin também participou da propaganda. Trechos da peça foram antecipados neste domingo pela Globo News.

The Wall Street Journal: Japão vai mudar ensino superior para atender demanda das empresas.

Japão vai mudar ensino superior para atender demanda as empresas. Leiam o original clicando na imagem, no título ou copiando o hipertexto a seguir:  (http://br.wsj.com/articles/SB10690012548219843570104581166700071737490).

Muitos acham que o ensino de Filosofia, Antropologia e outras ciências que estudam e revelam o comportamento humano não serve para os que trabalham com tecnologia.

Esquecem que a forma de pensar e criar é complexa, e só desenvolvida com conhecimento, e quanto mais melhor. Ainda não tenho o notícias sôbre robots que desenvolvem raciocínio. Na verdade eles apenas possuem a rapidez e mesmo na complexa inteligência artificial ainda é será assim, poderão misturar o que lhes foi informado, mas não criarão.

Leiam no original usando o hipertexto da foto, ou abaixo , a publicação do The Wall Street Journal:

Japão vai mudar ensino superior para atender demanda das empresas

Estudantes universitários leem informações sobre as empresas participantes de uma feira de emprego a que eles compareceram em Tóquio, em março deste ano. Estudantes universitários leem informações sobre as empresas participantes de uma feira de emprego a que eles compareceram em Tóquio, em março deste ano. Photo: Chris McGrath/Getty Images

O Japão está reformando o currículo de suas universidades públicas, sacrificando os programas de artes liberais e colaborando com a classe empresarial do país, que está ansiosa por formandos mais capacitados.

O objetivo do primeiro-ministro Shinzo Abe é transformar as universidades financiadas pelo governo em líderes globais de pesquisa científica ou em escolas voltadas para o ensino técnico. Ele pediu para as universidades “redefinirem suas missões” e reestruturarem seus currículos.

Todas as 86 universidades públicas do país foram instruídas a submeter seus planos de reestruturação ao Ministério da Educação até o fim de junho. Elas também foram avisadas que as verbas do governo, das quais elas dependem, serão alocadas conforme elas adotarem essa nova visão.

A medida é parte dos esforços de Abe para revitalizar o Japão injetando mais dinamismo e inovação na economia através de um foco maior na pesquisa e, também, melhorando a competitividade dos graduados com cursos mais direcionados para o trabalho. Muitas empresas extinguiram seus programas de treinamento e esperam que as universidades preencham essa lacuna. Com as empresas cada vez mais globais, as companhias estão procurando funcionários com melhores habilidades sociais e organizacionais e com capacidade de trabalhar em equipe.

Críticos dizem, contudo, que é um equívoco sacrificar as artes liberais no processo.

Com a iniciativa da reforma, o Japão se une a um número crescente de economias avançadas, incluindo os Estados Unidos, onde a escassez de funcionários qualificados levou a debates sobre o valor das disciplinas acadêmicas tradicionais.

Para o Japão, a reestruturação também está sendo provocada por preocupações quanto à qualidade da educação. As universidades têm salas de aula enormes e poucas discussões em classe, e há um desencontro entre as expectativas dos estudantes e dos empregadores.

Supreendentemente em um país onde o empregado passar a vida em apenas uma empresa costumava ser a norma, mais de 30% dos formados nas universidades deixam seu primeiro emprego dentro de três anos, segundo pesquisas do Ministério do Trabalho do Japão.

A Universidade Ehime, no oeste do Japão, prioriza o treinamento para o trabalho. Ela planeja eliminar disciplinas e reduzir as matrículas em seus departamentos de humanas e educação em cerca de 35%. Ao mesmo tempo, ela vai criar um novo programa de desenvolvimento regional que treinará estudantes para posições nas indústrias locais, como turismo e pesca, diz Katsushi Nishimura, professor de direito que está liderando o processo de planejamento.

Os cursos no novo programa serão criados por um grupo de acadêmicos e líderes empresariais, que também indicarão os professores, um papel que anteriormente ficava a cargo do corpo docente da faculdade, diz Nishimura.

“Veja o setor empresarial. Eles estão introduzindo conselheiros externos”, diz ele, referindo-se às empresas que estão incluindo membros independentes em seus conselhos de administração, em resposta à pressão do governo para uma melhor governança corporativa. “Nós também precisamos sair de nossa torre de marfim e ouvir o mundo real.”

Mas há críticos dessa mudança. Bruce Stronach, reitor do campus da Universidade Temple no Japão, diz que cidadãos produtivos são aqueles engajados na sociedade e que compreendem as questões políticas e sociais da atualidade. “Isso explica porque campos como artes, literatura, história e ciências sociais também são — e sempre serão — importantes”, diz.

As mudanças não foram vistas de forma positiva por Miho Matsuda, que tem 20 anos e está cursando ciências sociais na Ehime. Ela diz que as artes liberais são importantes para os estudantes que não sabem que carreira seguir. “Elas permitem que eles encontrem seu interesse verdadeiro.”

Mas ela concorda com as críticas ao atual sistema educacional do Japão, e diz que grandes turmas de alunos e forte ênfase em seminários deixam os alunos entediados e mal preparados depois da graduação. Em 2012, cerca de 70% dos alunos de universidades japonesas passavam duas horas ou menos por semana estudando fora das aulas, segundo pesquisa da empresa de educação Benesse Corp. Dormir na aula é comum, dizem os alunos.

“Eu não estudo para as aulas, exceto quando tenho um trabalho para entregar, ocasiões em que fico na biblioteca até às nove da noite”, diz Keisuke Fujita, estudante de educação e ciências humanas na Universidade Nacional de Yokohama, que planeja reduzir o tamanho deste departamento em 2016.

Líderes empresariais afirmam que as empresas são parcialmente culpadas pela escassez de formandos capacitados. “As indústrias precisam explicar claramente que habilidades estão procurando nos estudantes”, diz Minoru Amoh, ex-executivo da DuPont que hoje é presidente do comitê de reforma educacional da Associação de Executivos Corporativos do Japão, grupo que está liderando a reestruturação curricular.

As verbas devem ser um forte incentivo para as universidades, que dependem do governo para 70% de sua receita. A busca por estudantes deve se tornar mais intensa à medida que a população jovem encolhe, reduzindo a receita com mensalidades. O número de jovens com 18 anos no Japão deve cair pela metade até 2050, prevê o Ministério das Finanças.

As autoridades do governo solicitaram às universidades públicas que diversifiquem suas fontes de receita copiando escolas como o Instituto de Tecnologia da Califórnia que, segundo o Ministério das Finanças, obteve 56% de sua receita anual, de US$ 606 milhões, com contratos de pesquisa no ano fiscal de 2012/2013. Na Universidade de Tóquio, a principal universidade japonesa, a parcela é de apenas 22%, enquanto 45% da receita vem do governo.

Uma das metas do primeiro-ministro japonês é ter, em algum momento, 10 universidades japonesas entre as 100 melhores do mundo. Atualmente, apenas duas possuem essa distinção, segundo classificação publicada pela revista britânica “Times Higher Education”: a Universidade de Tóquio, em 23º lugar, e a Universidade de Kyoto, na 59ª colocação.

Dinheiro de empresas para eleição.

Matéria publicada em 17 de setembro de 2015 na OPINIÃO PÚBLICA (OP) jornal Estado de São Paulo

A8 | Política | QUINTA-FEIRA, 17 DE SETEMBRO DE 2015 O ESTADO DE S. PAULO

Para Mendes,PTquer ‘asfixiar’ oposição
Ao votar a favor do financiamento eleitoral por empresas, ministro do STF aponta ligação entre partido e esquema de desvios na Petrobrás

Beatriz Bulla
Talita Fernandes / BRASÍLIA

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, votou ontem contra a proibição do financiamento empresarial de campanhas políticas, em sustentação de quase cinco horas críticas ao PT e com informações sobre a Operação Lava Jato. No voto, o ministro sugeriu que a ação, proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), é uma tentativa de manipular a Corte para “atuar no processo democrático à revelia do Congresso”.

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‘Vantagem’ – “O partido (PT) que mais leva vantagem na captação de recursos das empresas privadas agora, como madre Tereza de Calcutá, defende o fim do financiamento privado”
Gilmar Mendes
MINISTRO DO STF

Para Mendes, há uma tentativa por parte da entidade, orquestrada com o PT, de fazer uma reforma política pela via judicial e garantir a manutenção do partido no poder através da “asfixia” da oposição. Isso porque, segundo ele, o partido que ocupa o governo já recebe “financiamento público” oriundo de repasses ilegais provenientes do esquema de corrupção na Petrobrás.
Durante a sessão, o ministro afirmou que vedar as doações empresariais e permitirum teto igual para todas as pessoas físicas de doação significam “criminalizar o processo político-eleitoral no Brasil, além de ser um convite à prática reiterada de crimes de lavagem de dinheiro”.

“Opartido que mais leva vantagem na captação de recursos das empresas privadas agora, como madre Tereza de Calcutá, defende o fim do financiamento privado”, ironizou o ministro, que retomou o julgamento um ano e cinco meses depois de pedir vista do caso.

Com o voto, a Corte tem placar de seis votos favoráveis à proibição de campanhas eleitorais e dois contrários à vedação. Ainda restam os votos dos ministros Celso de Mello, Rosa Weber e Cármen Lúcia, que devem ser colhidos na sessão de hoje.

Sob críticas. Ao deixar a sessão, o ministro Marco Aurélio Mello classificou como “meta jurídicos e não jurídicos” os argumentos de Mendes com fundamento na Operação Lava Jato.

Ao final dela, Mendes se irritou com o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, que permitiu que o secretário-geral da OAB, Cláudio Pereira de Souza Neto, se manifestasse para defender a entidade das críticas do ministro. No julgamento, Mendes chegou a dizer que houve uma “absorção de um projeto de poder, defendido por um partido que já se confundia com o Estado brasileiro, por parte da sociedade civil organizada, no caso pela OAB”.O ministro tentou interromper o advogado, mas Lewandowski permitiu a manifestação, alegando que o ministro já havia falado por quase cinco horas. “Só que eu sou ministro da Corte e o advogado é advogado”, disse Mendes. Incomodado, ele levantou-se e deixou a sessão.“Quem preside a sessão sou eu, ministro”, reagiu Lewandowski.

O extenso voto de Mendes não permitiu a conclusão da votação. Na última semana, o ministro Dias Toffoli afirmou que o debate deveria aguardar a definição da presidente Dilma Rousseff sobre eventual sanção ou veto ao projeto de lei aprovado na última semana, que estabelece limites para o financiamento empresarial. Nesta semana,
no entanto, o ministro não irá participar das sessões plenárias em razão de viagem.
NA WEB
Análise FGV. STF e seus ministros parlamentares
estadao.com.br/e/analisegv